Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 Crunha
A Agrupaçom Cultural ?O Facho? da Crunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras publicas e abertas do período 2014-15.
Palestra:
O vindouro 11 de Novembro, terça (martes), o arqueólogo e historiador, Filipe-Seném Lopes Gomes falará dentro do Ciclo, História, Economia e, Ciências Sociais, com a sua sua exposiçom: ?A Questom Celta na Galiza?.
Filipe-Seném, é um activo intelectual comprometido com a normalizaçom e a dignificaçom cultural de Galiza. É co-fundador de vários colectivos dedicados à sensibilizaçom sobre o património cultural. Criador do boletim ?Brigantium? para dar a conhecer e sensibilizar sobre as questons arqueológicas e patrimoniais da cultura de Galiza. Coordena trabalhos de prospecçom arqueológica submarina co Grupo de Investigaçom e resgate Arqueológico Sub-acuático (GIRAS), dirigido por Rafael Mejuto. Assim mesmo é numerário do Instituto José Cornide de Estudos Corunheses. Co-fundador e animador de ?Amigos do Museu Arqueológico da Corunha?, inspirador e base de ?Amigos dos Museus de Galicia?, associaçom pioneira na sensibilizaçom sobre a imensidade do património cultural de Galicia, com iniciativas como o ?Prémio Pedra do Destino? à defesa do património cultural e as ?jeiras? ou excursons guiadas ao longo de todo o ano por Galicia, como um jeito de conhecer para querer e defender o património.
É autor de numerosa obra, entre livros e ensaios, só sublinharemos alguns dos mesmos: Os primeiros galegos, Pré-história e arqueologia, História de Galiza (junto outros autores), Os primeiros galegos: pre-história e arqueologia de Galicia, Xaquín Lorenzo ?Xocas?, Arqueologia submarina, os materiais procedentes da bádia Corunhesa, O folclore do Castro de Viladonga e da sua contorna, Defender o património cultural, fender esquemas de fracasso, Artesanía de Galicia,Festas populares de Galicia: Nadal, Entroido, Semana Santa, Maios, S. Joám, Magostos, etc...
Dia: 11 de Novembro - Hora: 8 do serám
Local: Portas Artabras
Rua Sinagoga 22- Cidade Velha-Crunha
J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho
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Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade.
O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura.
Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...).
Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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Agrupaçom Cultural O Facho
Apartado de Correios n.º 46, Oficina Principal da Coruña
o.facho.a.cultural@gmail.com