Agrupaçom Cultural O Facho
G-15037021 / N. I. 1966/000008-1ª
Apartado de Correios nº 46 O.P.
Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2016-17
Palestra
O vindouro dia 24 de Março do 2017 (Sexta-Venres) às 8,00 do serám, terça, o arqueólogo e investigador, X. Lois Ladra Fernández, intervirá dentro do Ciclo, Economia, História e Realidade Social. A sua charla versará sobre: Os torques galaicos: ouro e poder na proto-história da Galiza
Lois Ladra, é Lcd. em Geografia e História pola UCM, Lcd. em Antropologia Social e Cultural pola UNED, Diplomado em Estudos Avançados em Arqueologia pola USC e Mestre em Arqueologia da Idade do Ferro pola U. do Porto.
Como investigador e arqueólogo tem colaborado em numerosos projectos, quer na Galiza, quer em Portugal, onde tem dirigido vários estudos na Beira Alta, na Beira Baixa, no Douro e em Trás-os-Montes. Participou em mais de meia centena de escavaçons arqueológicas, sendo responsável polas cartas arqueológicas de vários concelhos galegos e leoneses. É autor de múltiplos estudos publicados em revistas especializadas, assi como de meia dúzia de monografias, entre elas Arte relixiosa popular na Terra de Valga: cruceiros, cruces de pedra e petos de ánimas (Prémio de Investigaçom Xesús Ferro Couselo), A pesca tradicional nos rios de Galiza: caneiros, pescos e pesqueiras (Prémio de Investigaçom Vicente Risco), As embarcações tradicionais dos rios da Galiza (Prémio de Investigaçom Xaquín Lourenzo) e Tecnologia Tradicional do sumagre: Etnobotânica, História e Património. Encetou o estudo sistemático dos torques galaicos há mais de vinte anos, tendo publicado numerosos achados inéditos.
Dia: 24 de Março 2017 - Hora: 8 do serám
Local: Portas Ártabras ? Rua Sinagoga 22
Cidade Velha - Corunha
J. Alberte Corral Iglesias
Presidente d?O Facho
Correio electrónico: o_facho_a_corunha@yahoo.com.br
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As conferências podem ser ouvidas em: http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/
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Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade.
O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura.
Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...).
Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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