O FACHO - Penabade/Nicieza: Modelo Aditivo de Política Linguistica, O antidoto contra o integrismo dogmático

O FACHO - Penabade/Nicieza: Modelo Aditivo de Política Linguistica, O antidoto contra o integrismo dogmático

22-02-2009

Dentro do ciclo de conferências organizado polo Facho intitulado ?Língua, Literatura e Naçom?, o dia 18 de Fevereiro, quarta-feira, o Coordenador do Arquivo Documental do Concelho de Burela e professor de Ensino Secundário, Bernardo Penabade Rei junto ao realizador cinematográfico Matias Nicieza falárom sobre ?Modelo Aditivo? de política linguistica Municipal que esta assentada na experiência normalizaçom lingüística levada a cabo no Concelho de Burela.

O M.A. de política lingüística é um projecto ambicioso ainda que se iniciou no ano 2006 como um planejamento para o Departamento de Língua e Literatura Galega do I.E.S. Perdouro de Burela, com esta asseveraçom principou a palestra o professor Penabade. A Junta de Galiza premiou o Modelo Aditivo como melhor projecto nesse mesmo ano. Ao ano seguinte ampliam-no e ganham por segunda vez. Voltam-no de novo ampliar com um estudo de campo audiovisual e de novo som premiados pola Junta. Ao ter novas da existência do Plano Linguistico, o Concelho interessa-se polo mesmo entrando em contacto com a equipa criadora do Modelo Aditivo de P.L.M. As conversas realizam-se com seis concelhais, dous por cada partido político presente na Câmara Municipal, apresentando-lhes a proposta que lhe seria cedido de graça sempre e quando o acordo de levar a cabo o Modelo Burela seja tomado por unanimidade. O comité de negociaçom do Concelho, 6 concelhais, depois de estudar o projecto comunicaróm-lhe que estavam dispostos assinar um documento conforme que o Plano Linguistico por eles estudado estava por diante dos seus respectivos Partidos.

Posteriormente Matias Nicieza divulgou e analisou o Dvd realizado por ele para o Plano de Política Linguistica, mostrando valiosas testemunhas expressadas polos vizinhos de Burela sobre a presença e uso do galego nos eidos mais cotians e formais dos burelenses ( lápidas, cartons, cartazes, partilhas, testamentos, etc..) e como a nossa Língua é o veiculo de fala utilizada polos cidadans de Burela, seja qual seja a sua origem cultural, territorial, etc. Nom podemos esquecer que naquele concelho da Marinha do Norte do País, moram case 160 nacionalidades diferentes.

Ao findar a exposiçom houvo um mui interessante debate, para logo os assistentes ser agasalhados com um dvd contendo os logros e as experiências do Modelo Burela

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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