O FACHO: Galeguismo e maçonaria por Antonio Carro Fernández-Valmayor

O FACHO: Galeguismo e maçonaria por Antonio Carro Fernández-Valmayor

21-04-2017

O passado dia 18 de Abril, o ex-professor de Direito Constitucional na Faculdade de Direito da USC, Antonio Carro Fernández-Valmayor interveu dentro do Ciclo, Economia, História e C.C.S.S.. A sua palestra versou sobre: Galeguismo e maçonaria. O acto desenvolveu-se em Portas Ártabras na Cidade Velha.

Carro Fernández-Valmayor explicou com avondosos dados como a maçoneria tivo grande presencia no movimento cultural e político da recuperaçom do nosso País, desde o século XIX até o golpe de estado clerical-fascista do ano 36 do século passado.
Pessoeiros como Castro Chané, Luís Seoane, Curros Henriques, Leiras Pulpeiro, entre outros muitos maçons som piares da restauraçom do nosso País, tanto no eido cultural como político. A perseguiçom havida contra a moçoneria sob a tirania clerical-fascista do franquismo só foi umha continuidade dessa mesma perseguiçom levada pola eireja católica desde começos da maçoneria como organizaçom cívica regulamentada.

Ao findar a conferencia, o palestrista mantivo um interessante debate com os assistentes.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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