O FACHO: Cantigas galego-portuguesas, por Leticia Eirín

05-12-2017

O FACHO: Cantigas galego-portuguesas, por Leticia Eirín

A professora da Universidade da Corunha, Leticia Eirín, fez uma palestra completa sobre as cantigas galego-portuguesas na terça-feira, 21 de novembro, em Portas Ártabras, no ciclo de palestras públicas 2017-2018 da Associaçom Cultural O Facho. O conhecimento que a professora Eirín tem sobre nossa tradiçom medieval e sua capacidade de comunicaçom e síntese serviram para ponher o foco em textos que colocam a cultura galega na vanguarda da cultura européia e universal naquela altura. O público apreciou muito a conversa pedagógica da professora Eirín que acompanhou seu discurso com um powerpoint no qual ela sintetizou e exemplificou o relatório. O ato terminou com um período de perguntas que a professora respondeu com muito conhecimento e gentileza.
Vostede pode ouvir o áudio da conferéncia nesta publicaçom.

Agrupaçom Cultural O Facho d?A Corunha.

O FACHO: Cantigas galego-portuguesas, por Leticia Eirín

25-11-2017

O vindoiro dia 28 de novembro, a linguista e professora Leticia Eirín falará dentro do ciclo, ?Língua, Cultura e País?, com a palestra intitulada ?Cantigas galego-portuguesas?.

Leticia Eirín (A Corunha, 1981), licenciou-se em Filoloxía Galega na Universidade da Corunha e doutorou-se nesta mesma universidade no ano 2012.

O seu trabalho de investigação está centrado na literatura medieval galego-portuguesa. Dentre as suas publicações destaca a edição da obra teatral Auto chamado dos Enfatriões, de Luís de Camões (Biblioteca-Arquivo Teatral Francisco Pillado Mayor, 2008), O cancioneiro de Mas Mafaldo. Edição crítica (Centro Ramón Piñeiro para a Investigação em Humanidades, 2014), em colaboração com Manuel Ferreiro, ou A visión do amor no cancioneiro de Don Denis. Estudo e edição de 33 cantigas de amor (Edições Laiovento, 2015). Na actualidade é professora da Área de Filoloxías Galega e Portuguesa da Universidade da Corunha, participando em diversos projetos de investigação. Acadou o IX Premio de Inverstigación Concepción Arenal de Humanidades 2014 polo projeto Gossa.

Dia: 28 de novembro- Hora: 8 do serám
Local: Portas Ártabras, R/ Sinagoga 22
Cidade Velha . A Crunha

O FACHO: Xavier Alcalá con "De Ferrol à Patagônia: Historia dumha Revoluçom"

24-11-2017

O FACHO: Xavier Alcalá con "De Ferrol à Patagônia: Historia dumha Revoluçom"

O escritor e engenheiro de telecomunicaçons Xavier Alcalá, sócio e amigo d?O Facho, deu uma interessante conferência sob o título "De Ferrol à Patagônia: Historia dumha Revoluçom", na terça-feira passada 21 de novembro em Portas Ártabras em o ciclo de palestras públicas 2017-2018 da Agrupaçom Cultural O Facho d'A Corunha.

Alcalá, colaborador em outros tempos da Associaçom como membro do juri de narrativa, palestrante e membro da equipa de idiomas que publicou O galego hoxe. Curso de lingua em os 70, entreteve o público em todos os momentos com seu verbo fácil e bonomia.
Vostede pode ouvir o áudio da conferéncia nesta publicaçom.

Agrupaçom Cultural O Facho d?A Corunha.

O FACHO: Galicia Encantada: a mulher no imaginario mítico-popular galego, por Antonio Reigosa

24-11-2017

O FACHO: Galicia Encantada: a mulher no imaginario mítico-popular galego, por Antonio Reigosa

O escritor, pesquisador e divulgador Antonio Reigosa ofereceu uma conversa divertida sobre a "Galicia Encantada: a mulher no imaginario mítico-popular galego?, na terça-feira passada 7 de novembro em Portas Ártabras no ciclo de palestras públicas da Agrupaçom Cultural O Facho d?A Corunha.
Antonio Reigosa manteve o público ?encantado? o tempo todo com sua exposiçom agradável sobre as mulheres no mítico e popular imaginário galego.
No final do relatório, houve uma conversa divertida com o palestrante.

Vostede pode ouvir o áudio da conferéncia nesta publicaçom.

Agrupaçom Cultural O Facho d?A Corunha.

O FACHO: Franscisco Rodrigues Sanches con "Outro marzal sangrento. A repressom contra o povo em março 1918".

10-11-2017

O FACHO: Franscisco Rodrigues Sanches con "Outro marzal sangrento. A repressom contra o povo em março 1918".

O passado dia 24 de outubro (terça-martes) 2017, o Doutor em Filologia Românica e Catedrático de Literatura espanhola Francisco Rodrigues Sanches falou dentro do ciclo "Língua, Cultura e País" com a palestra intitulada "Outro marzal sangrento. A repressom contra o povo em março 1918", organizado pela A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha. O acto realizou-se em Portas Ártabras, Rua Sinagoga 22 - Cidade Velha.
Paco Rodrigues depois de relatarem a repressom sofrida pelas mulheres de Ferrolterra e suas causas, fatos que no próximo ano completarám 100 anos, respondeu todas as questons dos participantes em uma discussão animada.
Rodrigues Sanches é autor dumha ampla obra de investigaçom e ensaio em temas lingüísticos, literários, culturais e políticos desde unha perspectiva nacionalista. Inaugura unha linha de análise sócio-lingüística com a publicaçom de "Conflicto lingüístico e ideoloxía na Galiza". Especialista em figuras de grande relevância com títulos como Análise sociolóxica da obra de Rosalía Castro, A evolución ideolóxica de Manuel Curros Enríquez, O desacougo da nación negada, Eduardo Blanco Amor. Neste âmbito realizou trabalhos como Literatura galega, problemas de método e interpretación.
Paco Rodrigues foi um dos impulsores da criaçom e dinamizaçom de organizaçons sindicais e políticas como INTG e Bloque Nacionalista Galego. Também participou como deputado do Parlamento Galego e nas Cortes Espanholas como membro do BNG consolidándose como um dos dirigentes históricos do nacionalismo galego.

O FACHO: Franscisco Rodrigues Sanches con "Outro marzal sangrento. A repressom contra o povo em março 1918".

27-10-2017

O vindouro dia 24 de outubro (terça-martes), o Doutor em Filologia Românica e Catedrático de Literatura espanhola Francisco Rodrigues Sanches, falará dentro do ciclo "Língua, Cultura e País" com a plaestra intitulada "Outro marzal sangrento. A repressom contra o povo em março 1918". O acto realizara-se às 8 do serám em Portas Ártabras, Rua Sinagoga 22 - Cidade Velha.

Rodrigues Sanches é autor dumha ampla obra de investigaçom e ensaio em temas lingüísticos, literários, culturais e políticos desde unha perspectiva nacionalista. Inaugura unha linha de análise sócio-lingüística com a publicaçom de "Conflicto lingüístico e ideoloxía na Galiza". Especialista em figuras de grande relevância como Rosália de Castro -Análise sociolóxica da obra de Rosalía Castro-, Curros Enríquez -A evolución ideolóxica de Manuel Curros Enríquez-, Blanco Amor -O desacougo da nación negada, Eduardo Blanco Amor-. Neste âmbito realizou trabalhos como ?Literatura galega, problemas de método e interpretación?

Paco Rodrigues foi um dos impulsores da criaçom e dinamizaçom de organizaçons sindicais e políticas como INTG e Bloque Nacionalista Galego. Também participou como deputado do Parlamento Galego e nas Cortes Espanholas como membro do BNG consolidándose como um dos dirigentes históricos do nacionalismo galego.

O FACHO: Nanomateriais na vida de hoje, por MANUEL BERMEJO PATIÑO

24-10-2017

O FACHO: Nanomateriais na vida de hoje, por MANUEL BERMEJO PATIÑO

O dia 17 de Outubro do 2017 (Terça-Martes) às 8,00 do serám, o catedrático de química e professor Manuel Bermejo Pantinho falou sobre ?Nano materiais na vida de hoje?, dentro do Ciclo Língua, Cultura e País, das palestras públicas do período 2017-18 organizadas pola Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha.
Actualmente, Manolo Bermejo é professor emérito da USC e recentemente se lhe concedeu o "I Prêmio Luis Porteiro Garea" pelo seu labor na defesa e promoçom do galego na docencia e na divulgaçom científica.
Tem inumeráveis publicaçons de trabalhos em revistas internacionais do mas alto nível e comunicaçons científicas ao longo de todo mundo. Também é autor de múltiplos trabalhos pedagógico-didácticos, livros de Ciência e Divulgaçom científica, artigos em revistas galegas e espanholas e múltiplas conferências de divulgaçom. Algúns títulos dos seus traballos que mostran a amplitude das suas inquedanzas e áreas de conhecemento son: "A luz eléctrica na Galiza"; "A ciência na Galiza no século XVIII : os seus protagonistas"; "As mulheres científicas: essas desconhecidas dá história"; "Como é a química dos nanomateriais metálicos?" e "Que son as nanopartículas metálicas (NPM)".

O FACHO: Nanomateriais na vida de hoje, por MANUEL BERMEJO PATIÑO

13-10-2017

O vindoiro dia 17 de outubro, terça (martes), o Catedrático de Química Inorgánica da U.S.C., Manuel Bermejo Patinho, falará dentro do ciclo "Língua, Cultura e País", com a palestra intitulada "Nanomateriais na vida de hoje".

Manuel Bermejo é professor-investigador da USC. Do amplo currículo deste professor cabe destacar: Doutor em Ciências Químicas desde 1972. Catedrático de Química Inorgánica na Universidade de Santiago de Compostela desde 1988. Director do Instituto de Ciências da Educaçión da USC (1986-1991) e director do Departamento de Química Inorgánica (1993-96). Foi presidente da Comisión Interuniversitaria da Galiza no período 1999-2011.

Tem inumeráveis publicaçons de trabalhos em revistas internacionais do mas alto nível e comunicaçons científicas ao longo de todo mundo. Também é autor de múltiplos trabalhos pedagógico-didácticos, livros de Ciência e Divulgaçom científica, artigos em revistas galegas e espanholas e múltiplas conferências de divulgaçom. Algúns títulos dos seus traballos que mostran a amplitude das suas inquedanzas e áreas de conhecemento son: "A luz eléctrica na Galiza"; " A ciência na Galiza no século XVIII : os seus protagonistas"; "As mulheres científicas: essas desconhecidas dá história"; "Como é a química dos nanomateriais metálicos?" e "Que son as nanopartículas metálicas (NPM)".

Actualmente é professor emérito da USC e recentemente se lhe concedeu o "I Prêmio Luis Porteiro Garea" pelo seu labor na defesa e promoçom do galego na docencia e na divulgaçom científica.

Miguel Rodríguez Carnota: O uso do galego na mocidade

11-10-2017

Miguel Rodríguez Carnota: O uso do galego na mocidade

O dia 3 de Outubro do 2017 (Terça-Martes) às 8,00 do serám, o lingüista e professor Miguel Rodríguez Carnota falou sobre ?O uso do galego na mocidade?, dentro do Ciclo Língua, Cultura e País, das palestras públicas do período 2017-18 organizadas pola Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha.
Miguel Rodríguez Carnota é Lcdo. em Ciencias da Educaçóm. Na actualidade é professor e Xefe de Departamento de Normalizaçóm do IES BREAMO de Pontedeume, foi concelheiro do BNG em Paderne entre 1999 e 2011.
Co-autor do Método de lectoescritura Chirlo Merlo (Ir Indo, 1991), é membro do conselho de administraçom da Associaçóm Cultural Roxín Roxal. Ele está trabalhando em uma tese de doutorado chamada "Linguagem, poder e adolescência no processo de substituçom linguística. Análise Crítica do Discurso em uma escola de ensino secundário de uma vila galega"

Miguel Rodríguez Carnota: O uso do galego na mocidade

06-10-2017

A Agrupaçom Cultural O Facho de A Corunha convida-o assistir aos seus ciclos de palestras públicas do período 2017-18

Palestra

O vindouro dia 3 de Outubro do 2017 (Terça-Martes) às 8,00 do serám, o lingüista e professor Miguel Rodríguez Carnota intervirá dentro do Ciclo Língua, Cultura e País. A sua palestra versará sobre: ?O uso do galego na mocidade?.

Miguel Rodríguez Carnota é Lcdo. em Filologia. Na actualidade é professor e Xefe de Departamento de Normalizaçóm do IES BREAMO de Pontedeume, foi concelheiro do BNG em Paderne entre 1999 e 2011.

Co-autor do Método de lectoescritura Chirlo Merlo (Ir Indo, 1991), atualmente é membro do conselho de administraçom da Associaçóm Cultural Roxín Roxal.

Dia: 3 de Outubro do 2017 - Hora: 8 do serám

Local: Portas Ártabras ? Rua Sinagoga 22

Cidade Velha - Corunha

J. Alberte Corral Iglesias
Presidente d?O Facho

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Agrupaçom Cultural O Facho

Agrupaçom Cultural O Facho existe desde o ano 1963. Nasce da vontade conjunta de umha vintena de estudantes, trabalhadores e profissionais liberais d?A Corunha. A ideia é originaria dos daquela hora estudantes de bacharelato, Henrique Harguindey, André Salgueiro, e Xosé Luis Carneiro; respondendo ao seu chamamento posteriormente somárom-se entre outros: Eduardo Martínez, Henrique Iglesias, X. Alberte Corral, Xosé L. Rodríguez, etc... É a primeira agrupaçom de resistência cultural criada numha cidade do Pais polos seus cidadaos, já que O Galo é conformada por estudantes universitários de todo o Pais em Compostela, naquelas datas era a única cidade galega com Universidade. O grupo nasceu cos sinais de identidade da resistência contra o franquismo e da defesa da plena valia da língua e da cultura galega. Existia unha claríssima vocaçom política do que se fazia precisamente porque essa era toda a actividade publica com repercussons políticas que se podia fazer. A defesa da cultura e a língua galega é a cerna do que-fazer d?O Facho, que passou de fazer cultura de resistência nos anos da longa noite de pedra a se constituir hoje numha autentica mostra de resistência da cultura. Desde os primeiros momentos O Facho destaca-se com os seus cursos de língua com apoio de alguns exemplares da ?Gramática do idioma galego? de Manuel Lugrís Freire. Estes cursos tivérom umha importância mui grande na Corunha;. Daquela o galego nom se escrevia apenas e estava expulso da sociedade ?bem pensante?, nem sequer tinha secçom galego a faculdade de Filologia de Compostela. Umha das figuras fundamentais dos cursos foi D. Leandro Carré Alvarellos quem dirigiu esta actividade. Os ciclos dedicados á cultura galega, os encontros nos que se tratava economia e sociedade, os concursos literários. O seu grupo de teatro criado nas primeira datas de existência da Agrupaçom do quem eram responsáveis Manuel Lourenzo, e Francisco Pillado, foi dos pioneiros em representar obras no nosso idioma, tanto de autores galegos como de outras nacionalidades ( Brecht, Ionesco...). Na actualidade, O Facho é consciente dos desafio culturais do século XXI. Agora há que tentar ver o significado que pode ter hoje o sermos galegos num mundo globalizado. A ideia básica é que sermos galegos agora implica ser dumha maneira concreta numha sociedade mundial. Entre as iniciativas mais recentes é a criaçom do Facho de Ouro, um prémio para reivindicar galegos, o que amossa a própria agrupaçom é unha cultura que resiste. d’A Corunha.
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Agrupaçom Cultural O Facho
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