O FACHO: Manuel Vilar Álvarez - ?A Fisterra, umha terra mágica?

O FACHO: Manuel Vilar Álvarez - ?A Fisterra, umha terra mágica?

26-11-2018

Agrupaçom Cultural O Facho
G-15037021 / N. I. 1966/000008-1ª
Apartado de Correios nº 46 O.P.
Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2018/19


Palestra

O vindouro dia 27 de Novembro, terça (martes), o antropólogo, Manuel Vilar Álvarez, falará dentro do ciclo, ?Economía, Historia e C.C. Sociais?, A sua exposiçom intitula-se: ?A Fisterra, umha terra mágica?

Vilar Álvarez , é é licenciado en Geografia e Historia e máster em Gestom de Património Cultural. O seu labor profissional desenvolve-se no eido da antropologia e património, Formou parte das equipas que realizárom os trabalhos de delimitaçom do Camiño de Santiago a Fisterra e Muxía, o Plano Director da Península do Cabo de Fisterra e do Plano Director do Monte de Santa Trega, entre outros. Igualmente é autor de diferentes publicaçons sobre estes temas, assi como sobre A Costa da Morte e o caminho de Santiago, especialmente o de Fisterra e Muxía. Um trabalho sobre este caminho mereceu o prémio da ACOCINCJ Assi mesmo tem colaborado em diferentes ?médias?:A Nosa Terra, Sermos, etc. também é um dos responsáveis da revista ADRA que editam os sócios e sócias do Museu do Povo Galego. Foi director e guionista dos documentais Os faros da Costa da Morte, As imaxes de Santiago nas igrexas e santuários da Costa da Morte, O Berro Seco e A romaría fa Virxe da Barca.

Entre a sua numerosa obra sublinhamos: Heritage, Pilgrimage and the Camino to Finisterre. Walking to the End of the Word., Os cruceiros máis sobranceiros da Costa da Morte. 2 Comarca de Fisterra (a vella Terra de Nemancos), máis Mazaricos e Carnota. ´Vin porque me trouxeron, non quería vir`. De Carnota a Astoria. A emigración de Carnota na cidade de Nova York?, Dicionario Xaquín Lorenzo ?Xocas?, etc....

Dia: 27 Novembro 2018 - Hora: 8 do serám
Local: Portas Ártabras . Rua Sinagoga 22

J. Alberte Corral Iglesias
Presidente d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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