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O galego nom se borra! A A.C Revira fronte à proposta desgaleguizadora do PPO galego nom se borra! A A.C Revira fronte à proposta desgaleguizadora do PP
Da Associaçom Cultural A Revira queremos denunciar a intençom do PP de recurtar ainda mais espaço ao galego no sistema educativo, em coerência coa sua política global de destruiçom programada da nossa língua e da nossa cultura. Em contra do propugnado polos grupos galegófobos e aparentemente assumido polo indigno governo autonómico, o galego conta cumha defesa legal –emanada em linhas gerais da Lei de Normalizaçom Lingüística de 1983- raquítica, altisonante mas insuficiente, que pode ser avaliada como um fracasso global, já que propiciou que nos últimos anos viviramos a maior perda de falantes da história. No caso concreto do ensino, a presença da nossa língua nacional nom só nom é a veicular, como corresponderia a umha naçom normalizada, senom que nem sequera garante que a mocidade galega adquira um domínio semelhante ao da língua de substituiçom. Depois de décadas de extermínio “harmónico”, o PP pretende agora acelerar este processo de lingüicidio por meio dum novo recurte sobre um decreto –o que estabelecia um 50% de materias em galego- que era tam só umha proposta de mínimos que nunca chegou a cumprir-se. -ao enmascarar o auténtico conflito lingüístico galego –a secundarizaçom e absorçom da língua própria pola imposta polo Estado- sob a adquisiçom individual de outras línguas, em particular o inglés, por medio de pautas inaplicáveis e antipedagógicas. -ao pretender aplicar às linguas –de utilizaçom coletiva e social por excelência- umha versom renovada do liberalismo individualista que obvia a muito desigual situaçom de partida, tanto em quanto à conhecemento como em relaçom aos prejuizos que ainda pessam sobre o galego. Assim, o governo autonómico ampara-se numha suposta “liberdade de eleiçom” de impossível aplicaçom, que nom existe no resto do sistema educativo (nem no relativo às matérias nem aos horários, por exemplo) nem vai ser real, já que umhas exiguas maiorias poderiam decidir a lingua de todo um centro. Da A.C. A Revira, que leva já seis anos a exercer activismo social em defesa da língua, unimos à nossa voz a de todos os agentes sociais que rexeitam esta nova ofensiva, e comprometemonos a continuar a desenvolver um trabalho de base na comarca de Ponte Vedra que construa espaços para acadar mais galego, no ensino e em todos campos, e avance no difícil mas ilusionante caminho cara ao monolingüismo social numha Galiza liberada.
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