O FACHO: Celso Álvarez Caccámo - Capitalismo lingüístico: por que se está a perder a língua da Galiza

O FACHO: Celso Álvarez Caccámo - Capitalismo lingüístico: por que se está a perder a língua da Galiza

31-10-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 A Crunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2013-14

Palestra

O vindouro dia 05 de Novembro, terça-feira (martes), o Professor de Lingüística da Universidade d?A Crunha, Celso Álvarez Cáccamo falará dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom na Fundaçom Paideia, Praça da Maria Pita. A sua charla versará sobre: Capitalismo lingüístico: por que se está a perder a língua da Galiza (e que se pode fazer).

O Professor Álvarez Cáccamo é Doutor (Ph.D.) em Sociolinguística e Antropologia Linguística pola University of California at Berkeley, EUA; a sua tese (1991) versou sobre The Institutionalization of Galician: Linguistic Practices, Power, and Ideology in Public Discourse. É também Licenciado em Filologia Hispânica pola Universitat Central de Barcelona, e M.A. em Hispanic Languages and Literatures pola State University of New York at Buffalo, EUA. Tem publicado tanto ensaio como poesia. Entre os primeiros podemos sublinhar "Contra o capitalismo lingüístico: perante a crise da língua na Galiza", texto introdutório ao volume monográfico da revista Agália (104) Língua, desigualdade e formas de hegemonia;?Contra a normalización: Reconhecimento cultural e redistribuição económica sob a dominação lingüística?,Agália; ?Political cross-discourse: Conversationalization, imaginary networks, and social fields in Galiza? com Gabriela Prego-Vázquez. Pragmatics 13(1). Special Issue Ethnography, Discourse, and Hegemony, ed. by Jan Blommaert, James Collins, Monica Heller, Ben Rampton, Stef Slembrouck and Jef Verschueren. ?Construindo a Língua no discurso público: Práticas e ideologias linguísticas?. Agália. No eido poético salientamos: Os distantes, Espiral Maior, Escolma de familia. Cen anos de poesía, Ed. Xerais (livro coletivo no qual participou com vários poemas). É membro da Academia Galega da Língua Portuguesa, e sócio fundador de EDiSo - Asociación de Estudios sobre Discurso y Sociedad - Associação de Estudos sobre Discurso e Sociedade - Associació d'Estudis sobre Discurs i Societat.

Dia: 05 de Novembro 2013 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Paideía
Praça da Maria Pita ? A Crunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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