O FACHO: Bernardo Máiz Vázquez - "Resistência, guerrilha e repressom na Galiza no período franquista"

O FACHO: Bernardo Máiz Vázquez - "Resistência, guerrilha e repressom na Galiza no período franquista"

10-10-2018

Encetando a nova jeira de palestras 2018/19 organizadas pola nossa Agrupaçom, o dia 9 de Outubro do ano que corre, o historiador e investigador Bernardo Máiz Vázquez intervéu dentro do ciclo Economía, Historia e C.C. Sociais. A sua exposiçom versou sobre: ?Resistência, guerrilha e repressom na Galiza no período franquista?

Na sua ricaz exposiçom o conferenciante salientou como desde o mesmo começo do golpe de Estado clerical-fascista iniciou-se umha resistência armada na Galiza, sendo a mais importante e numerosa de todo o território do Estado espanhol. Esta guerrilha composta por distintos militantes de partidos políticos e sindicatos (Comunistas, Anarquistas, Socialistas, Republicanos, etc...) fôrom artelhadas polo Partido Comunista até o ano 1950, quando toma-se o acordo de abandonar a "Democracia Armada" na procura de outras alternativas políticas e sindicais de resistência contra a barbarie franquista.

Ao findar a palestra houvo um distendido colóquio com o público assistente.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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