Petroleira anglo-saxoa vaticina GUERRA CIVIL em EEUU

01-04-2010

  21:44:53, por Corral   , 1059 palavras  
Categorias: Outros, Ensaio

Petroleira anglo-saxoa vaticina GUERRA CIVIL em EEUU

(IAR Notícias) 01-Abril-2010

Cada vez permeia mais a probabilidade de umha "instabilidade política em Estados Unidos (EU) para a próxima década", segundo o académico russo-estadunidense Peter Turchin (Baixo a Lupa, 3/3/10), e até a nom disparatada guerra civil que exclamou Newton Leroy Gingrich, anterior líder cameral do Partido Republicano (Baixo a Lupa, 28/3/10)

Por Alfredo Jalife-Rahme - A Jornada, México

O muito consultado blog "Ide-lhe Scrawl" (O Ocioso Garabato), do britânico Paul Mason, jornalista, pesquisador e comentarista económico da BBC, exuma ominoso sucesso de umha transnacional petroleira anglo-saxoa qual mantém hermeticamente o anonimato que, a nosso julgamento, pode ser indistintamente BP e/ou Shell, sobre a alta probabilidade de umha guerra civil em EU.

No seu blogge do 28/3/10, muito seguido por um substancial público em China, Mason ressalta "a cólera em EU" e "o palco petroleiro" que lhe "preocupa" e é susceptível de desembocar numha guerra civil.

O vandalismo em espiral contra os legisladores democratas e a violência verbal dos furibundos condutores de rádio e a blogósfera levaram a que Mason "considere sob umha nova luz algo expressado no verao passado (sic) por um petroleiro (¡extra super sic!), quem consulta (sic) a umha das grandes transnacionais do mundo" e quem, após ter conduzido umha simulaçom por computador da situaçom política e económica global, obtivo vários resultados-modelo da "seca de recursos" (c) que se inicia à metade da década de 2010: "seja como se torçam (sic) os resultados, o epílogo é o mesmo: umha guerra civil em EU nos próximos 25 anos".

Mason defende-se em ocultar a identidade da sua informante, cuja transnacional petroleira, que julga como umha jogadora global de altos voos, "nom estava interessada em publicar o seu ominoso sucesso", mas que, curiosamente, si sussurrara selectivamente a um jornalista e investigador britânico muito influente.

Terá algo que ver o conspícuo distanciamento da outrora " relaçom especial" entre EU e Gram Bretanha (The Sunday Times, 28/3/10)?

No palco da transnacional petroleira "a causal nom é a ideologia, senom simplesmente (sic) os recursos (¡extra súper sic!)" O assunto nodal radica em "a rapidez com a que o maior consumidor do mundo de produtos baseados em petróleo (se leia EU) corte a sua dependência".

¡Até onde levou a catástrofe militar da dupla Bush-Cheney em Iraque ao fracassar na sua tentativa de controlar os seus hidrocarburos!

A julgamento do anónimo petroleiro anglo-saxom, EU nom poderá se desprender do seu vício polo petróleo devido a que as instituições políticas desse país "som demasiado consensuais com "numerosos pesos e contrapesos" (v.gr Suprema Corte, filibusterismo no Congresso, "meios controlados polas transnacionais etcétera), "ainda que existam políticos preparados para actuar em forma decisiva". Assim que o "sistema político se fragmentará (¡súper sic!) umha vez que o petróleo seja escasso".

Para além dos seus consabidos vícios (estimulantes eróticos/eréctiles como Viagra, antidepressivos como Prozac, antiestresantes, e os medicamentos que diminuem a pressom arterial e o colesterol sanguíneo, para citar os mais solicitados polo american way of life: umha verdadeira fantasia farmacológica), poderá subsistir o estadunidense média sem gasolina?

Nom serám suficientes os hidrocarburos do Golfo de México que almeja alienar o Comando Norte (ver Baixo a Lupa, 24/3/10)?

Mason comenta luzidamente que "EU é um país com um deficit orçamentário insustentável, um papel no mundo que é desafiado por China" e que "é adicto (sic), economicamente, a umha substância (¡súper sic!) que terá umha minguada oferta disputada durante nossas vidas".

Tal "substância", que evoca maliciosamente Mason, nom é a cocaína generosamente abastecida polos cárteis mexicanos da droga, senom o inescapável petróleo.

Se fazemos caso ao palco petroleiro, supostamente britânico, é provável que EU possa subsistir sem seus multi variadas drogas (extensivo a seus fármacos do Mundo feliz que antecipou Aldous Huxley), mas nom sem a gasolina, que seria o detonador de umha nova guerra civil.

Mason defende-se de ser muito céptico dos palcos de guerra civil em EU devido a que "som umha fantasia (sic) recorrente de pessoas que nom querem a EU", como o professor russo Igor Panarin, decano da Academia Diplomática do Ministério de Relações Exteriores de Rússia e quem, tanto The Wall Street Journal como o Partido do Chá, lhe deram muita difusom a sua prospectiva sobre a balcanizaçom de EU (ver Baixo a Lupa, 26/11/08).

Mason também nom evade a realidade imperante em EU como conseqüência da batalha campal do Obamacare (a polémica emenda de saúde de Obama, a quem 24 por cento do Partido Republicano fustiga como " Anticristo") que provocou três correntes do lado conservador que rememoram a Guerra Civil de EU na década de 1850.

Mason nom é nengum improvisado nem um vulgar repetidor de notícias: académico e músico profissional que ditava conferências na britânica Loughborough University of Technology.

Cita três obras obrigatórias a reler nesta conjuntura: 1- A Batalha polo Grito da Liberdade, de James McPherson; 2- Os oito volumes Ordalía da Uniom, de Allan Nevins, e 3trilogiaogía A Guerra Civil: umha narrativa,Schellingelby Foote.

Em forma luminosa resume que as obras citadas "recordam que a guerra civil estadunidense foi precedida por um processo de ruptura (sic) política longa e complexa acompanhada de mudança demográfica e modernizaçom económica".

A quem somos mais de corte estrutural que conjectural nos seduze intelectualmente que os insignes historiadores citados vam para além da inquestionável "escravatura" mono temática e ressaltem "a emergência de um novo modelo político de capitalismo industrial no nordeste e na parte central, bem como a ascensom de um partido político (v.gr o Partido Republicano de entom) que representava o novo sistema e que carecia de apoio no sul proclive ao escravismo".

¡Que transformaçom sofreu em mais de 160 anos o mexicanófobo Partido Republicano inundado polos wasp (alvo-anglo-saxom-protestante) e o Partido do Chá!

Cabe assinalar que o PAN "mexicano" é aliado do Partido Republicano.

Muito auto defensivo polo delicado do tema e o carácter opaco da sua fonte primaria, Mason fai questom de que "seria totalmente erróneo (sic) extrapolar" a passada guerra civil do século XIX "com a presente situaçom em EU", mas acrescenta que o ominoso palco do anónimo petroleiro o obriga a realizar "perguntas pertinentes".

O estranho é que Mason em nengum momento pergunta, senom que mais bem exuma umha situaçom muito viável de umha transnacional petroleira, provavelmente britânica, quando a grave crise energética em EU seja atingida pola ascensom irresistível da demografia latino americana, em general, e a mexicana, em particular, para se somar às forças multi centrífugas que propiciaram a plutocracia oligárquica e oligopólica de Wall Street que pujo a EU à beira da balcanizaçóm.

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