Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Taipa 12-1º-C
15005 Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho da Corunha convida-lo assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2013-14
Palestra
O vindouro dia 18 de Março, terça-feira (martes), o Prof. Doutor da UDC, Júlio Pardo de Neira, falará dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: ?A literatura erótica galega?. O acto realizara-se em Portas Artabras - Rua Sinagoga 22- Cidade Velha
O professor Pardo de Neira, é doutor em Filologia Galega pola UdC, doutor em Historia Contemporânea pola mesma Universidade e doutor Europeu em Didáctica da Língua e a Literatura pola Universitat de València, sendo assim a única pessoa que no Estado Espanhol conta com três teses de Doutorando. É autor de umha trintena de livros, entre os que destacam ensaios centrados no vanguardismo galego do novecentos, na organizaçom do nacionalismo e do republicanismo na Galiza. Assim mesmo conta com publicaçons sobre o erotismo e a pornografia literária na literatura da Galiza barroca e no feito trovadoresco medieval. Podemos salientar entre a obra publicada: Cultura e República, Evaristo Correa Calderón, Ánxel Fole: Pazos e nacionalismo, O labor lírico do ilustrado cura de Fruíme, Vanguardia Gallega ou o compromisso jornalístico lucense coa II República Espanhola, origens da literatura infantil galega. Fidalguia e cultura palaciana na Galiza do último milénio, Martin de Padroçelos, o primeiro trovador da lírica galego-portuguesa?, A introduçom do vanguardismo na literatura galega,
Também é responsável da ediçom do cancioneiro de Martins de Padroçelos, o primeiro trovador conhecido da literatura galega medieval. Tem participado em muitos congressos, tanto na geografia nacional como estatal e mesmo fora das fronteiras do Estado Espanhol, como professor deu aulas em várias Universidades portuguesas.
Dia: 18 de Março do 2014 - Hora: 8 do serám
Local: Portas Artabras
Rua Sinagoga 22 - Cidade Velha
J. Alberte Corral Iglesias
Secretario d?O Facho
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Que ben! Eu penso ir. O que di o prof. Pardo de Neyra sempre é moi interesante e esta temática máis. Non penso perder este acto. Grazas!
Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade.
O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura.
Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...).
Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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Agrupaçom Cultural O Facho
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