O FACHO: O Tratado de Livre Comércio com Canada, por Bernardo Valdés Paços

O FACHO: O Tratado de Livre Comércio com Canada, por Bernardo Valdés Paços

23-03-2018

O FACHO: O Tratado de Livre Comércio com Canada, por Bernardo Valdés Paços

O professor Bernardo Valdés ofreceu o sua palestra sobre o Tratado de livre comercio com Cánada na terça feira 20 de março em Portas Ártabras no âmbito das palestras públicas do período 2017-2018 da Associaçom Cultural O Facho.
O economista Bernardo Valdés introduciu o tema coas privatizaçóns do público para pasar ás características da mundializaçom: hegemonía do capital dinheiro, globalizaçom produtiva e oligopólios, o preceso excludente e a expançom em profundidade.
Fijo umha análise da organizaçom mundial do comercio para centrarse no chamado CETA, o tratado de livre comercio con Canadá. Assim, falou dos acordos comerciais do novo tipo: eliminaçom de barreiras tarifárias, permiso de tratamentos químicos, o acceso a mercados públicos e o risco de convergencia, investimentos directos e tamén da regulamentaçom do comercio.
Como conclusión, o profesor Valdés nom ten claro o crecemento económico grazas aos tratados, que protegerían ás grandes empresas transnacionais e a sua segurança sem recurrir á força militar.
Ao remate, houbo a habitual rolda de preguntas e sugestions, ponhendo o foco no debate político como chave do tema, e na que se mantivo viva a dialéctica por parte dun asistente novo con posturas a prol do tratado por consideralo umha oportunidade e nom un risco.
Vostede pode ouvir o áudio da conferéncia nesta publicaçom.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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