O FACHO: - ?Joám M. Pintos? por Carme Ríos Panisse

O FACHO: - ?Joám M. Pintos? por Carme Ríos Panisse

08-02-2012

O FACHO:  - ?Joám M. Pintos? por Carme Ríos Panisse

O passado dia 7 de Fevereiro, terça-feira, às 8 do serám; a professora e ensaísta, Carme Rios Panisse, compartilhou com os cidadás assistentes ao ciclo ?Língua, Literatura, e Naçom?, o seu estudo e investigaçom sobre a vida e obra do precursor ?Joám M. Pintos?. O acto celebrou-se na R. Academia Galega, Rua Tabernas n. 11 ? Cidade Velha ? A Corunha.

A professora Rios Panisse expujo a sua mui interessante palestra ilustrando-a com significativos poemas da figura estudada assim como com fotografias da época para a melhor compressom da transcendência da obra e vida de Joám Pintos. Reflexionando sobre o exposto pola conferencista leva-nos a afirmar que muitas das eivas e pechas sob os que estavam escravizadas as classes populares galegas seguem hoje tam rejas como há dous séculos: emigraçom, miséria, etc.. o que nos leva a pensar se de facto nom existe umha política desenhada para Nós desaparecermos como povo e naçom.

Como sempre ao findar a sua exposiçom a conferenciante mantivo um colóquio com o público assistente.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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Agrupaçom Cultural O Facho
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