Os auto-proclamados Estados Democráticos

18-01-2008

  23:06:16, por Corral   , 460 palavras  
Categorias: Novas, Ossiam

Os auto-proclamados Estados Democráticos

A maioria da gente pensa que os USA, a que os Estados que conforma a UE som países democráticos, isto é, que o povo é quem governa. Esto nom é outra cousa que a mostra do analfabetismo funcional das grandes maiorias, mantido e conformado polos ?mass media?. A realidade é o contrario, umha dúzia e meia de grandes banqueiros, investidores, e industrias dominam cada um desses Estados, podemos afirmar sem medo a nos trabucar, que nom mais de cem (100) pessoas dominam o mundo. Um grande cínico como é ex-presidente de México, Fox, expressou-o de jeito contundente numha juntança com empresários: ?O governo democrático de México é de empresários, por e para empresários?.

Personagens amplamente conhecidas como os Rockefeller, Gate, Buffet, os Walton, Roschild, Slim ? Felipe González forma parte dos seus ?conseguidores? de negócios com os Governos, o que de velho se chama corrupçom ou saqueio -, Page, Morgan, Murdoch ? J.M. Aznar forma parte dos seus ?conseguidores? - , Berllusconi, etcétera, controlam a economia, as finanças, a indústria de guerra, os meios de comunicaçom. Nom confirma isto que os grandes capitalistas submetem democraticamente aos cidadãos.

Esta é a democracia que nos vendem as organizações patronais para isso conformam com os seus meios de comunicaçom o nosso universo ideológico, a nossa cosmos vissom do mundo. Os Governos dos distintos Estados nom som outra cousa que Conselhos de Gestom dos interesses desta grande burguesia. Esta argamassa é quase impossível de quebrar mentres as organizações operarias e revolucionarias operem só nas augas do sistema sem procurar novos mananciais. Senom som capazes de criar lideres de opiniom e organizaçom cívica entre as camadas das classes populares resultam mui difíceis os avanços na totalidade social e por ende no eleitoral. Porque a hegemonia política no conjunto social nom é só a política parlamentaria, a identificaçom do civil com o parlamentário é umha das grandes traições do euro-comunismo e a social democracia; mas sem umha grande presencia eleitoral tampouco é possível a hegemonia na sociedade civil.

De ai a tentaçom de realizar alianças com os sectores empresariais para medrar com sua protecçom e assim aceder as áreas de administraçom da sociedade, que som os governos, mantendo um doble discurso:

a) Dizer-lhe aos sectores maioritários da sociedade que seguem sendo os mesmos, que quando luitavam indo juntos do braço pola sua emancipaçom
b) Assegurar-lhe à grande patronal, por activa e passiva, que o importante é a economia, caçar sem que importe se o gato é preto ou branco.

Passam assim se converter em mais do mesmo, inclusive muitas vezes nos inimigos das mais elementais conquistas libertarias acadadas em séculos de luita.

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