O FACHO: O Espólio cultural galego por Filipe Seném López Gómez

O FACHO: O Espólio cultural galego por Filipe Seném López Gómez

09-04-2018

Agrupaçom Cultural O Facho
G-15037021
Apartado de Correios nº 46 O.P.
Corunha

Palestra

O vindouro dia 17 de Abril, terça (martes), o arqueólogo e investigador Filipe Seném López Gómez ?O Espólio cultural galego? dentro do ciclo, Economia, História e C.C. Sociais organizado pola nossa Agrupaçom.
Filipe Seném estudou Filosofia e Letras, especialidade de Historia da Arte na USC, ao tempo que facía prácticas de museologia e arqueologia com o historiador Manuel Chamoso Lamas, assi como na criaçom, instalaçom e posta em funcionamento do Museu das Peregrinaçons, e do Museu do Ribeiro. Participou como supervisor de campo nas prospeçoms arqueológicas do Castro de Vila-Donga, nas da ermida de Santo Guillerme de Fisterra. Assi mesmo reorganizou o Museu Arqueológico do Castelo de Santo Antom. Foi co-fundador da associaçom cultural Avantar do Carbalhinho, de Alexandre Bóveda na Corunha.
Entre os seus numerosos ensaios e trabalhos podemos relacionar: Roteiros de Compostela: Galicia-Portugal; Festas populares de Galicia; Os primeiros galegos: prehistoria e arqueoloxía de Galicia; A auga e as fontes en Galiza; Galicia: festas, feiras e romarías, etc. Sendo co-parceiro nos trabalhos colectivos: Historia de Galicia da AN-PG e d?A Nossa Terra. A Coruña á luz das letras; Terra e mar: cesteiros na Ría de Vigo, etc...
Dia: 17 de Abril 2018 - Hora: 8 do serám
Local: Portas Ártabras . Rua Sinagoga 22

J. Alberte Corral Iglesias
Presidente d?O Facho

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As conferências podem ser ouvidas em: http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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