22-03-2014

Link permanente 18:18:49, por José Alberte Email , 260 palavras   Português (GZ)
Categorias: Novas

CANTA O MERLO: A maioria dos venezianos vota por se independer da Itália

http://www.aporrea.org/internacionales/n247594.html

22 de Março de 2014.- Case 90% dos residentes das cidades de Veneza e Verona querem a secessom da sua província do território italiano, revelou umha votaçom em linha de 5 dias. Agora os activistas planejam organizar outra consulta popular, desta vez oficial.

A maioria dos residentes das cidades italianas de Veneza e Verona votaram por separar-se da Itália com o fim de estabelecer a república soberana de Véneto (nome da província actual). A votaçom, que levou a cabo entre o 16 de Março e 21 Março num sitio web e por telefone, só tem um carácter consultivo.

Segundo os resultados anunciados polos activistas na praça central de Treviso, onde se reunírom nesta sexta-feira multidons de pessoas para aplaudir o resultado, de um total de 2,3 milhons de votantes, a favor da separaçom da Itália pronunciaram-se 2,1 milhões, o que representa 89,10% dos participantes. A sondagem foi organizado por um grupo activista que busca o retorno da independência à província de Véneto e está com a intuito de pôr em prática os seus planos num futuro próximo organizando um referendo oficial.

Cabe mencionar que durante a sua independência, a República de Veneza era umha grande potência que controlava as principais rotas comerciais e tinha várias colónias no Mediterrâneo e fora dele. Em 1797, Napoleom Bonaparte derrocou ao último Dux (mandatário) veneziano e uniu a república a Áustria. Veneza foi unida a território italiano em 1866 no marco de um referendo, o qual é considerado polos activistas do Comité para a independência da regiom de Véneto como um "erro", já que os resultados da consulta popular, na sua opiniom, foram manipulados.

09-03-2014

Link permanente 21:42:53, por José Alberte Email , 1332 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: EUA Instalou um Governo Neo-Nazi na Ukraina

http://www.globalresearch.ca/eua-instalou-um-governo-neo-nazi-na-ukraina/5372156

By Prof Michel Chossudovsky
Global Research, March 06, 2014

De acordo com o New York Times, “Os Estados Unidos e a União Européia abraçaram a revolução ucraniana como um novo florescer da democracia, como um golpe contra o autoritarianismo e a cleptocracia no ex- espaço soviético.” (Depois de um inicial triumfo os líderes da Ukraina estão face a uma batalha de credibilidade – After Initial Triumph, Ukraine’s Leaders Face Battle for Credibility, NYTimes.com, 1 de março de 2014, ênfases acrescentadas)

“Democracia Florescendo e Revolução”? A cruel realidade é uma outra. O que está em jogo é um golpe de estado financiado pelos EUA-UE- OTAN, e isso em bramante violação da lei internacional.

A verdade, proibida de ser dita, é que o ocidente engendrou — através de uma cuidadosamente encenada operação as encobertas — a formação de um regime por procuração, regime esse integrado por Neo-Nazis.

Confirmado pela Adjunta Secretária do Estado Victoria Nyland, organizações chaves na Ukraina, incluindo-se aqui o partido Neo-Nazi Svoboda (Liberdade), foram generosamente apoiadas por Washington: “Nós investimos mais do que 5 bilhões de dólares para ajudar a Ukraina a atingir esses e ainda outros objetivos. … Nós iremos continuar a promover a Ukraina ao futuro que ela merece.”

A mídia ocidental evita, de maneira casual, uma análise da composição e dos fundamentos ideológicos da coalisão governamental. A palavra “Neo-Nazi” é um tabú. Ela foi excluida do dicionário e dos comentários da mídia, que não alternativa ou independente. Essa palavra não irá aparecer nas páginas do New York Times, do Washington Post ou The Independent. Os jornalistas foram instruidos a não usar o termo “Neo-Nazi” para designar os partidos Svoboda [Svoboda lendo-se então Svaboda] e o Sector de Direita.

Composição da Coalisão Governamental

Não estamos tratando aqui com um governo de transição no qual os Neo-Nazis integram os flancos mais afastados da coalisão, formalmente dirigida pelo partido Fatherland (Pátria).

O Cabinete Ministerial não só é integrado pelos partidos Svoboda e Sector de Direita (para aqui já nem se mencionar ex-membros da defunta fascística UNA-UNSO). Para essas duas principais entidades Neo-Nazis, Svoboda e Sector de Direita, foram confiadas posições chaves que garantem a elas o, de-facto, control das Forças Armadas, da Polícia, da Justiça e da Segurança Nacional.

Enquanto o partido Fatherland – Pátria, de Yatsenuyk controla a maioria das pastas, o partido Svoboda, do líder Neo-Nazi Oleh Tyahnybok, não ganhou nenhum posto importante no cabinete ministerial (a julgar pelas aparências isso teria sido a pedido da Assistente Secretária do Estado Victoria Nyland). Entretanto, membros do Svoboda e do Sector de Direita ocupam agora posições chaves nas áreas da Defesa, da Aplicação da Lei, da Educação e da Economia.

US Assistente Secretára do Estado Victória Nyland juntamente com o líder do Neo Nazi Svoboda Oleh Tuahnybok (a esquerda)

FOTO: Andriy Parubiy [a direita] co-fundador do Partido Neo-Nazi Social-Nacional da Ukraina – (posterioemente denominado Svoboda) – foi apontado como Secretário do Comité da Segurança e da Defesa Nacional da Ukraina (RNBOU) – (Рада національної безпеки і оборони України), uma posição chave. O RNBOU supervisiona e inspeciona o Ministério da Defesa, as Forças Armadas, a Aplicação da Lei, a Segurança Nacional e os Serviços de Inteligência. O RNBOU é um corpo deliberativo de central importância. Conquanto formalmente dirigido pelo presidente, ele é administrado pelo Secretariado, o qual tem uma força de trabalho de 180 pessoas, o que inclui especialistas da defesa, inteligência e segurança.

Parubiy foi um dos principais líderes da Revolução Orange de 2004. A sua organização foi financiada pelo ocidente. A mídia ocidental refere-se a ele como o “comandante” do movimento EuroMaidan. Andriy Parubiy assim como o líder do partido Svoboda, Oleh Tyahnybok, é um adepto do nazista ucraniano Stepan Bandera, o qual colaborou nos assassinatos em massa de judeus e polacos durante a Segunda Guerra Mundial.

Reuters / Gleb Garanich

Passeata Neo-Nazi em honra de Stepan Bandera.

Por seu lado, Dmytro Yarosh, líder da delegação do Sector de Direita no parlamento, foi apontado como vice Secretário do RNBOU.

Yarosh era o líder dos paramilitares Neo-Nazis, “Brown Shirts”, durante o movimento de “protesto” na EuroMaidan. [Brown Shirt significando Camisa Marrom]. Ele convocou a ação para o desmantelar do Partido das regiões [o partido do presidente] e do Partido Comunista.

partido Neo Nazi também passa a controlar o judicial com o apontar de Oleh Makhnitsky, do partido Svoboda, para a posição de promotor-geral da Ukraina. Que tipo de justiça irá prevalecer com um reconhecido Neo-Nazi como encarregado da Procuradoria-Geral da República / Ministério Público da Ukraina?

Postos no Cabinete também foram alocados a ex-membros de uma organização Neo-Nazi periférica, a Nacional Assembléia Ucraniana – Defesa Pessoal Nacional Ucraniana (UNA-UNSO):

“Tetyana Chernovol é apresentada na mídia ocidental como uma jornalista de investigação em cruzada, sem que referências sejam feitas ao seu passado na anti-semítica UNA-UNSO. Ela foi nomeada presidente do comité governamental anti-corrupção.

Dmytro Bulatov, conhecido pelo seu alegado sequestramento pela polícia, também tem conexões com a UNA-UNSO. Ele foi apontado como o ministro responsável pelo sector juvenil e de esportes.

Yegor Sobolev, líder de um grupo cívico na Independence Maidan e politicamente na mesma linha que Yatsenyuk. Ele foi apontado presidente do Comité de “Lustration” [limpeza-purificação–oferenda-sacrifício/étnico-religioso], encarregado com o purgar da vida pública e do governo os seguidores do Presidente Yanukovych. (Veja Ukraine Transition Government: Neo-Nazis in Control of Armed Forces, National Security, Economy, Justice and Education, Global Research, 2 de março de 2014.

O Comité de Lustration – irá organizar a perseguição Neo-Nazi e a investigação (caça as bruxas) contra todos os oponentes do novo regime Neo-Nazi. Os alvos dessa campanha serão as pessoas em posição de autoridade no serviço público, nos governos regionais, municipais, na educação, assim como nas áreas de pesquisa, etc. O termo lustration, limpeza-purificação, refere-se aqui a uma “desqualificação massiva” de pessoas associadas com o ex-governo. Esse termo também tem um sentido racial. Com todas as probabilidades isso irá ser virado contra comunistas, russos e membros da comunidade judia.

É importante que se reflita no fato de que o ocidente, formalmente tendo comitimentos a valores democráticos, não só dirigiu o lançamento do golpe contra um presidente eleito, como também depois instalou em seu lugar um governo constituido de Neo-Nazis.

Esse é um governo por procuração, que permite aos Estados Unidos, a OTAN e a União Européia a interferir nos negócios internos da Ukraina, assim como desmantelar as suas relações bilaterais com a Federação Russa. Entretanto, deveria ser entendido que os Neo-Nazis, em última instância, não são os que realmente estão em comando: Abaixo de um “regime de governo indireto” eles recebem suas ordens quanto a questões cruciais nas esferas dos assuntos militares e dos negócios estrangeiros — incluindo-se aqui então o colocamneto de tropas dirigidas contra a Rússia — do Departamento do Estado dos EUA, do Pentágono, e da OTAN.

O mundo está numa encruzilhada perigosa: A estrutura e a composiçäo do governo por procuração, instalado pelo ocidente, não favorece um diálogo nem com o governo, nem com os militares russos.
FOTO – John McCain e o líder do partido Svoboda, Oleh Tyahnybok

Um cenário de escalação militar a qual poderia levar a uma confrontação entre a Rússia e a OTAN é uma clara possibilidade. O Comité da Segurança e da Defesa Nacional da Ukraina (RNBOU) o qual como foi dito acima é controlado pelos Neo-Nazis, tem um papél central em questões militares. Numa eventual confrontação com Moscou, decisões tomadas pela RNBOU dirigida pelo Neo-Nazi Parubiy e seu vice, brown shirt Dmytro Yarosh — em consultação com Washington e Bruxelas — poderia vir a ter consequências potencialmente devastadoras.

Entretanto, nem precisaria de ser dito que o “apoio” a formação do governo Neo-Nazi, de maneira nenhuma implicaria nesse caso , o desenvolvimentos de “tendências fascistas” dentro do contexto da Casa Branca, do Departamento do Estado e do Congresso dos Estados Unidos.

“O florescer da democracia” na Ukraina — para usar as palavras do New York Times — é endossada pelos Republicanos e Democratas. Esse é um projeto bipartisan. Caso tenhamos esquecido, o senador John McCain é um firme apoiante e amigo do líder Oleh Tyahnybok, do Neo Nazi Svoboda. (Veja foto acima).

Michel Chossudovsky

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Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: A guerra pela controle da Ukraina: Porque essa é uma estratégia de tensão

By Manlio Dinucci
Global Research, March 06, 2014
ilmanifesto.it

A guerra para o controle da Ukraina começou com um poderoso psyop, ou seja, operação de guerra psicológica, onde se utilizam armas de distração de massas já experimentadas. As imagens com as quais a televisão bombardeia nosso espírito nos mostram os militares russos que ocupam a Criméia. Nenhuma dúvida, portanto, sobre quem é o agressor. Contrariamente, conosco permaneceram outras imagens, como aquela do secretário do partido comunista ucraniano de Leopoli, Rotislav Vasilko, torturado pelos neo-nazis que brandiam mesmo frente aos seus olhos uma cruz de madeira [1] (veja comunicado de Contropiano). Esses eram os mesmos que assaltam as sinagogas e gritam “Heil Hitler”, em de quando ressucitando o pogrom de 1941. Os mesmos financiadores e os mesmos treinadores durante os anos, através de serviços secretos e seus NGOs, através dos Estados Unidos e da OTAN. Eles fizeram a mesma coisa na Líbia e estão a caminho de o fazer o mesmo na Síria, utilizando grupos de islamistas recentemente definidos como terroristas. Há dez anos que nós estivemos documentando no il manifesto (cf. Ukraine, le dollar va aux élections- o dólar vai as eleições, 2004) como Washington financiou e organizou a “revolução orange”, ou seja o golpe de estado de 2004, e a ascensão à presidência de Victor Yushchenko, o qual tinha a intenção de levar Ukraina a OTAN. Já a seis anos vínhamos descrevendo as manobras militares denominadas como “Brisa do Mar” a qual operava na Ukraina sob as diretivas da “Parceiros para a Paz” dizendo que “a brisa do mar” que sopra sobre o Mar Negro está a prenunciar os ventos de guerra” [cf. Jogos de guerra no Mar Negro, 2008 [2].

Rotislav Vasilko, torturado por néo-nazis que brandiam uma cruz de madeira frente a seus olhos

Para se comprender o que está para se passar na Ukraina não é suficiente de se olhar só para as imagens de hoje. É necessário que se veja todo o filme. Tem-se que observar a sequência da expansão da OTAN ao Leste, que em 10 anos, 1999-2009, abrangeu todos os países do ex-pacto de Varsóvia, antigamente aliados da União Soviética, URSS. Três países da ex-URSS e dois da ex-Yugoslávia deslocaram suas bases e forças militares e com elas a capacidade nuclear, sempre mais para junto da Rússia, armando-se em um “círculo” ou colar anti-mísseis os quais não são instrumentos de defesa, mas de ofensiva. Isso sendo feito apesar dos repetidos avisos e advertências de Moscou, os quais são ignorados ou tornados em charadas do tipo “esses são passados estereótipos da guerra fria…”. O verdadeiro fim nessa escalada não é a adesão da Ukraina na União Européia, mas a anexação da Ukraina na OTAN.

A estratégia da EUA/OTAN é uma real estratégia de tensão que, além do problema da Europa, tem o fim de redimensionar o poder que conservou a maior parte do território e dos recursos da URSS, ou seja, a Rússia, a qual se restabelece da crise econômica do pós-guerra fria, relançou sua política exterior, veja-se aqui o papél feito na Síria, e que se virou a China para criar uma aliança que potencialmente pudesse contrabalançar o super-poder dos Estados Unidos.

Mas, através da estratégia de tensão se coagiu a Rússia, como dantes foi feito com a URSS, a um curso de maiores e maiores despesas com armamentos, e isso tendo como objetivo o de aumentar-lhe as dificuldades econômicas internas, o que ainda pressionaria a maioria da população. Estão aqui fazendo o que podem para que a Rússia reaja militarmente e possa então abaixo desse pretexto ser afastada do grupo das “grandes democracias”. Aqui se ameaça então com a exclusão da G8.

A representante dos Estados Unidos na ONU, Samantha Power, galopando na “responsabilidade de proteger” outorga aos Estados Unidos o poder divino, e exige o envio de observadores (Osce) na Ukraina. Os mesmos que dirigidos por William Walker, antigamnete dirigiram os serviços secretos americanos dos Estados Unidos em El Salvador e serviram 1998-99 de cobertura a CIA no Kosovo, em fornecendo a UCK instruções e telefonia por satélite. Isso sendo para a guerra que a OTAN estava a ponto de deslanchar. Durante 78 dias, levantaram voo, principalmente de bases italianas. 1100 aviões de guerra efetuaram 38.000 saídas e lançaram 23.000 bombas e mísseis. A guerra terminou com o acordo de Kumanovo, o qual previa um Kosovo em grande medida autônomo, com uma garnisão da OTAN, mas sempre ainda dentro da soberanidade de Belgrado. Esse acordo foi anulado com a independência autoproclamada do Kosovo, a qual foi reconhecida pela OTAN e quase por toda a União Européia, A Espanha, a Grécia, a Eslováquia, a Romênia e Chipre não reconheceram essa autoproclamação. Essa é a mesma OTAN que hoje, através das boca de Rasmussen, acusa a Rússia de violar na Ukraina os direitos internacionais.

Manlio Dinucci

05-03-2014

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Categorias: Novas

CANTA O MERLO: Vitória do Povo Cipriota

http://www.resistir.info/

Chipre derrotou as privatizações imposta pela UE. Sexta-feira, 28 de Fevereiro, o Parlamento de Chipre – após enormes manifestações populares – recusou-se a autorizar as privatizações selvagens impostas pela Troika. O plano de privatizações de três grandes empresas públicas teve 25 votos contra dos comunistas (AKEL) e outros partidos democráticos, 25 votos a favor e 5 abstenções. O plano de privatizações era um elemento chave do acordo com o FMI e a UE. Em consequência, após a rejeição do plano, o governo reaccionário local pediu a demissão. "Não aceitaremos a dilapidação do património nacional" , declara o AKEL. O AKEL recusa com firmeza as privatizações, defende a saída de Chipre do Euro e o abandono da UE.

Notícias como esta não são divulgadas na TV portuguesa... tampouco na TVG, nos jornais,nas emissoras de rádio. Só comunicam o que o amo lhes permite.

03-03-2014

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Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: Ex-jurista do Banco Mundial revela como a elite domina o mundo

Karen Hudes, ex membro do Banco Mundial, despedida por revelar informaçom sobre a corrupçom no banco, explicou com detalhe os mecanismos bancários para dominar o nosso planeta.

Karen Hudes é licenciada da escola de Direito de Yale e trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial durante 20 anos. Em qualidade de assessora jurídica superior, tivo suficiente informaçom para obter umha visom global de como a elite domina ao mundo. Deste modo, o que conta nom é umha 'teoria da conspiraçom' mais.

De acordo com a especialista, citada polo portal Exposing The Realities, a elite usa um núcleo hermético de instituiçons financeiras e gigantes corporaçons para dominar o planeta.

Citando um explosivo estudo suíço de 2011 publicado na revista 'Plos One' sobre a "rede de controlo corporativo global", Hudes assinalou que um pequeno grupo de entidades, na sua maioria instituiçons financeiras e bancos centrais, exercem umha enorme influência sobre a economia internacional entre bastidores. "O que realmente está a suceder é que os recursos do mundo estám a ser dominados por este grupo", explicou a perito com 20 anos de antigüidade no Banco Mundial, e agregou que os "capturadores do poder corruptos" alcançaram dominar os meios de comunicaçom também. "Está-se-lhes permitido fazê-lo", assegurou.

O estudo suíço que mencionou Hudes foi levado a cabo por umha equipa do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zúric. Os investigadores estudaram as relaçons entre 37 milhons de empresas e investidores de todo mundo e descobriram que existe umha "super-entidade" de 147 mega-corporaçons muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial.

Mas as elites globais nom só controlam estas mega-corporaçons. Segundo Hudes, também dominam as organizaçons nom eleitas e que nom rendem contas mas sim controlam as finanças de quase todas as naçons do planeta. Trata do Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, como a Reserva Federal estadounidense, que controlam toda a emissom de dinheiro e a sua circulaçom internacional.

O banco central dos bancos centrais

A cima deste sistema é o Banco de Pagos Internacionais (BPI): o banco central dos bancos centrais.

"Umha organizaçom internacional imensamente poderosa da qual a maioria nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissom de dinheiro do mundo inteiro. É o chamado o Banco de Pagos Internacionais [Bank for International Settlements], e é o banco central dos bancos centrais. Está situado em Basileia, Suíça, mas tem sucursais em Hong Kong e em Cidade de México. É essencialmente um banco central do mundo nom eleito que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...). Hoje, 58 bancos centrais a nível mundial pertencem ao BPI, e tem, com muito, mais poder na economia dos Estados Unidos (ou na economia de qualquer outro país) que qualquer político. Cada dous meses, os banqueiros centrais reúnem-se em Basileia para outra 'Cimeira de Economia Mundial'. Durante estas reunions, tomam-se decisons que afectam a todo o homem, mulher e criança do planeta, e nengum de nós tem voz no que se decide. O Banco de Pagos Internacionais é umha organizaçom que foi fundada pola elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser umha das pedras angulares do próximo sistema financeiro global unificado".

Segundo Hudes, a ferramenta principal de escravizar naçons e Governos inteiros é a dívida.

"Querem que mos seja todos escravos da dívida, querem ver a todos os nossos Governos escravos da dívida, e querem que todos os nossos políticos sejam adictos aos gigantes contributos financeiros que eles canalizam nas suas campanhas. Como a elite também é dona de todos os meios de informaçom principais, esses meios nunca revelárom o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira em que funciona o nosso sistema",

Texto completo em: http://actualidad.rt.com/economia/view/121399-jurista-banco-mundial-revela elite-domina mundo

18-02-2014

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CANTA O MERLO: Jogos para crianças, gratis.

Aqui tedes um endereço de jogos para crianças. Som gratis

http://www.pandajogosgratis.com/

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Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: Protestos orquestrados por Washington desestabilizam a Ucrânia

por Paul Craig Roberts [*]

Os protestos no ocidente da Ucrânia são organizados pela CIA, pelo Departamento de Estado dos EUA e por organizações não governamentais (ONGs) financiadas pela UE que trabalham em conjunto com a CIA e o Departamento de Estado. A finalidade dos protestos é anular a decisão do governo independente da Ucrânia de não aderir à UE.

Os EUA e a UE inicialmente estavam a cooperar no esforço para destruir a independência da Ucrânia e torná-la uma entidade subserviente ao governo da UE em Bruxelas. Para o governo da UE, o objectivo é expandir a UE.

Para Washington as finalidades são tornar a Ucrânia disponível para o saqueio por bancos e corporações dos EUA e trazer a Ucrânia para dentro da NATO de modo a que Washington possa ganhar mais bases militares na fronteira da Rússia.

Há três países no mundo que estorvam o caminho da hegemonia de Washington sobre o mundo – a Rússia, a China e o Irão. Cada um destes países é atacado por Washington para derrube ou para que a sua soberania seja degradada pela propaganda e bases militares dos EUA que deixam os países vulneráveis a ataque, portanto coagindo-os a aceitar a vontade de Washington.

O problema que se levanta entre os EUA e a UE em relação à Ucrânia é que os europeus perceberam que a tomada da Ucrânia é uma ameaça directa à Rússia, a qual pode cortar o petróleo e gás natural à Europa, e se houver guerra destruir a Europa completamente. Consequentemente, a UE tornou-se mais favorável a parar de provocar protestos na Ucrânia.

A resposta da neoconservadora Victoria Nuland, nomeada secretária de Estado Assistente pelo Obama de duas caras, foi "F**-se a UE", quando tratava de descrever os membros do governo ucraniano que Washington pretendia impor sobre um povo tão inconsciente a ponto de acreditar que estão a alcançar a independência ao precipitar-se nos braços de Washington. Outrora eu pensava que nenhuma população do mundo podia ser tão inconsciente quanto a população dos EUA. Mas eu estava errado. Os ucranianos ocidentais são ainda mais inconscientes do que os americanos.

A orquestração da "crise" na Ucrânia é fácil. A neoconservadora secretária de Estado Assistente Victoria Nuland contou no National Press Club, em Washington, dia 13/Dezembro/2013, que os EUA "investiram" US$5 mil milhões em agitação na Ucrânia.

A crise assenta essencialmente na Ucrânia ocidental, onde ideias românticas acerca da opressão russa são fortes e a população é menos russa do que na Ucrânia oriental.

O ódio da Rússia na Ucrânia ocidental é tão disfuncional que os ludibriados protestantes não percebem que aderir à UE significa o fim da independência da Ucrânia e o domínio por parte dos burocratas da UE em Bruxelas, do Banco Central Europeu e de corporações dos EUA. Talvez a Ucrânia seja dois países. A metade ocidental poderia ser dada à UE e a corporações dos EUA e a metade oriental poderia ser reincorporada como parte da Rússia, onde assentava toda a Ucrânia desde que os EUA existem.

A insatisfação para com a Rússia que existe na Ucrânia ocidental torna fácil para os EUA e a UE provocar perturbações. Aqueles em Washington e na Europa que pretendem destruir a independência da Ucrânia retratam-na como uma refém da Rússia, enquanto a Ucrânia na UE estaria alegadamente sob a protecção dos EUA e da Europa. As grandes somas de dinheiro que Washington despeja em ONGs na Ucrânia propagam esta ideia e trabalham a população para uma inconsciência frenética. Nunca na minha vida testemunhei um povo tão inconsciente como os protestantes ucranianos que estão a destruir a independência do seu país.

As ONGs financiadas pelos EUA e UE são quinta colunas destinadas a destruir a independência dos países nos quais operam. Algumas pretendem ser "organizações de direitos humanos". Outras doutrinam pessoas sob a capa de "programas de educação" e de "construção da democracia". Outras ainda, especialmente aquelas dirigidas pela CIA, especializam-se em provocações, tais como as "Pussy Riot". Poucas, se é que alguma, destas ONGs são legítimas. Mas elas são arrogantes. O chefe de uma da ONGs anunciou antges das eleições iranianas na qual Mousavi era o candidato de Washington e da CIA que a eleição resultaria numa Revolução Verde. Ele sabia antecipadamente, porque havia ajudado a financiá-la com dólares do contribuinte estado-unidense. Escrevi acerca disso na altura. Isso pode ser encontrado no meu sítio web, www.paulcraigroberts.org , e no meu livro que acaba de ser publicado, How America Was Lost.

Os "protestantes" ucranianos têm sido violentos, mas a polícia tem sido contida. Washington tem um interesse oculto em manter os protestos em andamento na esperança de transformá-los numa revolta de modo a que possa apossar-se da Ucrânia. Esta semana a Câmara de Deputados dos EUA aprovou uma resolução a ameaçar sanções se os protestos violentos fossem sufocados pela polícia.

Por outras palavras, se a polícia ucraniana comportar-se com protestantes violentos do mesmo modo como a polícia dos EUA comporta-se com protestantes pacíficos, isso é uma razão para Washington interferir nos assuntos internos da Ucrânia. Washington está a utilizar os protestos para destruir a independência da Ucrânia e já tem pronta uma lista de fantoches que pretende instalar como o próximo governo do país.
[*] Ex secretário Assistente do Tesouro para Política Económica e editor associado do Wall Street Journal. Colaborou na Business Week, Scripps Howard News Service e Creators Syndicate. Seu livro mais recente é The Failure of Laissez Faire Capitalism and Economic Dissolution of the West .

O original encontra-se em www.globalresearch.ca/...

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

15-02-2014

Link permanente 16:21:35, por José Alberte Email , 1494 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: A Ucrânia e o renascimento do fascismo na Europa

por Eric Draitser [*]

A violência nas ruas da Ucrânia é muito mais do que uma manifestação da ira popular contra um governo. É, ao invés, simplesmente o exemplo mais recente da ascensão da mais insidiosa forma de fascismo que a Europa já viu desde a queda do Terceiro Reich.

Os últimos meses assistiram a protestos regulares da oposição política ucraniana e seus apoiantes – protestos ostensivamente em resposta à recusa do presidente Yanukovich a assinar um acordo comercial com a União Europeia, encarado por muitos observadores políticos como o primeiro passo rumo à integração europeia. Os protestos foram razoavelmente pacíficos até 17 de Janeiro, quando manifestantes armados com paus, capacetes e bombas improvisadas desencadearam uma violência brutal sobre a polícia, atacando edifícios governamentais, batendo em quem fosse suspeito de simpatias pelo governo e provocando destruição generalizada nas ruas de Kiev. Mas quem são estes extremistas violentos e qual é a sua ideologia?

A formação política conhecida como "Pravy Sektor" (Sector Direita) é basicamente uma organização chapéu para um certo número de grupos ultra-nacionalistas (ler fascistas) incluindo apoiantes do Partido "Svoboda" (Liberdade), "Patriotas da Ucrânia", "Ukrainian National Assembly – Ukrainian National Self Defense" (UNA-UNSO) e "Trizub". Todas estas organizações partilham uma ideologia comum que entre outras coisas é veementemente anti-russa, anti-imigrantes e anti-judia. Além disso, partilham uma reverência comum pela chamada "Organização de Nacionalistas Ucranianos" liderada por Stepan Bandera, os infames colaboradores dos nazis que combateram activamente contra a União Soviética e cometeram algumas das piores atrocidades da II Guerra Mundial.

Apesar de forças políticas ucranianas, oposição e governo, continuarem a negociar, uma batalha muito diferente está a ser travada nas ruas. Utilizando intimidação e força bruta mais típica dos "Camisas castanhas" de Hitler ou dos "Camisas negras" de Mussolini do que de um movimento político contemporâneo, estes grupos conseguiram transformar um conflito sobre política económica e alianças políticas do país numa luta existencial pela própria sobrevivência da nação que estes assim chamados "nacionalistas" afirmam amar tão ardentemente. As imagens de Kiev a queimar, as ruas de Lvov cheias de brutamontes e outros exemplos assustadores do caos no país ilustram sem sombra de dúvida que a negociação política com a oposição do Maidan (a praça central de Kiev e centro dos protestos) já não é a questão central. É, antes, a questão de apoiar ou rejeitar o fascismo ucraniano.

Pelo seu lado, os Estados Unidos lançaram-se no lado da oposição, sem considerar o seu carácter político. No princípio de Dezembro, membros do establishment dirigente dos EUA, tais como John McCain e Victoria Nuland, foram vistos no Maidan a apoiar os manifestantes. Entretanto, quando nos últimos dias o carácter da oposição se tornou evidente, os EUA e a classe dominante ocidental e sua máquina dos media pouco fizeram para condenar o levantamento fascista. Ao invés disso, seus representantes encontraram-se com representantes do Sector Direita e consideraram que não eram "ameaça". Por outras palavras, os EUA e seus aliados deram aprovação tácita à continuação e proliferação da violência em nome do seu objectivo final: a mudança de regime.

Numa tentativa de arrancar a Ucrânia da esfera de influência russa, a aliança EUA-UE-NATO aliou-se, não pela primeira vez, com fascistas. Naturalmente, durante décadas, milhões na América Latina foram desaparecidos ou assassinados por forças militares fascistas armadas e apoiadas pelos Estados Unidos. Os mujahideen do Afeganistão, os quais depois transmutaram-se na Al Qaeda, também reaccionários ideológicos extremos, foram criados e financiados pelos Estados Unidos com o objectivo de desestabilizar a Rússia. E naturalmente há a penosa realidade da Líbia e, mais recentemente da Síria, onde os Estados Unidos e seus aliados financiam e apoiam extremistas jihadistas contra um governo que se recusa a alinhar com os EUA e Israel. Há um padrão perturbador aqui que não tem sido compreendido por observadores políticos: os Estados Unidos sempre fazem causa comum com extremistas de direita e fascistas para ganho geopolítico.

A situação na Ucrânia é profundamente perturbadora porque representa uma conflagração política que poderia muito facilmente dilacerar o país menos de 25 anos depois de se tornar independente da União Soviética. Contudo, há outro aspecto igualmente perturbador na ascensão do fascismo naquele país – ele não está só.

Ameaça fascista por todo o continente

A Ucrânia e a ascensão do extremismo de direita não pode ser vista, muito menos entendida, isoladamente. Deve, ao invés, ser examinada como fazendo parte de uma tendência crescente através da Europa (e na verdade do mundo) – uma tendência que ameaça os próprios fundamentos da democracia.

Na Grécia, a austeridade selvagem imposta pela troika (FMI, BCE e Comissão Europeia) arruinou a economia do país, levando a uma depressão tão má, se não pior, quanto a Grande Depressão nos Estados Unidos. É contra este pano de fundo do colapso económico que o partido Aurora Dourada cresceu até se tornar o terceiro maior partido político do país. Esposando uma ideologia de ódio, o Aurora Dourada – efectivamente um partido nazi que promove o chauvinismo anti-judeu, anti-imigrante e anti-mulher – é uma força política que o governo de Atenas entendeu ser uma grave ameaça ao próprio tecido da sociedade [NR] . Foi esta ameaça que levou o governo a deter a liderança do partido depois de um nazi da Aurora Dourada ter esfaqueado um rapper anti-fascistas. Atenas lançou uma investigação ao partido, embora os resultados desta investigação e o processo permaneçam pouco claros.

O que torna o Aurora Dourada uma ameaça tão insidiosa é o facto de que, apesar da sua ideologia central nazista, sua retórica anti-UE e anti-austeridade atrai muita gente na Grécia economicamente devastada. Tal como muitos movimentos fascistas no século XX, o Aurora Dourada transforma em bodes expiatórios os imigrantes, muçulmanos e africanos por muitos dos problemas que os gregos enfrentam. Em circunstâncias económicas terríveis, tal ódio irracional torna-se atraente; uma resposta à questão de como resolver problemas da sociedade. Na verdade, apesar de líderes do Aurora Dourada estarem presos, outros membros do partido ainda estão no parlamento, ainda concorrem a funções como à presidência de Atenas. Embora uma vitória eleitoral seja improvável, outra mostra de força nas eleições tornará muito mais difícil a erradicação do fascismo na Grécia.

Se este fenómeno estivesse confinado à Grécia e à Ucrânia, ele não constituiria uma tendência continental. Contudo, tristemente vemos a ascensão, embora menos abertamente fascista, de partidos políticos por toda a Europa. Na Espanha, o Partido do Povo, governante e pró austeridade, avançou com leis draconianas restringindo o protesto e a liberdade de palavra, bem como fortalecendo e aprovando tácticas policiais repressivas. Em França, o partido da Frente Nacional, de Marine Le Pen, que veementemente transforma imigrantes muçulmanos e africanos em bodes expiatórios, ganhou aproximadamente vinte por cento dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais. Analogamente, na Holanda, o Partido pela Liberdade – que promove políticas anti-muçulmanas e anti-imigrantes – cresceu a ponto de se tornar o terceiro maior partido no parlamento. Por toda a Escandinávia, partidos ultra-nacionalistas que outrora totalmente irrelevantes e obscuros são agora actores significativos em eleições. Estas tendências são preocupantes, para dizer o mínimo.

Também deveria ser observado que, para além da Europa, há um certo número de formações políticas quase-fascistas que são, de uma maneira ou de outra, apoiadas pelos Estados Unidos. O golpe de direita que derrubou os governos do Paraguai e de Honduras foram tacitamente e/ou abertamente apoiados por Washington no seu objectivo aparentemente infindável de suprimir a esquerda na América Latina. Naturalmente, também deveria ser lembrado que o movimento de protestos na Rússia foi encabeçado por Alexei Navalny e seus seguidores nacionalistas que adoptam uma ideologia racista e anti-muçulmana que encara imigrantes do Cáucaso russo e de outras antigas repúblicas soviéticas como inferiores a "russos europeus". Estes e outros exemplos pintam um retrato muito feio de uma política externa estado-unidense que tenta utilizar a adversidade económica e a reviravolta política para estender a hegemonia dos EUA por todo o mundo.

Na Ucrânia, o "Sector Direita" retirou o combate da mesa de negociação para as ruas numa tentativa de cumprir o sonho de Stepan Bandera – uma Ucrânia livre da Rússia, de judeus e de outros vistos como "indesejáveis". Animatdo pelo apoio contínuo dos EUA e da Europa, estes fanáticos representam uma ameaça mais grave para a democracia do que Yanukovich e o governo pró russo. Se a Europa e os Estados Unidos não reconhecem esta ameaça no seu início, quando o fizerem poderá ser demasiado tarde.
31/Janeiro/2014

Ver também:
O movimento anti-UE propaga-se por toda a Europa ... excepto na Ucrânia
Ucrânia: "A opção europeia será também a opção militar a favor da NATO"
Washington Collaborates with Ukrainian Neo-Nazis
Ukraine “Color Revolutions”: At the Crossroads of Euro-Atlantic and Eurasian Power Politics

[NR] É muito discutível que o actual governo de Atenas tenha esse entendimento. A sua atitude é, antes, de conivência passiva e omissão. Forças policiais gregas pouco ou nada fazem para reprimir o Aurora Dourada, só actuando em casos extremos.

[*] Fundador do StopImperialism.com , analista geopolítico independente residente em Nova York, ericdraitser@gmail.com .

O original encontra-se em www.globalresearch.ca/ukraine-and-the-rebirth-of-fascism-in-europe/5366852

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

08-02-2014

Link permanente 22:44:54, por José Alberte Email , 669 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: A filha menor do Rei tomou-os o pelo a todos e confirmou que a Família Real nom é de fiar

http://www.elplural.com/

Por Fernando de Silva

No "dia D" para a Infanta Cristina, cumpre-se o guiom previsto, e assistimos à negaçom da evidência

Com a presença de muitas bandeiras republicanas, sem surpresas, com um desdobramento policial inaudito e desproporcionado, que nos custará aos contribuintes muitos milhares de euros, a imputada Infanta Cristina acedeu ao Julgado de Palma em carro, privilégio do que se encontram privados o resto dos mortais. Trata-se de brinda-la e escondê-la para impedir que possa ser legitimamente reprochada por quem duvidam da sua inocência, que nom som outros que muitos dos sofridos cidadaos que sentem escandalizados pola corrupçom generalizada, e que afecta de forma especial à Família Real. Muito logo teve lugar o seu segundo privilégio, ao nom passar polo arco de segurança, como é de obrigado cumprimento para todos os que acedem ao interior de um Julgado.

Mas nom acabam aqui as concessons especiais porque, à margem dos exaustivos registros para impedir a existência tabletas e telemóvel no interior da Sala, decidiu-se que a sua declaraçom só possa ser gravada em áudio, impedindo que o vídeo, que se utiliza habitualmente neste tipo de actuaçons judiciais, possa reflectir a linguagem do rosto, que tanto pode delatar a quem mente com a palavra mas é incapaz de dissimulado com os seus gestos. Precisamente para dar mais autenticidade às declaraçons, a que fosse Ministra de Justiça, Margarida Marechal de Gante, introduziu há anos na justiça a gravaçom em vídeo, da que inexplicavelmente se livra agora a Infanta Cristina.

Nom pudemos ver à Infanta mais de cinco segundos, mas foi capaz de saudar aos jornalistas com um sorriso forçado e nervoso, imprópria de quem sente inocente. Isso sim, aos cidadaos se impediu achegar-se a menos de 100 metros da porta do Julgado, o que resulta inaudito num estado democrático, ainda que sim se pudérom escutar os berros de indignaçom ao longe. E nom é bom, senom todo o contrário, que una membro da Família Real esquive a presença dos seus súbditos, ou lacaios, porque isso é no que nos convertérom, que alimentárom durante anos os seus caprichos e alto nível económico. O único detalhe de normalidade que se viu é a chegada do Juiz Castro, que acudiu ao Julgado em moto, como nele é habitual.

A Infanta, seguindo o guiom, ante o exaustivo interrogatório de 400 perguntas ao que foi submetida polo juiz Castro durante mais de duas horas e média, limitou-se a negar a sua participaçom em Nóos e Aizoon com respostas evasivas, assumindo o papel de esposa parva e submissa, que nom se dava conta de nada, e que nunca se perguntava como era possível manter um nível de vida incompatível com os ingressos do casal. Isso sim, foi explícita à hora de insistir em que “eu confiava no meu marido”, o que resulta contraditório com o feito de nom interpretar o papel de esposa enganada e defraudada polo seu esposo, com o que convive dentro da normalidade e mantém umha evidente cumplicidade. Também nom se comprometeu a devolver o dinheiro, que agora já sabe era de procedência ilícita, o que demonstra que nom tem um pêlo de parva.

Dando por suposto que se negará a contestar as perguntas das acusaçons, que o Fiscal se limitará a ocupar um papel testemunhal, e que as respostas às perguntas do seu advogado de jeito nengum a comprometérom, nem tam sequer é necessário esperar no final da sua declaraçom para extrair as conclusons finais.

Em resumo, hoje a Infanta Cristina, acolhendo-se ao seu direito a nom declarar contra sim mesma, tomou-nos o pêlo a todos, e confirmou que a Família Real nom é de fiar. Durante anos investiu-se muito dinheiro público na sua preparaçom, que se supom é superior à ignorância demonstrada esta mesma manhá, polo que os cidadaos sentir enganados mais umha vez por umha família que vive à conta dos nossos impostos. Parece evidente que, seja qual for a decisom judicial final, a monarquia está hoje ainda mais desprestigiada e tem os dias contados neste país, polo bem da decência colectiva.

06-02-2014

Link permanente 00:25:47, por José Alberte Email , 226 palavras   Português (GZ)
Categorias: Novas

CANTA O MERLO: A ONU denuncia ao Vaticano por permitir aos sacerdotes violar a milhares de crianças

http://actualidad.rt.com/

A ONU denunciou ao Vaticano por permitir "sistematicamente" aos sacerdotes violar a milhares de crianças, informa a corrente BBC.

A organizaçom mundial também exigiu ao Vaticano "expulsar de imediato" aos clérigos suspeitos de abusar sexualmente a menores.

O Comité de Direitos Humanos da ONU criticou a adopçom por parte do Vaticano de políticas que permitiram aos sacerdotes violar e abusar sexualmente a dezenas de milhares de crianças, e instou a abrir os arquivos vaticanos sobre os pedófilos e os eclesiásticos que ocultavam os seus delitos.

No seu relatório, emitido nesta quarta-feira, o comité da ONU também criticou fortemente à S. Sé polas suas atitudes para a homosexualidade, a anticoncepçom e o aborto e instou-a a rever as suas políticas para garantir os direitos das crianças e o seu acesso à atençom sanitária.

O comité emitiu as suas recomendaçons depois de submeter o Vaticano a um interrogatório o mês passado sobre a aplicaçom da Convençom da ONU sobre os Direitos da Criança, o principal tratado internacional que garante os direitos de menores.

Por sua parte, o serviço de imprensa da Santa Sé publicou um comunicado na sua página web oficial no que afirma que o Vaticano "terá em conta" o relatório, mas assegura que "alguns artigos do documento som umha tentativa de interferir nos ensinos da Igreja católica sobre a dignidade humana e a liberdade religiosa".

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