O FACHO: Xosé Antonio Pena Beiroa - Sem financiamento nom há autonomia: a visom de Alexandre Bóveda sobre Cupo ou Concerto é actual

O FACHO: Xosé Antonio Pena Beiroa - Sem financiamento nom há autonomia: a visom de Alexandre Bóveda sobre Cupo ou Concerto é actual

01-02-2017

Agrupaçom Cultural O Facho
G-15037021
Apartado de Correios nº 46 O.P.
Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho da Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2016-17

Palestra

O vindouro dia 7 de Fevereiro do 2017 (Terça-Martes) às 8,00 do serám, o economista e Professor colaborador da U.S.C., Xosé Antonio Pena Beiroa intervirá dentro do Ciclo, Economia, História e Realidade Social. A sua charla versará sobre: Sem financiamento nom há autonomia: a visom de Alexandre Bóveda sobre Cupo ou Concerto é actual.

Pena Beiroa é Licenciado en Ciências Económicas pola Universidade de S. Compostela e na actualidade Doutorando en Direito Administrativo na Universidade da Corunha. A sua carreira profissional desenvolveu-se principalmente no sector financeiro galego, no que ocupou postos de direcçom.

Como autor principalmente tem colaborado no extinto Xornal de Galicia e na actualidade no digital Mundiario e na revista O Economista, assi como noutros médios. Tem publicados libros de carácter técnico e, ademais, com outros autores foi o relator do capítulo ?A formación e o desenvolvemento profisional do Bóveda economista? na obra colectiva ?Perspectivas sobre Bóveda?.

Dia: 07 de Fevereiro 2017 - Hora: 8 do serám
Local: Portas Ártabras ? Rua Sinagoga 22
Cidade Velha ? Corunha


J. Alberte Corral Iglesias
Presidente d?O Facho

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As conferências podem ser ouvidas em: http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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