O passado dia 29 de Março, o professor da Universidade d’A Corunha, Celso Álvarez Cáccamo dissertou dentro do ciclo, “Língua, Literatura e Naçom”, organizado pola nossa Agrupaçom. A sua exposiçom sobre: “A hegemonia social do galego: Umha necessidade histórica” foi seguida com grande interesse pola cidadania assistente.
Na sua dissertaçom, o professor Álvarez Cáccamo demandou da necessidade do mergulho lingüístico na escola como umha necessidade peremptória, já que é hoje na escola é um dos espaços onde mais tempo de socializaçom e aprendizagem estám mergulhados as crianças. Assim mesmo mostrou-se pessimista com as consequencias da politica lingüística levada pola Junta de Feijoo e os seus sequazes, que nom deixa de ser um a prolongaçom do “desleixo fraghiano” levado na longa tempada que o ministro de Franco estivo governando a Junta de Galiza.
Ao findar houvo umha muito interessante debate com os cidadaos presentes.
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 A Corunha
A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2010-11
Palestra
O vindouro dia 29 de Março, terça-feira (martes), o Professor e Doutor da Universidade d’A Corunha, Celso Álvarez Caccamo falará dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom. A sua charla versará sobre: A hegemonia social do galego: Umha necessidade histórica.
O Professor Álvarez Caccamo é Licenciado em Filologia Hispânica, Universitat Central de Barcelona. Assim mesmo está em possesom deh.D. em Sociolinguística e Antropologia Linguística, University of California at Berkeley, EUA, 1991. Tese de doutoramento: The Institutionalization of Galician: Linguistic Practices, Power, and Ideology in Public Discourse, Dept. of Anthropology, U.C. Berkeley M.A. em Língua e Literatura Espanholas, State University of New York at Buffalo, EUA, 1983.
Tem publicado tanto ensaio como poesia. Entre os primeiros podemos sublinhar: “Contra a : Reconhecimento cultural e redistribuição económica sob a dominação linguística”. Agália scourse: Conversationalization, imaginary networks, and social fields in Galiza” com Gabriela Prego-Vázquez.. Pragmatics 13(1). Special Issue Ethnography, Discourse, and Hegemony, ed. by Jan Blommaert, James Collins, Monica Heller, Ben Rampton, Stef Slembrouck and Jef Verschueren. “Construindo a Língua no discurso público: Práticas e ideologias linguísticas”. Agália. No eido poético salientamos: Os distantes, Espiral Maior, Escolma de familia. Cen anos de poesía, Ed. Xerais (Livro coletivo no qual participou com vários poemas). Além da sua actividade profissional, também é o responsável do Portal Versão Original e da revista Copyright.
Dia: 29 de Março do 2011 - Hora: 8 do serám
Local: Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande – A Corunha
J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d’O Facho
O passado 15 de Março, terça , o arquitecto-urbanista José Santiago Alhegue Fernandes intervéu dentro do ciclo, Economia, História e C.C. Sociais organizado pola nossa agrupaçom. A sua palestra intitulada “Urbanismo e Corrupçom” foi seguida com grandísmo interesse polos assistentes.
Na sua disertaçom ilustrada com diversos esquemas na ecrá do local, Alhegue Fernandes, mostrou a evoluçom da desfeita levada a cabo na cidade d 'A Corunha com as políticas urbanísticas do “exímio clerical” Paco Vazquez. E como tais políticas -nom só na Corunha- servírom para se enriquecer em mui pouco tempo a indivíduos de distintas cores e pelagens, destruindo na maioria das vezes os bens comuns propriedade da cidadania. No fundo nom é de estranhar, ainda ressoam as palavras do ministro de Economia num dos governos de Felipe González, Carlos Solchaga, “que Espanha era o lugar onde se fazer rico em mais curto tempo”. Com estas lógicas económicas e políticas, que se pode aguardar que nom sejam desfeitas.
Ao findar houvo umha muito interessante debate com os cidadaos presentes.
Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Taipa 12-1º
15005 Corunha
CONCURSO DE TEATRO INFANTIL CONVOCADO POLA ASSOCIAÇOM CULTURAL O FACHO.
Assumindo como próprias as palavras de Juan Ramón Jiménez quando afirmava que “Teatro infantil é aquele que também lhe gosta aos nenos”, a Junta Directiva da Agrupaçom Cultural O FACHO acordou convocar de novo o Concurso de Teatro Infantil, que, nesta nova etapa, se regerá polas seguintes bases:
1º) Poderám optar ao devandito prémio todas as pessoas que pressentem obras inéditas –em qualquer tipo de suporte- nom representadas, nem premiadas noutros certames e que esteiam escritas em língua galega.
2º) Estabelece-se como prémio único, a ediçom da obra ganhadora, da que o autor ou autora receberá 500,.- € e como mínimo o 40% da ediçom..
3º) A obra, que nom poderá exceder os 80 fólios, será presenteada por quintuplicado, em formato DIN A4, a dobre espaço e mecanografados por umha soa cara.
4º) Os originais para o Concurso enviaram-se por correio á sé da Agrupaçom Cultural O FACHO. R/ Frederico Tápia n.º 12-1º A Corunha (15005) ou a Caixa de Correios n.º 46, Oficina Principal de A Corunha. Apresentaram-se sob um lema, que figurará na portada dos textos enviados, e viram acompanhados de um envelope fechado que contenha no exterior o lema da obra e, no interior, o nome, apelidos e telefone do autor ou autora.
5º) O prazo de admissom de originais finaliza o dia 31 de Março de 2011 às doce da noite. O falho do prémio fará-se público no mês de Maio.
6º) Os ganhadores serám elegidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O FACHO. O mesmo está composto por pessoas de reconhecido prestigio no âmbito teatral galego: Xosé Manuel Rabón, director teatral; Susana Longueira, actriz; Francisco Pillado Maior, director de Edicoes Laiovento.
7º) O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se pressentem e que nom esteiam contempladas nestas bases, assim como as duvidas que podam existir na sua interpretaçom
8º) A participaçom neste Certame implica assumir as bases do mesmo.
9º) Os originais nom premiados poderám ser retirados, no prazo de 30 dias, no local de O Facho, prévio correio dirigido ao endereço postal da Agrupaçom.:
No caso de que o autor o autora nom resida na Corunha poderá solicitar que lhe sejam enviados por correio postal.
10º) Esta convocatória entrará em vigor ao dia seguinte da sua publicaçom nos médios.
A Corunha, Janeiro 2011
Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Taipa 12-1º
15011 A Corunha
A Agrupaçom Cultural “O Facho” d’A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras publicas e abertas do período 2010-11.
Palestra:
O vindouro dia 15 de Março, terça , o arquitecto-urbanista José Santiago Alhegue Fernandes falará dentro do ciclo, Economia, História e C.C. Sociais. A sua palestra intitulada “Urbanismo e Corrupçom” partilhará com a cidadania assistente da corruptelas e subornos no mundo do urbanismo na Galiza.
Alhegue Fernandes é arquitecto-urbanista pola ETSA da Corunha e a EA de Lille (Franza). Actualmente é Arquitecto Chefe de Serviço de Projectos no Consorcio da cidade de Santiago. Desde o seu inicio, é professor de Projectos no centro associado da Escola de Arquitectura de UCD, University College Dublin na Corunha. Assim mesmo presidiu a Comissom de Cultura do Colégio de Arquitectos em Compostela, e foi fundador da Associaçom Galega de Centros Históricos. Tem publicado numerosos artigos na impressa e revistas especializadas sobre Reabilitaçom, Território e Arquitectura. Para dissertar sobre estas questions, foi convidado para dar palestras em diversas Universidades, Foros galegos, assim como em internacionais.
Funda junto a Antom Baamonde e Joám Luis Dalda a editorial Ediçons de Referencia, e mesmo formou parte do Foro Luzes de Galiza participando de diversos manifestos em relaçom a ordenaçom territorial e urbana do Pais. É autor do livro “Santiago de Compostela, Arquitecturas do século XX”. Colabora com Verdegaia, SOS Courel, e com a Plataforma Galiza Nom se Vende, em iniciativas pola defesa do território, o património arquitectónico e o urbanismo e contra a especulaçom imobiliária e a corrupçom.
Dia: 15 de Março 2011
Hora: 8 do serám – Fundaçom Caixa Galiza
Cantom Grande – A Corunha
O passado 1 de Março veio ao Facho o vozeiro do colectivo “Fala Ceive” de Ponferrada, Xavier Lago Mestre, para nos falar sobre: “A Cultura galega na Regiom do Berzo - Os processos de Resistência lingüística estremeira” dentro do ciclo, Língua, Literatura e Naçom.
O colectivo Fala Ceive tem participado em variadas actividades vindicativas em prol da língua e cultura galega no Berzo: celebraçom do Dia das letras galegas, recolhida de livros galegos para as bibliotecas municipais e escolares, demanda do ensino do galego nos centros escolares, reconhecimento legal da língua galega no Estatuto de Autonomia de Castela e Leom, e na Lei da Comarca do Berzo (2010), recuperaçom do sinal da TVG digital. Esta conduta em defesa de um dos direitos humanos mais fulcrais, o de ser, trai consigo no Berzo a perseguiçom e o acosso. E um só pode ser na liberdade e na cultura, na cultura que lhe própria, que lhe é de seu.
Na sua intervençom, Lago Mestre, relatou as dolorosas experiências nas que estám submersos os cidadás de língua galega na Comunidade de Castela e Leom. Parecesse que a ideologia do “império cara soleiro” segue a ser a cerna dos ditames de Fachadolid, perdom Valhadolid, para com a povoaçom ocidental berziana. Banir a língua própria das suas gentes é o um dos objectivos fulcrais da política educativa e cultural no Berzo sob os ditados da “Consejeria de Educación”, o velho anseio do falangismo levado a cabo. A língua acompanha à espada, esta antiga expressom paranoica de Nebrija segue estando vigente nas acçons educativas e culturais do Governo da Junta nos territórios de fala galega administrados pola Comunidade de Castela e Leom.
Ilustrou-nos como um Concelho de fala galega do Berzo tinha aprovado publicar os seus bandos e documentaçom em galego e castelam, ante esta decisom a Junta de Castela e Leom ameaçou de dous jeitos: a primeira com interpor um recurso jurídico em contra, e a segunda nom fazer o investimento para edificar um geriátrico. Um concelho de montanha, com a economia em grande depressom e perda de povoaçom, ia perder a oportunidade de criar postos de trabalho para a sua gente que traria o geriátrico, tantos directos como indirectos. É obvio que hoje nos bandos e documentaçom do mencionado Concelho, o galego é inexistentes; apesares de que toda a povoaçom do mesmo é de língua galega. Em que se diferencia esta política de terrorismo lingüístico da levada a cabo polos exterminadores de povos em América?.
Ao findar a sua intervençom, passou-se à secçom de perguntas e reflexons.
Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963 . Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d’A Corunha.
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