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16-07-2018

  13:36:00, por artabria   , 395 palavras  
Categorias: Concertos

Cada ano que a RAG renega dele, Carvalho Calero é mais reconhecido autor das Letras Galegas!

Cada ano que a RAG renega dele, Carvalho Calero é mais reconhecido autor das Letras Galegas!

Cada ano que a RAG renega dele, Carvalho Calero é mais reconhecido autor das Letras Galegas!

Após umha década de reclamaçons procedentes de diversos coletivos culturais de base para que a Real Academia Galega dedique um Dia das Letras a Ricardo Carvalho Calero, por méritos bem conhecidos e indiscutíveis, a RAG continua a negar-se.

A atitude de desprezo dói, nom polo que podam pensar muitos membros da RAG, mas pola referencialidade que essa entidade centenária mantém ainda em alguns setores.

A atitude institucional e parainstitucional frente a umha figura de grande relevo intelectual e compromisso com o País, como é a de Carvalho Calero, é muito grave, porque nom é com sectarismo sistemático que se fai um país, nem negando-se a reconhecer quem, legitimamente, pensa de maneira diferente ao que marcam os cánones autonómicos.

Se algo tem mostrado esta década de negaçom constante é a vitalidade das ideias lingüísticas que Carvalho representa, sendo elas precisamente as que explicam a censura da RAG e o silêncio cúmplice da Junta da Galiza.

O tecido associativo de base que durante esta década reclamou o reconhecimento oficial de Carvalho Calero nom o fijo para convencer a RAG de nada. Figemo-lo para garantir que as ideias de Carvalho, compartilhadas por importantes setores do galeguismo já desde muito antes de a RAG existir, pudessem ser conhecidas por mais e mais galegos e galegas.

É por todo isso que, faga o que figer a RAG em futuros Dezassetes de Maio, Carvalho continuará a ser lembrado e reivindicado por cada vez mais galegos e galegas que rejeitam o sectarismo e apelam às ideias avançadas de quem foi primeiro Catedrático de Língua e Literatura Galega.

Continuaremos a difundir a obra de um dos grandes da nossa história contemporánea, autor de umha significativa obra literária nos mais diversos géneros e destacado teórico do reintegracionismo lingüístico.

Enquanto houver Povo Galego, garantimos que Carvalho terá um lugar na memória e na prática coerente em defesa da Galiza e da sua língua.

Galiza, julho de 2018

Associaçom de Estudos Galegos (AEG)
Associaçom Galega da Língua (AGAL)
BRIGA
Coletivo Terra (Eume)
CS A Galheira (Ourense)
CS A Gentalha do Pichel (Compostela)
CS Gomes Gaioso (Corunha)
CS A Revolta (Vigo)
CS Fuscalho (Baixo Minho)
CS Madia Leva (Lugo)
CS Xebra (A Marinha)
Diário Liberdade
Escolas de Ensino Galego Semente
Fundaçom Artábria (Trasancos)
GalizaLivre
Local Social Faisca (Vigo)
SCD do Condado (Condado)

16-05-2018

15-05-2018

  18:05:00, por artabria   , 639 palavras  
Categorias: Concertos

16 entidades formarám 'Bloco Reintegracionista' na manifestaçom nacional de 17 de Maio em defesa da língua

A Fundaçom Artábria, entre as 16 entidades que subscreve o manifesto reintegracionista de base organizado para a participaçom na manifestaçom do próximo Dia das Letras, que decorrerá a próxima quinta-feira em Compostela. Como é habitual no 17 de maio haverá reivindicaçom lingüística nas ruas da Galiza, convocada pola Plataforma Queremos Galego na que participaremos milhaes de galegas e galegos.

Eis os 16 coletivos aderidos ao chamado Bloco Reintegracionista, popularmente conhecido como Bloco Laranja:

A Gentalha do Pichel , Ardora, Associaçom de Estudos Galegos (AEG), Associaçom Xebra, Briga, Centro Social Faísca, Centro Social Fuscalho, Centro Social Gomes Gaioso, Centro Social Mádia Leva, Centro Social Revolta, Coletivo Terra, Escolas de Ensino Galego Semente, Diário Liberdade, Fundaçom Artábria, Portal Galizalivre, Sociedade Cultural e Desportiva do Condado.

A cita para conformar o Bloco reintegracionista será às 11.45hs na Estátua das Marias.

Avante o reintegracionismo de base!

A continuaçom reproduzimos o manifesto difundido polas entidades convocantes do Bloco Reintegracionista.

A falar ao mundo com os pés na terra!

A situaçom da comunidade lingüística galega é preocupante. A falta de soberania do nosso país tem expressom na destruturaçom do idioma, cada vez mais reduzido a um papel secundário, frente ao protagonismo e privilégios de todo o tipo que as instituiçons conferem ao espanhol.

É verdade que existem determinadas normas legais e instrumentos institucionais, mesmo alguns meios públicos de comunicaçom, que ainda reservam certo papel ao galego, o que mostra que o nosso povo ainda nom o abandonou. Porém, a degradaçom é visível, mostrando o desprezo dos governos autonómicos e a incapacidade de concelhos e deputaçons com maiorias teoricamente pró-galego para articular estratégias de avanço social para o nosso idioma.

Nom há dúvida que, sem umha maior pressom popular, o Estado espanhol e as suas diversas continuarám a trabalhar em contra os nossos interesses lingüísticos. Daí a importáncia da auto-organizaçom em defesa da galeguizaçom de espaços como o ensino e os meios públicos, assi como o das relaçons laborais, a produçom, o consumo e a cultura.

Também devemos valorizar iniciativas de agrupamento dos setores sociais ativamente favoráveis ao idioma em todo o tipo de coletivos ?musicais, culturais, educativos, desportivos, sindicais, etc? para defender coletivamente o direito à língua.

Entre as ferramentas de que dispomos para enfrentar o desafio histórico de recuperar o idioma, está o reintegracionismo, entendido como recurso que situa o galego onde lhe corresponde, como parte de um dos maiores espaços lingüísticos do mundo, capaz de responder a todas as necessidades de umha sociedade do século XXI, como é a galega.

Fora de qualquer tentaçom elitista ou individualista, consideramos o reintegracionismo um recurso coletivo que facilita que toda a populaçom galega dialogue com todos os povos que já figérom seu o nosso idioma, afirmando a sua própria identidade nacional na variante galega da língua comum.

Nom será só o reintegracionismo que possibilite a plena recuperaçom do idioma. É preciso que um setor maioritário do nosso povo aposte ativamente na recuperaçom plena dos direitos coletivos para que isso seja possível. É preciso reclamarmos a prioridade legal e efetiva do galego frente a qualquer outro idioma. Porém, a incorporaçom da Galiza ao espaço internacional que fala a nossa língua poderá ajudar-nos a ser um povo lingüisticamente soberano e aberto ao diálogo com todos os povos do mundo.

O autonomismo lingüístico, a teima oficialista em virar costas às variantes portuguesa e brasileira da nossa língua, reduzindo-nos a quatro províncias espanholas, mostra umha vocaçom de dependência e confirma a condena imposta à nossa língua, que esmorece e pode acabar por ficar reduzida à irreleváncia social.
Indo muito além das limitaçons impostas polas instituiçons e polas insuficências legais, os coletivos que participamos neste Bloco Reintegracionista de Base, participantes dia a dia nas mais variadas dinámicas populares pola soberania cultural e lingüística, reafirmamos a aposta numha Galiza em galego, soberana e que fale ao mundo com os pés na terra.

Compostela, 17 de maio de 2018

13-04-2018

  00:14:00, por artabria   , 651 palavras  
Categorias: Concertos

Mayumana nom é bem-vindo a Ferrol

A Fundaçom Artábria vem de assinar um manifesto junto a outras quatro entidades solidárias com justa luita do povo palestiniano. perante a presença da nossa cidade do grupo israelí Mayumana, que atuará do 20 ao 22 de abril no Auditório Municipal de Ferrol. E chamamos à nossa base social a participar na concentraçom que decorrerá o dia 20 às 20.30hs à porta do prédio municipal, sediado em Carança.

Mayumana com o seu silêncio é cúmplice do genocídio sionista contra o povo da Palestina.

Difundimos a seguir o manifesto promovido pla BDS-Galiza

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01-04-2018

  08:08:00, por artabria   , 458 palavras  
Categorias: Concertos

Acordo de colaboraçom entre Concelharia de Festas e Fundaçom Artábria, para umhas festas de Ferrol 100% em galego

["O primeiro de Abril vam os burros onde nom têm que ir"]

Pois sim, amigas e amigos, esta foi a nossa piadinha do 1 de abril de este ano, com a inestimável colaboraçom involuntária, mais um ano, do Suso Basterrechea ;)

A brincadeira está aí, mas a ideia também. Quem nom gostaria dumhas festas com Sés, Gabriel o Pensador, Ezetaerre, Salvador Sobral, Guadi Galego, Ratos do Porão, Tanxugueiras, ZENZAR PakolasPaco Nogueiras, Ataque Escampe, Manolo Bacalhau, Deolinda, O SONORO MAXÍN, Mariza... a lusofonia abre um mundo para que as festas poidam ser na nossa língua sem recurrir aos 40 e a rádio-formula...?

Suso Basterrechea, nós ofertamo-nos a assessorar se é precisso ;)

Obrigad@s a todas as que "picachedes" e às e os que com cumpricidade seguichedes a piadinha.

E para o ano a ver se ajudamos um pouquinho mais às que preparam brincadeiras para este dia, nom ganhades nada por "descubrir" que é 1 de abril e repetir "vam os burros...". Ao contrário só evitas que a brincadeira chegue a mais gente. A ver se para o ano nos lembramos que algumhas tentam trabalhar as brincadeiras.

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Horário de Abertura
- Segundas a sextas 10.00h-13.30h // 17.30h-feche
- Sextas e Sábados 18.00h-feche

A Associaçom Reintegracionista Artábria, nascida em 1992 em Narom, transformou-se em abril de 1998 em Fundaçom, inaugurando em setembro desse mesmo ano o seu Centro Social.

A Fundaçom Artábria está declarada de Interesse Galego e classificada de interesse cultural, com o número de inscriçom 54 e CIF:G15645518.


Para saberes mais, lê a definiçom da Artábria na wikipédia + info

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