O FACHO: José V. Martínez-Romero Gandos- Ricardo Palmás Casal-Um galego do além-mar

O FACHO: José V. Martínez-Romero Gandos- Ricardo Palmás Casal-Um galego do além-mar

10-03-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Taipa 12-1º
15011 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho d?A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2012-13

Palestra

O vindouro dia 12 de Março, terça (martes), o Doutor em Psicología, José V. Martínez-Romero Gandos, falará dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: Ricardo Palmás Casal-Um galego do além-mar

Martínez-Romero Gandos, é filho de emigrantes da Terra de Montes desenvolveu na Argentina umha dilatada actuaçom na Colectividade galega emigrada no Rio da Prata, participando na vida cultural galega da emigraçom desde 1960 até o seu retorno definitivo à Terra no 2002. Nessa actividade na emigraçom acada diferentes cargos institucionais sendo os principais: Presidente da Associaçom Argentina de Filhos de Galegos, Presidente da Sociedade de Campo Lameiro e Presidente da Uniom de Associaçom Galegas da República Argentina. Assim mesmo levou adiante em Bos Aires, por vários anos, a audiçom radial ?Nós, os galegos. Galiza como Naçom?, exclusivamente adicada a espalhar música, cultura, comentários e novidades da nossa Terra.
Acadou o grao académico de Doutor em Psicologia com umha Tese sobre os galegos emigrados ao Rio da Prata. Foi Director da Licenciatura em Psicologia da Universidade del Salvador (B. Aires). Professor Universitário na Cátedra de Psicologia da Personalidade na Universidade del Salvador (B. Aires).
Actualmente é assessor da Comissom Interseccional de Imigraçom do Colegio Oficial de Psicólogos de Galiza. Integrante do Programa de Atençom a Vítimas da Violência Doméstica, organizado polo Colegio de Psicólogos de Galiza. Desde maio de 2004. Tem numerosos trabalhos publicados, conferencias e presentaçons em Congressos da sua especialidade.

Dia: 12 de Março do 2013 ? Hora: 7,30 do serám
Local: R. Academia Galega R/ Tabernas nº 11-
Cidade Velha ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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