27-01-2012

Link permanente 19:19:28, por José Alberte Email , 270 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: As matanças do FMI, o experimento chileno – Terror e Miséria

http://elcaminodehierro.blogspot.com/2010/09/el-milagro-de-chile.html

Em 1973, ano em que o general Pinochet tomou o poder, a taxa de desemprego em Chile era de 4,3 por 100. Em 1983, trás dez anos de modernizaçom de livre mercado, o desemprego alcançou o 22 por 100. Os salários reais desceram um 40 por 100 baixo o governo militar. Em 1970, o 20 por 100 da populaçom chilena vivia na pobreza. Para o ano em que o «presidente» Pinochet deixou o cargo, o número de indigentes duplicou-se até alcançar o 40 por 100. Todo um milagre.

Pinochet nom destruiu a economia de Chile só. Foram necessários nove anos de duro trabalho das mentes mais brilhantes do mundo académico, o grupo de aprendizes de Milton Friedman a quem já mencionamos: os Chicagos Boys. Baixo o feitiço das suas teorias, o general eliminou o salário mínimo, ilegalizou os direitos de negociaçom dos sindicatos, privatizou o sistema de pensons, aboliu todos os impostos sobre a riqueza e os benefícios empresariais, recortou o emprego público, privatizou 212 empresas propriedade do estado e 66 bancos e administrou um superavit fiscal. O general fixo marchar à sua naçom polo carreiro «neoliberal» (livre mercado), e pronto Thatcher, Reagan, Bush, Clinton, o FMI e todo o planeta seguiriam o seu exemplo.

Mas, que ocorreu realmente em Chile? Livre das esgotadas maos da burocracia, os impostos e as normas sindicais, o país deu um salto de gigante adiante? para a bancarrota. Depois de nove anos de economia ao estilo de Chicago, a indústria chilena naufragou e morreu. Em 1982 e 1983, o PIB desceu um 19 por 100. Isto é umha depressom. O experimento de livre mercado estava kaput, os tubos de ensaio factos cachiços. O sangue e os cristais cobriam o chao do laboratório.

18-01-2012

Link permanente 19:43:23, por José Alberte Email , 247 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

Paul Craig Roberts; "A guerra contra Irám poderia acabar com a vida na terra - Espanha em bancarrota, desprovista de qualquer dignidade ou honra, apoia a nova guerra que poderia acabar com a vida na terra"

PressTV, Aporrea

Um ex funcionário estadounidense advertiu que EE. UU. quer responsabilizar a Israel pola possível guerra de Washington contra Irám que poderia acabar com a vida na Terra.

As advertências de EE. UU. a Israel de nom atacar a Irám é para evitar a responsabilidade para a guerra que Washington a preparado, escreveu o ex assistente do Secretário do Tesouro, Paul Craig Roberts, num artigo em Global Research.

"Se a guerra sai-se de controlo, e se Rússia e China intervém ou armas nucleares começam a voar, Washington quer responsabilizar o demais a Israel, e Israel parece estar disposto a aceitar a culpa", dixo Craig Roberts.

"Se Washington nom queria umha guerra contra Irám nom forneceria as armas necessárias a Israel. Nom despregaria a milhares de tropas estadounidenses a Israel", argumentou o ex funcionário.

"Washington nom desenvolveria um sistema de defesa anti-mísseis para Israel e nom estaria a conduzir exercícios conjuntos com o exército israelense para assegurar-se de que funciona", acrescentou Craig Roberts.

"Washington nom impedirá a guerra que tom fervorosamente deseja. Também nom o fará a NATO, fantoches de Washington", dixo.

"Gram-Bretanha fai o que se lhe di, Alemanha submissa e ocupada, França em quebra, Itália ocupada com bases aéreas estadounidenses com um governo infiltrado pola CIA, Espanha e Grécia em bancarrota, todos, com a esperança de umha chuva de dólares da EE.UU. e desprovistos de qualquer dignidade ou honra, apoiam a nova guerra que poderia acabar com a vida na terra", acrescentou Paul Craig Roberts.

15-01-2012

Link permanente 02:03:38, por José Alberte Email , 63 palavras   Português (GZ)
Categorias: Novas

CANTA O MERLO: Grécia - O saqueio dos banqueiros obriga a numerosas famílias a abandonar os filhos

www.larepublica.es

O saqueio dos banqueiros causante da crise económica e financeira que actualmente afecta a Grécia gerou tanta depressom social, miséria, que obriga a muitas famílias a renunciar todo o mais prezado que tem: os seus filhos. Nos últimos dous meses, várias crianças foram abandonadas às portas de instituições religiosas, segundo contou um sacerdote ortodoxo que dirige um centro para nenos sem recursos.

08-01-2012

Link permanente 19:50:23, por José Alberte Email , 153 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Os CIEs, campos de concentraçom no reino boubónico

http://www.larepublica.es

Em dous anos já morrêrom três imigrantes nos novos campos de concentraçom do reino boubónico

Um jovem africano de 21 anos faleceu os passados dias num cárcere de imigrantes de Barcelona.

O jovem, que fora transferido a Barcelona o passado 22 de Dezembro desde o Centro de Internamento de Estrangeiros (CIE) de Melilla, encontrava-se passada a meia-noite na cela com outro cinco internos também africanos, quem alertaram aos vigilantes de que o jovem estava a ter problemas respiratórios. Está-se pendente dos resultados da autópsia para confirmar as causas do seu falecimento

Um historial de mortes preocupante

Os dados do cárcere de imigrantes de Zona Franca som alarmantes. Em questom de dous anos já morreram três internos em circunstâncias estranhas. Os dous últimos foram um jovem de Equador e outro de Marrocos.

Os CIEs som cárceres que se convertem em limbos legais onde resulta muito complicado aceder e recopilar informaçom sobre as condições dos internos.

02-01-2012

Link permanente 23:45:47, por José Alberte Email , 56 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: Rajoy gasta-se 1.500.000 euros em lacrimogêneos para despedir o ano

Segue o "cachondeo" no reino boubónico. Os cidadaos e trabalhadores vam ser malhados a jeito.

O Ministério do Interior compra toneladas de gases lacrimogêneos para o 2012.

Rajoy gasta-se 1.500.000 euros em lacrimogêneos para despedir o ano

No Boletim Oficial do Estado do 31 de Dezembro 2011 abre a licitaçom para a adquisiçom de:

Artifícios lacrimogêneos: 1.071.770, 40 €
Artifícios fumigêneos: 416.799,60 €

Link permanente 17:40:15, por José Alberte Email , 119 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: O SAQUEIO dos banqueiros no Reino Boubónico de Espanha

https://nacionalizacioncajamadrid.wordpress.com/

Os governos do novo “Movimento Nacional Espanhol-PPSOE" como gerentes e comissionistas do capitalismo no Reino Boubónico de Espanha saqueárom aos espanhóis para lhe entregar aos banqueiros 141.000 milhons de euros

O sistema financeiro espanhol recebeu 141.000 milhons de euros em apoio público até o dia de hoje, em diversas formas: compra de participaçons, avais? Ao todo, equivale a 3.200 euros por habitante, que nom está mal. A quantas pessoas avalia-lhes ou lhes presta o Estado se vem com a ameaça de desafiuzamento? É evidente que existem duas varas de medir segundo sejas banqueiro ou um simples cidadao do montom. E isso ainda nom acabou, pois os bancos e caixas ainda reclamam mais apoio público para compensar as perdas pela morosidade imobiliária.

15-12-2011

Link permanente 15:24:08, por José Alberte Email , 16 palavras   Português (GZ)
Categorias: Novas

CANTA O MERLO: José Bono (capo do PSOE), Presidente do Congresso dos Deputados espanhol, falando do PP e do PSOE - "Por mais que nos esmeremos em nos diferenciar, parecemos-nos muito"

Declaraçom numha entrevista concedida a Castilla-Máncha Radio, recolhida por Europa Press,falando do PP e do PSOE

12-12-2011

Link permanente 22:12:10, por José Alberte Email , 922 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: A peste boubónica e o saqueio bancário no Reino da Espanha

Salvador López Arnal
www.rebelión.org

A família Infanta Borbón-Duque Urdangarín é umha família com um funcionamento digamos usual? É pensável e razoável que as falcatruadas do senhor Urdangarín sejam desconhecidas na sua totalidade pola sua senhora esposa, a infanta Cristina Borbón? Cabe um suposto assim em algumha racionalidade social que nom estale em mil pedaços e provoque oceanos de hilaridade?

Cabe interpretar a visita da Rainha Sofia à sua filha e genro, fotografia incluída, de algumha maneira que nom seja o respaldo da Casa Real, e, portanto, da máxima autoridade do Estado ao casal partidário da acumulaçom primitiva acelerada? Para que pode ir o membro permanente do clube Bilderberg e esposa boubónica à capital imperial? Para fazer-se umhas fotinhos com a meninha Cristina e o genro?

Nengum dos múltiplo assessores e servidores da Casa Real conhecia a participaçom Borbón-Urdangarín num projecto, um novo projecto de privatizaçom de bens e orçamentos públicos com procedimentos potencialmente delituosos?

Como assinalou Alberto Montero Soler: algo totalmente novo baixo o sol? É irreal a alargada sombra da suspeita que se estende sobre a origem do património do próprio monarca?

Que pode significar o simulacro de expulsom de Urdangarín da Casa Real e a sua pronta e urgente reincorporaçom?

Que parte do orçamento público entregado à Casa Real sem controlo público sobre o seu destino pode ser desviado para abonar investimentos do casal boubónico em praças de garajem, pisos em cidades operárias ou palacetes em bairros privilegiados de Barcelona?

Som o casal em questom familiares díscolos ou seguem práticas cultivadas, abonadas e ensinadas na sua tradiçom familiar? É necessário lembrar os nomes de turvos financeiros encarcerados amigos íntimos da Casa Real Borbónica?

Nom terá que ver o sucedido, ainda que seja indirectamente, com o artigo 56 da nossa sacra Constituiçom que assegura que “a pessoa do Rei é inviolável e nom está sujeita a responsabilidade” Como é possível aceitar umha barbaridade jurídica de tal dimensom? Umha constituiçom pode ser democrática se inclui um princípio assim?

“Ante a acumulaçom de informaçons e comentários aparecidos nos médios de comunicaçom relativos às minhas actuaçons profissionais, desejo concretizar que lamento profundamente que os mesmos estejam a causar um grave prejuízo à imagem da minha família e da Casa da sua Majestade o Rei, que nada tem que ver com as minhas actividades privadas” manifestou o Duque sobre o que chama o seu “actuaçons profissionais”. Di algo sobre a legalidade e legitimidade das mesmas?

Que tipo de “assessor jurídico e porta-voz” é o senhor Mario Pascual Vives, letrado do Colégio de Advogados de Barcelona? Umha pessoa autorizada a falar no seu nome? Por que?

Se a investigaçom do juiz de Palma José Castro que aponta a que o senhor Urdangarin facturou através de Instituto Nóos e o seu conglomerado de empresas mais de 16 milhons de euros -case 40% dos ingressos totais saíram do erário- e que a engenharia financeira da trama permitiu-lhe se lucrar com dinheiro público e pagar menos impostos, nom deveria merecer todo isso a máxima atençom da opiniom pública? Ainda que nom seja comprável, nom tivo o senhor duque, quando ainda nom era senhor duque, alguns probleminhas
com o pago de coimas?

Um partido socialista e operário tem que se limitar a expressar respeito e a defender a presunçom de inocência depois de que Urdangarín assegurasse que a Casa do Rei nada tem que ver com as suas actividades privadas? E já está? Passamos página e esperamos que chova em Abril?

Como pode admitir-se que umha instituiçom como a Generalitat valenciana alterasse a posteriori um expediente para justificar o pago de 3,1 milhons à ONG de Urdangarin? A Generalitat fraudou a lei para favorecer a Iñaki Urdangarin e a ONG que presidia? O Estado fraudua a sua própria lei?

Que papel jogou em toda esta trama Diego Torres, um ex professor que era professor durante toda esta “brilhante jogada financeira” da barcelonesa e renomeada escola de negócios ESADE em toda esta trama? É o novo Javier de la Rosa dos Borbóns mais novos? Também nom sabiam nada em ESADE das andadas cortesás das senhor Torres?

A Sindicatura de contas valenciana pode censurar à Generalitat o seu comportamento com Nóos tanto no seu relatório de 2005 como no de 2006 e nom passou nada? A advertência da sindicatura: ”Considera-se necessário que no expediente fique acreditada a necessidade do gasto, a excepcionalidade na aplicaçom de publicidade e concorrência e a justificaçom do importe comprometido pola sociedade”, nom era altamente significativa?

De quem proveu a ordem de preparar um falso relatório dado a ex-directora de operaçons de Cacsa? Do entom director da empresa pública? Por decisom própria? E quem deu a ordem ao que ordenou?

Nom devem clamar as cidades e praças exigindo transparências, demissons, responsabilidades e contemplando de frente o que realmente é - e foi- a Casa Real Borbónica?

PS: Por certo, se a minha informaçom nom errónea, nom deveria EU perguntar também sobre este segundo escândalo bancário, nom mui longe do primeiro território de abjecçom, infâmia e formigom:

Por que os bancos, quando ficam com a vivenda dos cidadaos podem-na vender sem pola ao seu nome e assim nom pagar 7% de transmissons patrimoniais? Quantos milhares de milhons de euros teriam que pagar a Fazenda se o fizessem, se tivessem feito?

Um cálculo que correu na rede: se foi 1 milhom o número de vivendas que os bancos arrebatárom aos hipotecados frustados e pondo um valor médio à vivenda de 200.000 euros, o montante total do inhumano desaguisado seria de 200.000 milhons de euros.

A 7%, o resultado é de 14.000 milhons de euros. Estas som as dimensons deste possível novo roubo bancário?

Link permanente 00:04:34, por José Alberte Email , 16 palavras   Português (GZ)
Categorias: Dezires

CANTA O MERLO: José Bono (capo do PSOE), Presidente do Congresso dos Deputados espanhol, falando do PP e do PSOE - "Por mais que nos esmeremos em nos diferenciar, parecemos-nos muito"

Declaraçom numha entrevista concedida a Castilla-Máncha Radio, recolhida por Europa Press,falando do PP e do PSOE

11-12-2011

Link permanente 23:30:31, por José Alberte Email , 222 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ensaio

CANTA O MERLO: DESINTEGRAÇÃO DA EUROZONA E DITADURA DO MEE

www.rebelion.info

A última cimeira de Bruxelas deu mais um passo rumo à desintegração da eurozona. O processo avança enquanto os "líderes" europeus entretêm-se com contos de fadas, tais como o da mudança de tratados europeus. Tivéssemos em Portugal -escrevamos também o Estado Espanhol- autoridades lúcidas, já estariam elas a estudar planos "B", ou seja, a elaboração de planos de contingência para a saída do euro. No estágio avançado de deterioração em que está a zona euro, agora mesmo as propostas reformistas inteligentes de Varoufakis e Stuart Holland (apresentadas há mais de um ano) provavelmente já não seriam viáveis.

O verdadeiro plano que o capital financeiro prepara, mas de que pouco se fala nos jornais económicos, é o de uma nova ditadura europeia através do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) . O Tratado do MEE foi assinado – à socapa – em 20 de Junho de 2011 e aguarda ratificações dos parlamentos nacionais da zona euro. Assim, Portugal, - no Reino “boubonico” de Espanha já se deu um golpe de Estado entre o PSOE e o PP mudando a Contituçom para que a mesma este obrigada aos banqueiros - que já perdeu a sua soberania monetária e está em vias de perder a sua soberania orçamental, se aprovar o MEE perderá também a soberania sobre o seu Tesouro público. Ou seja, cairá numa situação colonial de novo tipo.

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