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07-08-2017

  21:06:00, por artabria   , 402 palavras  
Categorias: Concertos

Atividades de agosto na Fundaçom Artábria

Iniciamos as atividades de este mês de agosto na próxima sexta-feira 11. Às 20.30hs decorrerá a apresentaçom do livro "Non des a esquecemento" da autoria de Luís Bará.

Este livro é umha compilaçom dos artigos publicados no blogue Non des a esquecemento ao longo de quase três anos, desde inícios de 2014 até setembro de 2016. Mais sobre todo, afirma o autor no epílogo "é a resposta a umha necessidade vital: a procura da verdade e da justiça arredor das vítimas da repressom franquista na Galiza, a vontade de contar o que passou num relato emocional, subjetivo, beligerante, impregnado da memória oral, receoso dos informes oficiais e afastado também da neutralidade e da distância de muitos estudos académicos".

No sábado 12 de agosto, a música será protagonista com o concerto da Ukestra do Medio. A fabulosa orquestra de ukeleles tocarám na Fundaçom Artábria versionando clássicos de estilos tam diversos como o rock, o swing ou os boleros. Junto a elas estarám os também Os Novos, grupo punk composto por veteráns da escea rock compostelana. Os Novos apresentarám o sigle 7" "Assalto Acústico". O concerto que é de graça dará início às 22.30hs.

Na quarta-feira 16, decorrerá umha interessante palestra debate organizada por diversos ativisitas pola remunicipalizaçom dos serviços em Ferrol sob o título "a água em Ferrol: quê fazer?". Onde se abordarám diversas questons como as taxas, a remunicipalizaçom, o saneamento... O ato dará início às 20.00hs.

No 17 de agosto, e por segundo ano consecutivo, conmemoraremos o Dia da Galiza Mártir. Desta volta centraremos a homenagem na figura de Camilo Dias Valinho sem esquecer ao resto de repressaliad@s polo franquismo na nossa comarca. O ato dará início às 20.30hs no Cantom de Molíns, diante do busto do patrióta galego.
Pendentes de fechar o programa definitivo, intervirám no ato Vitor Santalha, da Fundaçom Artábria e Marcos Abalde, historiador. Haverá música da mao do cantor ferrolano Óscar Fojo e a violinista Estrela Gómez.

Na sexta-feira 18 de agosto contaremos com umha nova projeçom de diapositivas do companheiro Ernesto Lopes "Nês" sobre a história da nossa entidade. A projeçom dará início às 22.00hs.
Fecharemos as atividades deste mês de agosto na sexta-feira 25 com a apresentaçom do livro "Ser Modou Modou" da autoria do escritor galego-senegalês Cheikh Fayé e editado pola Asociación Sociopedagóxica Galega

Umha vissom sobre a Galiza dumha pessoa nascida a milheiros de quilómetros na África Atlántica. Umha mirada limpa mas também crítica sobre o nosso país e as suas gentes.
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20-07-2017

  13:21:00, por artabria   , 236 palavras  
Categorias: Concertos

Organizaçons soberanistas da Comarca convocam ruada polo Dia da Pátria este sábado

No próximo sábado decorrerá, por segundo ano consecutivo, umha ruada polo bairro de Esteiro e da Madalena com motivo do Dia da Pátria. A mobilizaçom convocada pola Fundaçom Artábria, junto ao BNG, CIG, Cerna, Causa Galiza, Briga, Isca! e a Semente Trasancos partirá às 12.00hs da Praça do Hino Galego e finalizará na Praça da Galiza.

As convocantes chamamos à participaçom da classe trabalhadora da nossa cidade nesta ruada para reivindicar e celebrar o nosso dia nacional, que terá lugar a próxima terça-feira, 25 de julho.

Sessom Vermute e Jantar Popular na Fundaçom Artábria
Após a ruada, decorrerá na Fundaçom Artábria umha sessom vermute com a atuaçom do cantor ferrolano Manolo Bacalhau.
Às 14.30hs haverá um jantar popular que consistirá numha Paelha "ao estilo Vidal" cujo preço será de 4 euros. Haverá opçom vegana.

Centro Social permanecerá fechado o 24 e 25 de julho

Aproveitamos para informar-vos que o nosso Centro Social permanecerá fechado os próximos 24 e 25 de julho, Dia da Pátria.

A Fundaçom Artábria trabalha para que o nosso país esteja no lugar que lhe corresponde no espaço europeu e aportamos o nosso pequeno grao de areia na construçom nacional da Galiza, é por isso que apelamos a:

1.- Secundar ativamente todas aquelas iniciativas patrióticas promovidas nos próximos dias ao longo da Naçom que reclamem a soberania e a independência nacional da Galiza.

2.- Pendurar nas varandas, janelas, fachadas de casas e vivendas da nossa base social a bandeira da Galiza.

29-06-2017

  18:36:00, por artabria   , 355 palavras  
Categorias: Cultura e tradiçons

Avaliaçom da moçom municipal pola recuperaçom da "Porta Nova"

A Fundaçom Artábria quer por esta via apresentar umha pequena avaliaçom da iniciativa que levou hoje mesmo ao Pleno da Cámara Municipal de Ferrol, através do BNG, pola recuperaçom do nome da "Porta Nova" em lugar do imposto em 1953 pola ditadura franquista.

Começamos por lembrar que o principal objetivo desta iniciativa, como tínhamos expressado, era socializar a necessidade de recuperarmos todos os sinais de identidade usurpados polo franquismo na nossa cidade.

Tendo em conta que a iniciativa foi apresentada "tecnicamente" por um só representante (o do BNG) e que o PSOE, o PP e Ciudadanos figérom "campanha" nos últimos dias contra a mesma, consideramos o resultado mais do que satisfatório, por vários motivos:

1. Conseguimos um importante incremento de apoios para o "SI": Ferrol em Comum e a representante nom adscrita, mais o voto do BNG, somárom um total 9 votos afirmativos, contra os 11 contrários (PP-Ciudadanos) e as 3 abstençons (PSOE).

2. Esse resultado reflete bem o desenvolvimento de um debate social em que quigemos sublinhar o necessário exercício de dignidade democrática, recuperando o nosso património histórico-cultural contra as arbitrárias imposiçons da ditadura franquista.

3. A representante do grupo extremista "Ciudadanos", acusando-nos sem nengum fundamento de fomentar "o ódio contra Espanha", deu pé a que alguns "incontrolados" atacassem o mural comemorativo dos 100 anos das Irmandades da Fala. Desse modo, ficou à vista de todos e todas quem fomenta realmente o ódio.

4. Tal como indicou no seu discurso no Pleno o nosso representante, o companheiro Bruno Lopes Teixeiro, a Fundaçom Artábria move-se por sentimentos de amor à Galiza, à cultura e à língua deste país, nom por ódio contra nengum outro povo do mundo.

5. Aceitamos com total desportividade o resultado da votaçom de hoje, o que nom impedirá que continuemos socialmente a trabalhar para tornar maioritária esta proposta. Tanto nas instituiçons como nas ruas, continuaremos a exigir a recuperaçom plena dos direitos lingüísticos, culturais e nacionais da Galiza, assi como a total deslegitimaçom da ditadura franquista e dos seus herdeiros políticos.

Finalmente, agradecemos o apoio do BNG, de FeC e de Ester leira à nossa moçom municipal.

A luita por um Ferrol digno, galego e antifascista continua.

Ferrol, 29 de junho de 2017

25-06-2017

  23:36:00, por artabria   , 372 palavras  
Categorias: Documentos

Despedida para o John, um amigo e camarada

Texto lido no dia 24 de junho de 2017 no Cemitério de Santa Icia de Trasancos, Narom, no ato civil de despedida a Joám Paz Lopes, John (1967-2017)

Conhecim o John a inícios dos anos 90, quando éramos dous rapazes de vinte e poucos anos.

Alguns aqui já o conhecíades de antes, outros conheceste-lo mais tarde, porque desde aquela, como nós, ele nunca mais abandonou o seu compromisso vital com este povo e com a sua língua.

Sabíamos desde sempre da sua fraca saúde, que ele tratava como umha companheira inseparável e com umha atitude de permanente dignidade. Assi foi até o seu derradeiro dia.

Vimo-lo assumir durante anos responsabilidades na direçom da sua amada, a Fundaçom Artábria. Levar as contas, atender o balcom no Festival da Terra e da Língua... sempre crítico implacável e bem-humorado de todo o que se fazia mal... e inclusive de algumha cousa se fazia bem. Ainda limitado pola saúde, ele estava sempre disponível para o trabalho coletivo.

Vimo-lo mesmo fazer frente com toda a fortaleza das suas convicçons à ameaça física da polícia em mais de umha manifestaçom, porque, como sabedes, o John era um firme defensor da independência da Galiza e inimigo declarado de Espanha e do capital.

As suas limitaçons físicas nom o levárom nunca à resignaçom e luitou também por se incorporar ao mercado de trabalho. Como tantos de nós, provou o sabor amargo da emigraçom.

Felizmente, pudo regressar para viver os seus últimos anos, ainda novo como era, junto aos seus pais, irmao, irmá e a todos nós.

Ainda tivemos tempo de desfrutar de boas conversas com ele durante estes últimos anos.

Às vezes, tenho dúvidas sobre se as nossas luitas vitais por um mundo melhor valem a pena ou se devemos limitar-nos a padecer umha história fora do nosso controlo; mas a vida do nosso John está aí para nos lembrar que, apesar das limitaçons que a história nos impom, a emancipaçom humana é possível.

Nom som os grandes nomes que venhem nos manuais escolares os que fam a história. Som vidas simples de milhons de pessoas, como o John, comprometidas com o seu país e com o ser humano, as verdadeiras protagonistas da emancipaçom da Galiza e da Humanidade.

Até sempre, John!

Maurício Castro

23-06-2017

  15:25:00, por artabria   , 349 palavras  
Categorias: Documentos

Despedimos John e com ele reivindicamos o pessimismo da razom e o otimismo da vontade

Quando umha entidade fai anos, ela vai inevitavelmente perdendo companheiros e companheiras por diversas causas, incluído o incontornável fim da nossa existência como pessoas individuais.

A ausência de alguns deles, que dedicárom boa parte do melhor das suas vidas a todo aquilo que nos une, magoa-nos especialmente. Esse é o caso do Joám Paz: o nosso John.

Membro fundador da Associaçom Reintegracionista Artábria, a inícios dos anos 90, e da Fundaçom Artábria, a finais dessa década, ocupou postos de responsabilidade durante anos, até se ver forçado à emigraçom em Espanha. Nunca abandonou a sua participaçom na Artábria, reincorporando-se nos últimos anos, já de regresso ao nosso país.

Reintegracionista convencido desde a juventude, foi também sócio da AGAL e da AEG até o seu derradeiro dia de vida.

Politicamente, era comunista, ateu e independentista. Como tal, foi militante de NÓS-Unidade Popular durante os anos de existência dessa organizaçom da esquerda independentista galega.

Amante da cultura e da Galiza, o John foi um ativista permenente em defesa da língua e dos direitos nacionais do nosso país. Era também um firme defensor da ciência desmercantilizada e ao serviço da humanidade, inimigo de toda forma de pensamento mágico.

A Fundaçom Artábria quer, nestes momentos de profunda tristeza, render pública homenagem ao nosso companheiro de tantos anos de luita, de entrega militante e de alegria de viver polo bem coletivo do povo galego, com umha posiçom inequivocamente de classe.

Para além do dito, o John era umha boa pessoa, um ser humano excecional. Um de tantos que trabalham sem mais interesse que servir ao seu povo, sem que a maioria dele chegue nem sequer a saber que existírom. Por isso achamos tam necessário este reconhecimento público.

Nom exageramos ao afirmarmos que a de hoje foi umha grande perda nom só para a Fundaçom Artábria, mas também para a Galiza.

O amigo, o companheiro John fica para sempre na nossa lembrança e despedimo-lo com umha sentença de António Gramsci de que ele tanto gostava e que tam bem difine a sua trajetória vital: "O pessimismo da razom, o otimismo da vontade".

Ferrol, Galiza, 23 de junho de 2017

07-06-2017

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Horário de Abertura
- Segundas a sextas 10.00h-13.30h // 17.30h-feche
- Sextas e Sábados 18.00h-feche

A Associaçom Reintegracionista Artábria, nascida em 1992 em Narom, transformou-se em abril de 1998 em Fundaçom, inaugurando em setembro desse mesmo ano o seu Centro Social.

A Fundaçom Artábria está declarada de Interesse Galego e classificada de interesse cultural, com o número de inscriçom 54 e CIF:G15645518.


Para saberes mais, lê a definiçom da Artábria na wikipédia + info

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