OBRADOIROS DE CANTIGAS, RIMAS E JOGOS MUSICADOS

07-04-10

O vindouro dia 9 de Abril (sexta-feira) às 18h00 no Espaço para a criança Folhas Novas -Agarimar- da rua Real nº12 de Vigo, Servando Barreiro dará começo a um ciclo de obradoiros dirigidos básicamente às crianças para que já desde os primeiros meses comecem a escuitar e a brincar com a música.
Estám baseados na nossa tradição de cantigas, rimas e jogos musicados para que além do seu carater lúdico, vaiam desenvolvendo pouco a pouco as suas potencialidades musicais e lingüísticas.

Escrito às 15:07:40 nas castegorias: Iniciativas
por agarimar Email , 80 palavras, 360 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
DENUNCIAM FECHE DE SERVIÇO DE EDUCAÇOM MATERNAL

25-02-10

Diante da nova do feche do serviço de educaçom maternal no hospital materno infantil Teresa Herrera, pertencente ao Complexo Hospitalário Universitário da Corunha (CHUAC), a associaçom para o apoio à criança Kanguras vem de convocar a umha reuniom aberta a toda pessoa ou entidade interessada em promover algum tipo de acçom para solicitar o translado da unidade e a sua continuidade. Esta reuniom terá lugar na próxima sexta-feira dia 26 de Fevereiro às 17h30 no centro cívico do Castrilhom na Corunha.
As convocantes recolhem o trabalho de denúncia que vinham fazendo a associaçom de apoio à lactaçom Criando e mais Alma lactáncia e recordam que com este feche perdem-se definitivamente os grupos de pós-parto, quer dizer; exercícios de recuperaçom (pélvica e outros), puericultura, situaçons de emergência mais frequentes, alimentaçom complementar, masagem, gatear, vivências aquáticas, apoio à lactaçom, menopausa, incontinência,...

Escrito às 12:18:50 nas castegorias: Atividades
por agarimar Email , 138 palavras, 565 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
ALTERNATIVAS À EDUCAÇOM NA ESCOLA CONVENCIONAL

17-02-10

Na próxima sexta-feira 19 de Fevereiro às 18h00 decorrerá no Local Social Faísca (Rua Toledo, 9) de Vigo umha palestra sob este título organizada por DeLeite, para cuja exposiçom temos a satisfacçom de contar com Marta Garcia, mae de três crianças educadas na casa e vice-presidenta da Asociación para la Libre Educación, e com Rosa Graña, mae também e membro da Associaçom Pléiades.
Com o motivo de publicitar o encontro de famílias que educam na casa que transcorreu os passados 12, 13 e 14 de Fevereiro em Antas de Ulha (Lugo) e do qual Marta Garcia foi umha das organizadoras, já temos neste blogue informado sobre esta opçom educativa. Agora, com a intençom de dar a conhecer o trabalho que desenvolve a Associaçom Pléiades e despertar o interesse pola palestra desta sexta-feira, transcrevemos umha nova publicada num jornal local em Abril de 2007 sobre a actividade da associaçom. Boa leitura!

PUMARINHOS, ALTERNATIVA AO SISTEMA EDUCATIVO TRADICIONAL

A linha pedagógica da escola rejeita
a aprendizagem dirigida desde o exterior

Criada pola associaçom Pléiades,
a ela acodem crianças de 3 a 6 anos

NATALIA ÁLVAREZ. Vigo

Em Bembrive há umha escola para
crianças de 3 a 6 anos diferente ao
resto dos centros infantis de Vigo. É
mais, as suas promotoras, fundadoras
da associaçom Pléiades, nom
gostam do termo escola, e preferem
falar dum espaço preparado para as crianças.
O projecto nasceu em 2004, impulsado
por um grupo de famílias
que tinham em comum o seu rejeitamento
ao modelo educativo
tradicional, baseado na autoridade
do adulto sobre a criança, na aprendizagem
dirigida desde o exterior e no
parcelado do saber.
“Estávamos a criar aos nossos filhos
nas casas e, umha vez transcorridos
os 3 anos de excedência que
a legislaçom espanhola permite para
fazer esta tarefa, atopamo-nos
com a necessidade de criar umha
escola na que se mantivera a forma
de relaçom que nós tínhamos com os
nossos filhos, baseada na confiança
na criança e na nom intervençom dos
adultos”, explica Rosa Graña, umha
das impulsoras do projecto.
A linha pedagógica de Pumarinhos
está inspirada, principalmente, na
experiência educativa que durante
quase trinta anos Rebeca e
Maurício Wild colheitárom no
Pestazzoli, fundado em 1977 no
Equador.
“É umha pedagogia nom directiva,
que acha que toda aprendizagem é umha
auto-aprendizagem, um processo natural
que deve produzir-se de dentro
para fora”.
Todas as actividades que se desenvolvem
neste espaço nascem do jogo
livre, que estimula a curiosidade
natural das crianças. Para favorecer
as suas ganas de aprender e de relacionar-se
livremente entre eles, no
exterior da escola as crianças contam
com materiais para jogos de
movimento (balanços de corda,
atalaia de madeira, sobe e desce,...),
mesa de água, areeiro e escondedelas
de materiais naturais.
No interior desenvolvem-se as actividades
mais tranquilas através
do jogo simbólico. Para isto está habilitada
umha pequena loja, umha
cozinha e umha carpintaria, assim como
disfarces e materiais para manualidades.
Também existem espaços para actividades
que requirem muita concentraçom,
e que se desenvolvem através
de materiais estruturados (de
tacto, de olfacto, de sons, materiais
sensoriais Montessori, de prescritura
ou precálculo) e materiais nom
estruturados (sementes, cartons, tampas, folhas, fitas,...)
Toda a oferta de possibilidades está
ao alcanço das crianças. Cada umha
delas, ao chegar de manhá, elege
umha actividade que desenvolverá
até que decida dá-la por rematada.
Depois do almorço, preparado na própria
escola com alimentos de produçom
ecológica, oferecem-se-lhes trabalhos em
grupo: manualidades, actividades
artísticas, cantos, danças, expressom
corporal,...
“Participar nestas actividades é
voluntário; nom se lhes pressiona nem
estimula a participar, só se lhes informa
e elas decidem”.

O papel dos adultos

O projecto educativo de Pumarinhos
basea-se na crença de que crianças
e adultos som iguais e, portanto,
nom há lugar para a autoridade
do adulto sobre a criança. “Achamos
que ninguém ensina nada a ninguém,
e que o adulto sabe muitas cousas
que tenhem a ver com o seu estado de
madurez, mas nom sabe as que tenhem
a ver com o estado de madurez
das crianças”.
Isto nom significa que o papel
dos adultos seja prescindível. Ao
contrário, a sua presença é muito importante.
“Nom estám aí para impor
a sua autoridade, mas para
dar-lhes às crianças seguridade e
amor”.
Para desenvolver esta tarefa,
Pléiades tem contratadas duas pessoas
cujo papel é observar activamente
os jogos das crianças, velar
pola sua seguridade e responsabilizarem-se
de que sejam respeitados os limites
fixados.
“A autoaprendizagem da criança”, explica
Rosa Graña, “só se pode produzir
num espaço tranquilo, no que
as crianças se sintam protegidas. E
para iso necessitam perto um adulto
amoroso que lhes transmita seguridade
emocional e física”.

Criatividade
e confiança

As promotoras de Pumarinhos
nom gostam das comparaçons
entre as suas filhas e filhos e as crianças
educadas dentro do sistema
tradicional.
Porém, Rosa Graña opina que,
em geral, às crianças que
assistem a outras escolas infantis
resulta-lhes mais difícil saber quais som
as suas necessidades. “Acho que
as crianças, com tanta intervençom
do adulto, estám muito
desconectadas das suas
necessidades reais”.
Graña também critica o facto de
cada vez diminuir mais a
idade de ingresso numha escola
infantil. “Há correntes
pedagógicas que dizem que o melhor
que lhe pode passar a umha criança é
extrai-la da unidade familiar. Para
nós passa tudo a contrário, e de
facto pais e maes som
fundamentais na escola”.
À pergunta de como vê o
crescimento do seu filho e os seus
companheiros, Graña afirma que
som crianças com muita confiança
em elas próprias, muito imaginativas
e que desenvolvem a sua
criatividade por meio do jogo
livre e o jogo simbólico,
ferramenta que utilizam para
resolverem muitos dos conflitos.
“Além, som crianças que vivem com
muita intensidade as suas etapas
de madurez e que admitem muito
bem os limites”.

Educaçom livre
na Espanha

A legislaçom espanhola obriga a
escolarizar crianças a partir dos
seis anos. Em Pumarinhos ainda
nom tenhem esta
situaçom, mas tenhem a
perspectiva de continuar con este
espaço de educaçom livre, de
jeito similar ao que já fazem desde
há anos projectos como El
Roure, em Barcelona, ou Paideia,
em Mérida.
“Assim como nos anos 70 os
impulsores de iniciativas
baseadas na nom directividade
eram mestres ou pedagogos, na
actualidade somos as famílias as
que estamos a impulsar os
projectos; famílias que, por enquanto,
passamos por um processo
semelhante que começa por um
despertar da maternidade no que
se procura a nom intervençom e
que, afinal, desemboca na
autogestom da aprendizagem”.
Em defesa de sistemas
educativos alternativos ao
tradicional nascérom agrupaçons
como a Xarxa de Educació Lliure,
na Catalunha, ou a Asociación para
la Libre Educación, de ámbito
estatal e que defende a opçom
dos pais a educar aos seus filos e filhas na
casa, o chamado homeschooling.
Ainda que nom está reconhecido
por lei, como sucede na Inglaterra, Itália ou França, na
Espanha há um milheiro de pais e
maes que apostam por este
sistema educativo, cuja defesa
baseam no reconhecimento que fai
a constituiçom espanhola do
direito dos pais à orientaçom
pedagógica das suas filhas e filhos.
[Pode-se contactar com Pléiades
Ligando para o 605 116 146 ou no endereço
de correio electrónico
martaroal@hotmail.com]

A resoluçom dos conflitos

Umha educaçom em liberdade nom implica a ausência de limites. Isso sim,
estes devem ser claros e constantes. “Há poucas cousas às que há
que dizer nom, e todas tenhem a ver com a seguridade física e emocional:
nom permitimos que se bata, que se insulte ou que se moleste a outro
neno na sua actividade”.
Mas sempre pode surgir algum outro conflito, “que nom tem que ser motivo
de preocupaçom, mas umha oportunidade para resolver as etapas
evolutivas do ser humano” .Nestes casos, as mesmas crianças som as
encarregadas de resolvê-las. “Se som respeitadas e confiam nelas próprias,
a maior parte das vezes som quem de fazê-lo. Ademais, é surpreendente
as fórmulas que atopam, cousas que aos adultos nem se nos ocorreriam”.
Porém, pode dar-se o caso de que os pequenos sejam incapaces de
resolver o conflito num primeiro momento. Entom, o adulto estará ali
para, “dumha maneira muito amorosa e com muito respeito, recordar o
limite. Mas é o único que fai: a soluçom tenhem-na que atopar as crianças,
cujo crescimento lhes enfronta com novos problemas para os que tenhem
que procurar novas soluçons”.

Escrito às 12:38:51 nas castegorias: Formaçom
por agarimar Email , 1353 palavras, 634 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
II ENCONTRO DE FAMÍLIAS QUE EDUCAM NA CASA

08-02-10

Os próximos dias 12, 13, e 14 de Fevereiro terá lugar em La casa del alba de Antas de Ulha (Lugo) o segundo encontro de famílias que educam na casa. A ideia das/os organizadoras/es deste encontro é passar um fim-de-semana de convivência, jogos, passeios e a possibilidade de organizar umha charla para resolver as dúvidas que podam surgir sobre esta opçom educativa assim como partilhar as experiências das pessoas que já estám a educar na casa.

Este encontro é dirigido às famílias que educam na casa, mas também às que se queiram achegar a conhecer de perto esta opçom educativa.

Mais informaçom:

Marta Garcia; Tel. 617462966, ou escrevendo a martagarciaramos@yahoo.es

Também no blogue: http://aleenred.blogspot.com/


Videos tu.tv

Escrito às 10:17:28 nas castegorias: Atividades
por agarimar Email , 110 palavras, 353 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
PRÓXIMAS ACTIVIDADES EM VIGO E OURENSE

28-01-10

Lembramos as actividades previstas para as próximas semanas nas cidades de Vigo e Ourense:

29 de Janeiro às 18h00 na Casa das Mulheres (Rua Romil, 20) de Vigo:
O debate girará arredor do vínculo e o apego contando com a participaçom de Pilar Moreira (Achuchar), Maria González (Comadrona), Mamer e Sara (Maes), Belén Piñeiro (Educadora masagem infantil) e Fabiola e Rosana (Doulas).

30 de Janeiro às 16h00 no Centro cívico da zona velha (Rua dos artesaos e Praça da Ferraria) de Ourense:
Obradoiro de pintura e moldado em gesso em barrigas grávidas. Utilizarám-se duas técnicas de pintura, com pintura à água e com henna. Os moldes de gesso também se podem decorar e pintar, ficando um fermoso e decorativo recordo da nossa gravidez. Ao rematar fará-se umha sessom fotográfica para quem quiger participar. O custo do obradoiro só será o dos materiais, que se calculará dividindo o preço entre todas as participantes. Anotar-se antes do 28 de Janeiro por tel. ou correio electrónico:
Tel. 687913857 / 988244551
agarimar.gz@gmail.com

4 de Fevereiro às 19h00 no Centro cívico da zona velha (Rua dos artesaos e Praça da Ferraria) de Ourense:
Vídeo-fórum nascimento com a projecçom de:
“O Primeiro Grito” (2009), filme francês onde se conta o nascimento segundo diferentes culturas.
“De Parto” (2006), quais som as opçons que temos as mulheres no Estado espanhol?

5 de Fevereiro às 18h00 no Espaço para a criança Folhas Novas -Agarimar- (Rua Real, 12) de Vigo:
Debate sobre a gravidez, parto e lactaçom promovido polo grupo local de apoio à lactaçom De Leite.

13 de Fevereiro às 16h00 no Centro cívico da zona velha (Rua dos artesaos e Praça da Ferraria) de Ourense:
Obradoiro de pintura e moldado em gesso em barrigas grávidas. Utilizarám-se duas técnicas de pintura, com pintura à água e com henna. Os moldes de gesso também se podem decorar e pintar, ficando um fermoso e decorativo recordo da nossa gravidez. Ao rematar fará-se umha sessom fotográfica para quem quiger participar. O custo do obradoiro só será o dos materiais, que se calculará dividindo o preço entre todas as participantes. Anotar-se antes do 28 de Janeiro por tel. ou correio electrónico:
Tel. 687913857 / 988244551
agarimar.gz@gmail.com

18 de Fevereiro às 19h00 no Centro cívico da zona velha (Rua dos artesaos e Praça da Ferraria) de Ourense:
Vídeo-fórum nascimento com a projecçom de:
“O Primeiro Grito” (2009), filme francês onde se conta o nascimento segundo diferentes culturas.
“De Parto” (2006), quais som as opçons que temos as mulheres no Estado espanhol?

19 de Fevereiro às 18h00 no Local Social Faísca (Rua Toledo, 9) de Vigo:
"Alternativas à educaçom na escola convencional" com Marta Garcia (Associaçom pola Livre Educaçom) e Rosa Graña (Associaçom Cultural Pléiades)

Escrito às 12:04:20 nas castegorias: Iniciativas
por agarimar Email , 428 palavras, 487 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
AGARIMAR EM OURENSE

25-01-10

A zona de Ourense de Agarimar começa a sua andaina com a organizaçom de actividades pré-natais:

Obradoriros de Barrigas
Sábado 30-Jan
Sábado 13-Fev
a partir das 16h

Pintura e moldes nas nossas barrigas. Podedes ver um exemplo do que imos fazer em http://barrigadeyeso.com/fotogaleria.html (os moldes serám o dia 30)
Por suposto, esta é umha página comercial, nós simplesmente repartiremos os custos dos materiais entre as participantes. Por isso cumpre que vos anotedes antes do dia 28, enviando um co-e ou por tel.:

agarimar.gz@gmail.com
687 913 857 // 988 244 551

Vídeo-fórum nascimento
Quinta 4-Fev
Quinta 18-Fev
a partir das 19h

"O primeiro grito" (2009)
Filme francês onde se conta o nascimento desde diferentes culturas.

"De parto" (DocumentosTV 2006)
Sobre as possibilidades que temos as mulheres no estado espanhol.

Todas as actividades no Centro Cívico da Zona Velha.

Escrito às 14:19:25 nas castegorias: Iniciativas
por agarimar Email , 126 palavras, 373 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
NA GALIZA, GREVE NO ENSINO

21-01-10

21 DE JANEIRO: EM APOIO À GREVE NO ENSINO, TODAS/OS COM O NOSSO IDIOMA!!

Agarimar

Escrito às 04:38:01 nas castegorias: Atividades
por agarimar Email , 14 palavras, 157 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
"DE LEITE" ORGANIZA JORNADAS EM VIGO

19-01-10

O grupo de apoio à lactaçom materna de Vigo, De Leite, vem de organizar para as próximas semanas umha série de debates e palestras arredor da criança.

A primeira das palestras será o próximo 22 de Janeiro às 18h00 no Centro Social O Guindastre de Teis, onde a técnica em igualdade e membro de Agarimar Ester Marinho falará sobre os direitos laborais durante a gravidez e lactaçom. O 29 de Janeiro às 18h00 na Casa das Mulheres o debate girará arredor do vínculo e o apego contando com a participaçom de Pilar Moreira (Achuchar), Maria González (Comadrona), Mamer e Sara (Maes), Belén Piñeiro (Educadora masagem infantil) e Fabiola e Rosana (Doulas).

Já no 5 de Fevereiro, o local da nossa associaçom (Rua Real, 12) será o cenário do debate sobre a gravidez, parto e lactaçom promovido por De Leite, e para finalizar as jornadas, o 19 de Fevereiro às 18h00 no Centro Social Faísca "Alternativas à educaçom na escola convencional" com Marta Garcia (A.L.E.) e Rosa Graña (A.C.Pléiades)

Escrito às 09:19:30 nas castegorias: Atividades
por agarimar Email , 163 palavras, 219 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
ACTIVIDADES ESTE DOMINGO 17 EM COMPOSTELA

15-01-10

O vindouro domingo 17 de janeiro acompanharemos umha juntança da nossa associaçom com várias actividades organizadas no centro social A Gentalha do Pichel:

16h30 Títeres

17h30 Merenda

18h30 Jogos

Estades todas/os convidadas/os!!

Escrito às 11:34:11 nas castegorias: Iniciativas
por agarimar Email , 31 palavras, 179 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
"O PARTO É NOSO" ANUNCIA REUNIONS ABERTAS PARA O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2010

13-01-10

A associaçom O Parto é Noso vem de anunciar reunions abertas de assistência livre e gratuita para todas as pessoas interessadas nas cidades de Corunha e Lugo. Falará-se da gravidez, do parto, da lactaçom e dos distintos direitos que temos nós e as/os nossas/os filhas/os. As juntanças transcorrerám no primeiro semestre deste 2010 com as seguintes datas e horários:

CORUNHA

Centro Cívico do Castrilhom
Praça de Pablo Iglesias s/n
Corunha

Segundo Sábado de cada mês de 11h00 a 13h00
9 de janeiro
13 de fevereiro
13 de março
10 de abril
8 de maio
12 de junho

LUGO

Centro Social Maruja Mallo
Rua Carril das Hortas s/n
Lugo

Último Sábado de cada mês de 11h00 a 13h30
30 de janeiro
27 de fevereiro
27 de março
24 de abril
29 de maio
26 de junho

Escrito às 02:42:22 nas castegorias: Atividades
por agarimar Email , 122 palavras, 127 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
BANHO DE BALDE

08-01-10

Neste tipo de banhos as/os bebés encontram-se mais relaxadas/os pois permanecem em posiçom fetal num meio quente e aquático com as paredes arredondadas, tal como acontecia quando estavam na barriga das suas maes.

Além disto, som um alívio para os cólicos, induzem um sono mais tranquilo e acalmam o choro e a agitaçom tam próprios da hora do banho.

Ainda que qualquer balde fai a funçom, no mercado comercializam-se com o nome de banheira Shantala ou Tummy Tub. Som prácticas, já que cabem em qualquer lugar e se transportam com facilidade, e económicas, pois com um pouco de água chega para dar banho.

Na Galiza nom temos mais que perguntar às nossas maes e avôs como é que se banhavam quando crianças para apostar no decrecimento também na hora do banho.

Escrito às 14:35:10 nas castegorias: Formaçom
por agarimar Email , 131 palavras, 382 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!
MOVIMENTO INTERNACIONAL NÃO DEIXE O SEU BEBÉ CHORANDO!

05-01-10

Quando um recém-nascido aprende em um berçário que é inútil gritar... Está sofrendo a sua primeira experiência de submissão e abandono.

Michel Odent

Homens e Mulheres, pesquisadores/as e profissionais de saúde que trabalhamos em distintos campos da vida e do conhecimento, mães e pais preocupadas/os com o mundo em que as/os nossas/os filhos e filhas vão crescer, cremos que é muito necessário manifestarmo-nos.

Concordamos que é frequente que as/os bebés de nossa sociedade ocidental chorem, porém não é certo que "seja normal". As/os bebés choram sempre por algo que lhes produz mal-estar: sono, medo, fome, frio, calor... além disso, da falta de contato físico com a sua mãe ou outras pessoas do seu entorno afetivo.

O choro é o único mecanismo que as/os lactentes tém para nos comunicar a sua sensação de mal-estar, seja qual for a razão do mesmo; nas suas expectativas, no seu continuum filogenético não está previsto que este choro não seja atendido, pois não tém outro meio de avisar sobre o mal-estar que sentem nem podem por si mesmas/os tomar as medidas para resolvê-lo.

O corpo da/o recém-nascida/o está desenhado para ter o seio materno tanto quanto necessita, para sobreviver e para sentir-se bem: alimento, calor, apego; por esta razão não tém noção da espera, já que estando no lugar que lhe corresponde, tem a seu alcance tudo o que necessita; a/o bebé criado no corpo a corpo com a mãe desconhece a sensação de necessidade, de fome, de frio, de solidão, e não chora nunca. Como afirma a norte-americana Jean Liedloff, na sua obra The Continuum Concept, o lugar da/o bebé não é no berço, na cama, e nem no bebé-conforto, senão no colo materno.

Isto é o melhor durante o primeiro ano de vida; e nos dois primeiros anos de forma quase exclusiva (por isto a antiga famosa "quarentena" das recém-paridas). Depois, os colos de outros corpos de familiares podem ser substitutos por alguns momentos. O próprio desenvolvimento da/o bebé indica o fim do período simbiótico: quando se chega a determinados graus de desenvolvimento neuro-psico-motor e a/o bebé começa a sentar, depois a engatinhar e por fim a andar. Ou seja, pouco a pouco vai-se tornando autônoma/o e a desfazer este estado simbiótico.

A verdade é óbvia, simples e evidente.

A/o lactente toma o leite materno idôneo para o seu sistema digestivo e além disso pode regular a sua composição com a duração das mamadas, com a qual é criada/o no peito de sua mãe sem ter uma série de problemas infecciosos, alérgicos...

Quando chora e não se atende, chora com mais e mais desespero porque está sofrendo. Há psicólogas/os que asseguram que quando se deixa de atender o choro de um/a bebé depois de três minutos, algo profundo se quebra na integridade delas/es, assim como na confiança em seu entorno.

Os pais, ainda que sejam educados na crença de que "é normal que as/os bebés chorem" e que "há que deixá-las/os chorar para que se acostumem", e por isto estamos especialmente insensibilizados para que o seu pranto não nos afecte, as vezes não somos capazes de tolerá-lo. Como é natural, se estamos um pouco perto delas/es, sentimos o seu desespero e o sentimos com nosso sofrimento. Revolvem as nossas entranhas e não podemos consentir com a sua dor. Não estamos de todo deshumanizadas/os. Por isto os métodos condutistas propõem ir pouco a pouco, para cada dia agüentar um pouquinho mais este sofrimento mútuo. Isto tem um nome comum, que é a "administração da tortura", pois é uma verdadeiro suplício que infligimos às/aos bebés quando fazemos isto, e também a nós mesmas/os, por mais que estas sejam normas de alguns e algumas pedagogos e pediatras.

Várias/os pesquisadores/as americanos/as e canadenses (biólogas/os, neurologistas, psiquiatras, etc.), na década de 90, realizaram diferentes investigações de grande importância em relação a etapa primal da vida humana; demonstraram que o contato pele a pele, da/o bebé com a sua mãe e demais familiares mais chegados, produz moduladores químicos necessários para a formação de neurônios e do sistema imunológico; em fim, que a carência de afeto corporal transtorna o desenvolvimento normal das criaturas humanas. Por isto as/os bebés, quando as/os deixamos dormir sozinhas/os em seus berços, choram reclamando o que pela sua natureza lhes pertence.

No Ocidente criou-se nos últimos 50 anos uma cultura e uns hábitos, impulsionados pelas multinacionais, que elimina este corpo a corpo da mãe com a criança e deshumaniza o cuidado: ao substituir a pele pelo plástico e o leite materno por um leite artificial, separa-se mais e mais a criatura da sua mãe. Inclusive se fabrica modelos de "walkyes talkys" (babás eletrônicas) especiais para escutar a/o bebé de habitações distantes das dos pais. O desenvolvimento industrial e tecnológico não se coloca a serviço das nossas crias, chegando a robotização das funções maternas a extremos inimagináveis.

Simultaneamente a esta "puericultura moderna", medicaliza-se cada vez mais a maternidade; o que tenderia a ser uma etapa prazerosa da nossa vida sexual, converte-se em uma penosa enfermidade. Entregues aos protocolos médicos, as mulheres adormecem a sensibilidade e o contato com os seus corpos, e perde-se uma parte de sua sexualidade: o prazer da gestação, do parto e da extero-gestação – o colo e a amamentação. Paralelamente as mulheres decidiram pelo mundo do trabalho e profissional masculino, feito pelos homens e para os homens, e que portanto exclui a maternidade; por isto a maternidade na sociedade industrializada ficou encerrada no âmbito do doméstico e do privado. Contudo, durante milênios a mulher realizou as suas tarefas e as suas atividades com as/os suas/seus filhas/os penduradas/os aos seus corpos, como todavia ocorre nas sociedades ainda não ocidentalizadas. A imagem da mulher com as/os suas/seus filhas/os deve voltar aos cenários públicos, aos locais de trabalho sob pena de comprometer o futuro do desenvolvimento humano.

A curto prazo parece que o modelo de criação robotizado não é daninho, que não é nada demais, que as crianças sobreviverão; porém pesquisadores como Dr. Michel Odent (1999 - .primal-health.org ), apoiando-se em diversos estudos epidemiológicos, tém demonstrado a relação direta entre diferentes aspectos desta robotização e doenças na idade adulta. Por outro lado, a violência crescente em todos os âmbitos tanto públicos como privados, como tém demonstrado a psicóloga suiço-alemã Alice Miller (1980) e o neurofisiólogo americano James W. Prescott (1975), por citar somente dois nomes, também procede do mal trato e da falta de prazer corporal na primeira etapa da vida humana. Também há estudos que demonstram a correlação entre a dependência às drogas e os transtornos mentais, com agressões e abandonos sofridos na etapa primal. Por isto as/os bebés choram quando sentem falta do que lhes tiraram; elas/es sabem o que necessitam, o que lhes corresponderia neste momento das suas vidas.

Deveríamos sentir um profundo respeito e reconhecimento ao choro das/os bebés, e pensar humildemente que não choram porque sim, ou muito menos, porque são "manhosas/os"... Elas e eles nos ensinam o que estamos fazendo de incorreto.

Também deveríamos reconhecer o que sentimos nas nossas entranhas quando um/a bebé chora; porque podem confundir a mente, porém é mais difícil confundir a percepção visceral – os nossos instintos -. O local da/o bebé é o nosso colo: nesta questão, a/o bebé e os nossos instintos estão de acordo, e ambos tém as suas razões.

Não é certo que dormir com as/os nossas/os filhas/os ("co-leito") seja um fator de risco para o fenômeno conhecido como Síndrome da Morte Súbita. Segundo The Foundation for the Study of Infant Deaths, a maioria dos falecimentos por "morte súbita" produz-se quando as/os lactentes estão no seu berço. Estatísticamente, portanto, é mais seguro para a/o bebé dormir na cama com os seus pais que dormirem sozinhas/os (Angel Alvarez – .primal.es).

Por tudo o que expomos, queremos expressar a nossa grande preocupação com a difusão do método proposto pelo neurólogo E. Estivill no seu livro Duérmete Niño ou na edição em português: NANA NENÉ (baseado pela sua vez no método Ferber divulgado nos EUA), para fomentar e exercitar a tolerância dos pais ao choro de suas/seus bebés; trata-se de um condutismo especialmente radical e evidentemente nocivo, tendo em conta que a/o bebé está ainda numa etapa de formação. Não é um método para tratar os transtornos do sono, como se apresenta, senão para submeter a vida humana na sua mais tenra idade. As gravíssimas conseqüências deste método, tém começado a aparecer.

Necessitamos de uma cultura e uma ciência para uma educação das/os nossas/os filhas/os que seja compatível com a natureza humana, porque não somos robôs, senão mamíferos que sentimos e sofremos quando nos falta o contato físico com aquelas/es que amamos. Para contribuir com este movimento, para que o teu filho ou a tua filha deixe de sofrer já, e se te sentes mal quando escutas chorar o teu bebé, atenda-o, pegue-o nos seus braços para entender o que ele está solicitando; possivelmente seja só isto o que ele queira e necessita, o contacto com o seu corpo. Não o negues.

Escrito às 13:57:11 nas castegorias: Formaçom
por agarimar Email , 1480 palavras, 558 leituras   Portuguese (PT)   Chuza!

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