O FACHO: Carme Ríos Panisse - ?Joám M. Pintos, a sua obra poética dispersa?

O FACHO: Carme Ríos Panisse - ?Joám M. Pintos, a sua obra poética dispersa?

05-02-2012

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2011-12

Palestra


O vindouro dia 7 de Fevereiro, terça-feira (martes), às 8 do serám; a professora e ensaísta, Carme Rios Panisse, falará dentro do ciclo ?Língua, Literátura, e Naçom?, com a sua exposiçom intitulada ?Joám M. Pintos, a sua obra poética dispersa?. O acto celebra-se na R. Academia Galega, Rua Tabernas n. 11 ? Cidade Velha ? A Corunha.

Carme Ríos Panisse estudou Filologia Românica na Universidade de Santiago de Compostela, onde se doutorou em 1973. Foi docente da USC nos Departamentos de Lingüística e Literatura Galega até que em 1982 conseguiu a Cátedra de Língua e Literatura Galega no IES "Rosália de Castro" em Santiago. É autora de vários livros de filologia e de crítica da literatura galega moderna, campo no que também publicou numerosos artigos.

Como estudosa do século XIX devemos salientar a sua contribuiçom ao projecto Galicia de Hércules Edicións com a parte intitulada ?Prerrexurdimento -1808-1840- e Os Inicios do Rexudimento ? 1840-18-, a autoria de numerosas vozes do Diccionario da Literatura galega de Galaxia, e do artigo ?Contos da miña terra (1864), primeira ediçom do Conto galego atribuído a Rosália de Castro? (Revista Grial 126). Em muitos destes trabalhos estava presente a figura de Joám Manuel Pintos Villar ao que dedicou também o estudo Obra poética dispersa de X. M. Pintos.

Dia: 7 de Fevereiro - Hora: 8 do serám
Local: R. Academia Galega
R/ Tabernas nº 11- Cidade Velha ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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