O FACHO: Cibrao Santamarina Rios-?Pescudando na origem da matéria?

13-02-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Frederico Tápia 12-1º
15011 A Corunha



A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-lo assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2012-13

Palestra

O vindouro dia 19 de Fevereiro, terça (martes), às 7,30 do serám; o doutor e professor no Departamento de Física de Partículas na área de Física Atómica Molecular e Nuclear da U. de S., Cibrao Santamarina Rios, falará dentro do ciclo ?O saber cientifico na Galiza?, com a sua exposiçom intitulada ?Pescudando na origem da matéria?. O acto celebrará-se na R. Academia Galega, Rua Tabernas n. 11 ? Cidade Velha ? A Corunha.

O doutor Santamarina Rios licenciou-se na USC com prémio extraordinário pola sua tesinha de licenciatura ?A Física dos Átomos Piónicos?. No ano 2001 obtivo o título de Doutor com a tese ?Determinaçom do tempo de vida media do Átomo Piónico no experimento DIRAC do CERN? .Do seu amplo currículo cabe destacar:

Associado de Investigaçom pola Universidade de Basileia participando no experimento DIRAC.
Research Fellow do CERN -Laboratório Europeu de Física de Partículas de Genève.
Investigador associado na McGill University - Montreal (Canadá), experimento Atlas.
Investigador convidado no "Instituto Unificado de Investigaçom Nuclear" (Dubna-Rusia),
Investigador convidado na Universidade Nacional de La Plata (La Plata Argentina)
Investigador convidado no Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas-LIP (Lisboa-Portugal).

Assim mesmo é autor de numerosos trabalhos e artigos em revistas cientificas internacionais do maior reconhecimento no eido da investigaçom em Física Atómica.

Dia: 19 de Fevereiro - Hora: 7,30 do serám
Local: R. Academia Galega R/ Tabernas nº 11-
Cidade Velha ? A Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Secretario d?O Facho

O FACHO: Concurso de "Teatro infantil"

10-02-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Taipa 12-1º
15005 Corunha

CONCURSO DE TEATRO INFANTIL CONVOCADO POLA ASOCIAÇOM CULTURAL O FACHO.

Assumindo como próprias as palavras de Juan Ramón Jiménez quando afirmava que ?Teatro infantil é aquele que também lhe gosta aos nenos?, a Junta Directiva da Associaçom Cultural O FACHO acordou convocar o Concurso de Teatro Infantil, que, nesta nova etapa, se regerá polas seguintes bases:

1º) Poderám optar ao devandito prémio todas as pessoas que pressentem obras inéditas ?em qualquer tipo de suporte- nom representadas, nem premiadas noutros certames e que esteiam escritas em língua galega.
2º) Estabelece-se como prémio único de 100,.- ? e um lote de livros teatrais.
3º) A obra, que nom poderá exceder os 80 fólios, será presenteada por quintuplicado, em formato DIN A4, a dobre espaço e mecanografados por umha soa cara.
4º) Os originais para o Concurso enviaram-se por correio á sé da Associaçom Cultural O FACHO. R/ Frederico Tápia n.º 12-1º A Corunha (15005) ou a Caixa de Correios n.º 46, Oficina Principal de A Corunha. Apresentaram-se sob um lema, que figurará na portada dos textos enviados, e viram acompanhados de um envelope fechado que contenha no exterior o lema da obra e, no interior, o nome, apelidos e telefone do autor ou autora.
5º) O prazo de admissom de originais finaliza o dia 30 de Abril de 2013 às doce da noite. O falho do prémio fará-se público no mês de Maio.
  6º) Os ganhadores serám elegidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O FACHO. O mesmo está composto por pessoas de reconhecido prestigio no âmbito teatral galego.
7º) O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se pressentem e que nom esteiam contempladas nestas bases, assim como as duvidas que podam existir na sua interpretaçom 
8º) A participaçom neste Certame implica assumir as bases do mesmo.
9º) Os originais nom premiados poderám ser retirados, no prazo de 30 dias, no local de O Facho, prévio correio dirigido ao endereço postal da Agrupaçom.
No caso de que o autor o autora nom resida na Corunha poderá solicitar que lhe sejam enviados por correio postal.
  Esta convocatória entrará em vigor ao dia seguinte da sua publicaçom nos médios.

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário d?O Facho

Na cidade d?A Corunha, 2 Fevereiro 2013

O FACHO: Concurso de "Contos de Nenos para Nenos"

06-02-2013

CONCURSO LITERÁRIO DE CONTOS DE NENOS PARA NENOS CONVOCADO POLA ASSOCIAÇOM CULTURAL O FACHO

Recuperados em 2008 os prémios literários que desde os anos sessenta convocou O FACHO e nos que participárom ou ganhárom muitos dos escritores e escritoras que hoje fam possível com a sua obra umha literatura galega de qualidade e de grande importância nas letras universais, realiza-se a convocatória para 2013 do XLV Concurso Literário de ?Contos de Nenos para Nenos?

BASES DO CONCURSO

1. Poderám participar rapazes e raparigas que pressentem as suas obras em Língua galega. Os trabalhos presenteados deveram ser originais e inéditos em toda a sua extensom.

2. O prazo de admissom de originais finaliza o dia 30 de Abril de 2013 às doce da noite.

3. A apresentaçom de originais para o Concurso fará-se por correio postal dirigido à sede da Associaçom Cultural O FACHO. R/ Frederico Tápia, 12-1º 15005A Corunha. Podendo fazer individualmente ou por médio do centro onde curse os seus estudos.

4. No caso em que sejam os centros escolares os que pressentem os originais ao Concurso, deveram fazer umha pré-selecçom dum máximo de dous trabalhos por categoria, qualquer outro terá que ser apresentado individualmente.

5. As obras haverem de serem relatos originais e nom estarem editados por nengum procedimento impresso ou electrónico, nem terem sido premiados em qualquer outro concurso ou certame literário e em condiçons para que os seus direitos de publicaçom podam ser cedidos à Associaçom Cultural O FACHO por período de cinco anos contados a partir do dia do falho do júri.

6. Para além da originalidade literária, o júri valorizará a riqueza lingüística e o conhecimento gramatical reflectido nas obras.

7. Estabelecem-se duas categorias:

Categoria A Nenos e nenas de 6 a 12 anos.
Categoria B Rapazes e rapazas de 13 a 16 anos.

8. As quantias dos prémios serám as que seguem:

Categoria A 1º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.
2º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.

Categoria B 1º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.
2º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.

9. Cada autor só poderá apresentar umha obra atendo-se aos seguintes limites de extensom:

Categoria A Um máximo de cinco fólios
Categoria B Um máximo de dez fólios

10. As obras haverem de se apresentar por duplicado, manuscritas ou mecanográficas, encadernadas ou grampadas e levaram por detrás do último folio os seguintes dados:

Nome e apelidos do autor/a.
Endereço e telefone. Correio electrónico.
Centro onde cursa os seus estudos.
Categoria na que participa.

11. Os prémios serám escolhidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O Facho em falho que se fará público no mês de Maio.

12. O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se pressentem e que nom esteiam contempladas nestas bases, assim como as dúvidas na sua interpretaçom.

13. A participaçom neste Concurso implica a aceitaçom das presentes bases.

Correo electrónico: o_facho_a_cultural@yahoo.com.br
http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/

A Corunha, 31 de Janeiro 2013

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário do Facho

O FACHO: Concurso de "Contos de Nenos para Nenos"

03-02-2013

CONCURSO LITERÁRIO DE CONTOS DE NENOS PARA NENOS CONVOCADO POLA ASSOCIAÇOM CULTURAL O FACHO

Recuperados em 2008 os prémios literários que desde os anos sessenta convocou O FACHO e nos que participárom ou ganhárom muitos dos escritores e escritoras que hoje fam possível com a sua obra umha literatura galega de qualidade e de grande importância nas letras universais, realiza-se a convocatória para 2013 do XLV Concurso Literário de ?Contos de Nenos para Nenos?

BASES DO CONCURSO

1. Poderám participar rapazes e raparigas que pressentem as suas obras em Língua galega. Os trabalhos presenteados deveram ser originais e inéditos em toda a sua extensom.

2. O prazo de admissom de originais finaliza o dia 30 de Abril de 2013 às doce da noite.

3. A apresentaçom de originais para o Concurso fará-se por correio postal dirigido à sede da Associaçom Cultural O FACHO. R/ Frederico Tápia, 12-1º 15005A Corunha. Podendo fazer individualmente ou por médio do centro onde curse os seus estudos.

4. No caso em que sejam os centros escolares os que pressentem os originais ao Concurso, deveram fazer umha pré-selecçom dum máximo de dous trabalhos por categoria, qualquer outro terá que ser apresentado individualmente.

5. As obras haverem de serem relatos originais e nom estarem editados por nengum procedimento impresso ou electrónico, nem terem sido premiados em qualquer outro concurso ou certame literário e em condiçons para que os seus direitos de publicaçom podam ser cedidos à Associaçom Cultural O FACHO por período de cinco anos contados a partir do dia do falho do júri.

6. Para além da originalidade literária, o júri valorizará a riqueza lingüística e o conhecimento gramatical reflectido nas obras.

7. Estabelecem-se duas categorias:

Categoria A Nenos e nenas de 6 a 12 anos.
Categoria B Rapazes e rapazas de 13 a 16 anos.

8. As quantias dos prémios serám as que seguem:

Categoria A 1º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.
2º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.

Categoria B 1º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.
2º: 100,.- ? em efectivo e um lote de livros.

9. Cada autor só poderá apresentar umha obra atendo-se aos seguintes limites de extensom:

Categoria A Um máximo de cinco fólios
Categoria B Um máximo de dez fólios

10. As obras haverem de se apresentar por duplicado, manuscritas ou mecanográficas, encadernadas ou grampadas e levaram por detrás do último folio os seguintes dados:

Nome e apelidos do autor/a.
Endereço e telefone. Correio electrónico.
Centro onde cursa os seus estudos.
Categoria na que participa.

11. Os prémios serám escolhidos por um júri nomeado pola Associaçom Cultural O Facho em falho que se fará público no mês de Maio.

12. O júri poderá declarar deserto um ou vários dos prémios do concurso e será o que deverá resolver aquelas situaçons que se pressentem e que nom esteiam contempladas nestas bases, assim como as dúvidas na sua interpretaçom.

13. A participaçom neste Concurso implica a aceitaçom das presentes bases.

Correo electrónico: o_facho_a_cultural@yahoo.com.br
http://agal-gz.org/blogues/index.php/ofacho/

A Corunha, 31 de Janeiro 2013

J. Alberte Corral Iglesias
Secretário do Facho

O FACHO: Manifesto em defesa da Língua Galega - MANIFESTAÇOM :27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

24-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho

Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

Manifesto em defesa da Língua Galega

Os falantes do galego somos discriminados de cote

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida com normalidade na nossa Língua e no nosso País.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo "status" legal no nosso território do que o castelá no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego dictadas por Madrid desde há séculos e hoje reiteradas pola actual ?Xunta de Galicia?, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na co-oficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelá nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadaos do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelá, a aboliçom do supremacismo castelá que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade. Ampliar a co-oficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

Ante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual "Xunta de Galicia", O Facho pede aos sócios e amigos a sua participaçom na manifestaçom convocada para o

27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

O FACHO: Manifesto em defesa da Língua Galega - MANIFESTAÇOM :27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

20-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho

Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

Manifesto em defesa da Língua Galega

Os falantes do galego somos discriminados de cote

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida com normalidade na nossa Língua e no nosso País.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo "status" legal no nosso território do que o castelá no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego dictadas por Madrid desde há séculos e hoje reiteradas pola actual ?Xunta de Galicia?, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na co-oficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelá nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadaos do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelá, a aboliçom do supremacismo castelá que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade. Ampliar a co-oficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

Ante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual "Xunta de Galicia", O Facho pede aos sócios e amigos a sua participaçom na manifestaçom convocada para o

27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

O FACHO; "Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa" por Gervásio Absolone Chambo

18-01-2013

A pesar das dificultades financeiras criadas polo saqueio do capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País e pensadores da área da Galeguia (Lusofónia).

O professor moçambicano, Gervásio Absolone Chambo intervéu dentro do ciclo ?Língua, Literatura e Naçom?. A sua palestra decorreu sob o lema "Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa". O acto celebrou-se no salom de actos R. Academia Galega na Corunha.
Absolone Chambo expujo umha ricaz visom sobre o mundo moçambicano para logo expôr os aspectos relativos à diversidade étnico-linguística e cultural de Moçambique, a sua problemática poli-lingüística assim como a convivência linguísta e cultural no País Austral-Africano.
Como sempre ao findar a descriçom o conferenciante mantivo um interessante colóquio com a atenta cidadania assistente.

O FACHO; Gervásio Absolone Chambo-"Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa"

18-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho
Rua: Frederico Tápia 12-1º
15005 A Corunha

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convída-o a assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2012-2013

Palestra

O vindoiro dia 8 de Janeiro, terça (martes), às 7.30 do serám o  professor moçambicano  Gervásio Absolone Chambo, falará dentro do ciclo ?Língua, Literatura e Naçom?, sobre "Convivência e desconvivência lingüística entre as línguas bantu e a língua portuguesa".  O acto celebrara-se na R. Academia Galega, Rua Tabernas n. 11 ? Cidade Velha ? A Corunha.  

Absolone Chambo é um professor moçambicano, licenciado em Ensino de Línguas Bantu pola Universidade Eduardo Mondlane e actualmente é estudante de mestrado, programa Poslea na Universidade de Vigo. Em Moçambique é membro activo na Associaçom Bantu Mosambiki, umha organizaçom em prol das línguas e culturas bantu moçambicanas na qual é membro co-fundador.  Na sua exposiçom focalizará os aspectos relativos à diversidade étnico-linguística e cultural de Moçambique, a problemática sobre a poli-lingüística de Moçambique e discutirá a convivência multi-linguísta e multi-cultural no País Austral-Africano, na tentativa de mapear os limites e espaços construçom da paz lingüística e cultural e os de conflitos (desencontros) entre as línguas e culturas das línguas moçambicanas e o português.


Dia: 8 de Janeiro- Hora: 7.30 do serám
Local: R. Academia Galega
R/ Tabernas nº 11- Cidade Velha ? A Corunha

O FACHO: Manifesto em defesa da Língua Galega - MANIFESTAÇOM :27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

17-01-2013

Agrupaçom Cultural O Facho

Rua: Frederico Tapia 12-1º
15005 A Corunha

Manifesto em defesa da Língua Galega

Os falantes do galego somos discriminados de cote

A situaçom da língua galega está em grande perigo ao nom desfrutarmos os galegos de direitos lingüísticos plenos para desenvolver a nossa vida com normalidade na nossa Língua e no nosso País.

Como povo e cultura, temos direito a que nossa Língua própria, de origem, seja oficial a todos os efeitos no seu âmbito territorial. Os falantes galegos devemos desfrutar do mesmo "status" legal no nosso território do que o castelá no seu.

As políticas etnocidas levadas a cabo contra o galego dictadas por Madrid desde há séculos e hoje reiteradas pola actual ?Xunta de Galicia?, ponhem hoje em perigo a nossa Língua, ao ser violentados decote os galegos falantes.

O verdadeiro problema nom está na co-oficialidade de idiomas como o galego, senom na actitude de quem nega a existência de povos e línguas diferentes dentro do Estado Espanhol. Esta posiçom etnocida é a negaçom da convivência e da igualdade.

A imposiçom do castelá nom tem discussom desde o momento em que é a única língua que todos os cidadaos do Estado tenhem a obriga de conhecer segundo a constituiçom espanhola.

Reclamamos:

A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelá, a aboliçom do supremacismo castelá que procura a desapariçom do galego e exigimos a implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade. Ampliar a co-oficialidade de todas as línguas do Estado em todo o seu território. O dever de conhecer o galego em todos os territórios onde é fala de seu.

Ante a necessidade de respostas à nova política etnocida preconizada pola actual "Xunta de Galicia", O Facho pede aos sócios e amigos a sua participaçom na manifestaçom convocada para o

27 de Janeiro 2013 às 12 horas na Alameda de Compostela.

O FACHO : ?Ramom de la Sagra, um ilustrado galego?por Ascensom Cambrón Infante

12-12-2012

O FACHO :      ?Ramom de la Sagra, um ilustrado galego?por Ascensom Cambrón Infante
O FACHO :      ?Ramom de la Sagra, um ilustrado galego?por Ascensom Cambrón Infante

A pesar das dificultades financeiras criadas polo capitalismo especulador e bancário, O Facho continua apresentar a analise e as reflexons nos distintos eidos das ciências e o conhecimento que estám a elaborar os investigadores e ensaístas do País.

A professora e investigadora, Ascensom Cambrón Infante intervéu dentro do ciclo ?Economia, História e Realidade Social?. A sua palestra decorreu sob o lema ?Ramom de la Sagra, um ilustrado galego?. O acto celebrou-se no salom de actos R. Academia Galega na Corunha.

Cambrón Infante expujo a sua análise sobre a figura do intelectual, empresário e político corunhês, fazendo finca-pé na lucidez da visom de Ramom de la Sagra cara a construçom de um processo emancipador e de industrializaçom da Galiza. Da sua presencia nos movimentos sociais do século XIX. Durante a sua residência em Paris estivo em contacto com o pensamento socialista da época, Marx, Engels, Proudhom... com este último colaborou e publicou Banque du Peuple. Théorie et pratique de cette institution, fondée sur la théorie rationelle; sendo co-fundador deste banco. Em 1845 junto com Antolin Faraldo funda em Compostela?El Porvenir?, o primeiro jornal anarquista publicado dentro do Estado espanhol. Assim mesmo foi testemunha da revoluçom parisina do 1848, e expulsado de França no ano 1849 pola sua actividade prol do socialismo.

Como sempre ao findar a descriçom a conferenciante mantivo um interessante colóquio com o público assistente.

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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