O FACHO: ?Emília Pardo Bazám e António Casares?. por Manuel Bermejo Patinho

O FACHO: ?Emília Pardo Bazám e António Casares?. por Manuel Bermejo Patinho

26-04-2013

O FACHO: ?Emília Pardo Bazám e António Casares?. por Manuel Bermejo Patinho

Apesar das dificultades financeiras criadas polo saqueio do capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País assim como intelectuais da área da Galeguia (Lusofonia)

No salom de actos da R. Academia Galega, o conferencista, Bermejo Patinho, com umha interessante exposiçom mostrou como o Emília Pardo Bazám mantinha contacto desde a sua nenez com o saber cientifico e em particular com António Casares, motivado pola amizade existente entre as suas famílias que compunha um pequeno reduto dos ilustrados do século XIX. Assim mesmo deu a conhecer como a obra da escritora está marcada desde o seu começo polas descobertas cientificas do século que só podia as ter escuitado no ambiente das tertúlias de ilustrados que se mantinham, de seguro, na sua casa petrucial

Assim mesmo apontou como a figura de António Casares presenta grandes escuros na sua actuaçom cívica, negando na sua prática social-política as posiçons de avançada que mantinha no eido cientifico. Numha das obras teatrais fulcrais, ?As actas escuras? da figura homenageada este ano com o galho das Letras Galegas, Roberto Vidal Bolanho, retrata com profundidade e acerto, a toma de posiçom contra o livre pensamento e em particular contra a Teoria da Evoluçom das Espécies por parte de António Casares, pom-se com o seu voto de qualidade com o doutrinário do reaccionárismo católico enviando deste jeito a dous professores da universidade, da escola kraussista, ao penal do Castelo de S. Antom na Crunha

Ao findar o conferenciante mantivo um mui interessante colóquio com o público assistente.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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