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Categoria: NotíciasManifestaçom contra as autorizaçons ambientais a ENCE e Elnosa
![]() A Associaçom Cultural Revira quer mostrar o seu apoio à manifestaçom convocada pola APDR para esta sexta-feira 21 de Outubro contra a renovaçom da concessom ao complexo industrial ENCE-ELNOSA da Autorizaçom Ambiental Integrada ( AAI) por parte da Junta da Galiza do Partido Popular, e que partirá às 20:30 da praça da Ferraria.
A Revira apoia a sanidade pública
A Associaçom Cultural A Revira, que desenvolve as sua actividades dentro do movimento popular da comarca, quer somar a sua voz a de todas e todos os vizinhos e movimentos que rexeitam a decissom da Junta de privatizar a atençom hospitalária na área sanitária de Ponte Vedra. A primeira conseqüência desta medida, que só quer favorecer os aliados do PP no grande patronato, é perder os investimentos públicos já previstos para a ampliaçom de Montecelo. Nada menos que 100 milhons de euros esbanjados por meio do incumprimento dos acordos assumidos pola administraçom autonómica -com convenios assinados entre todas as instituiçons implicadas-, aos que haveria que engadir os quase 60 milhons de euros que já se investirom nos últimos anos em Montecelo. A segunda conseqüência é que tardaremos mais em contar com as novas instalaçons, cujas obras já deveriam ter começado no ano passado. Outra das desvantagens do novo empraçamento tem a ver com os acessos e condiçons para a futura expansom. Montecelo já conta com os serviços precissos para um hospital mais grande (ou estám em execuçom) mentres que na proposta do PP haveria que implantá-los, o que repressenta um novo custo. No PXOM da cidade existe umha reserva de 300.000 m2 anexos a Montecelo que garantem facilidades numha futura ampliaçom. Mas sem dúvida o principal problema -e o que no fundo explica semelhante despropósito- é a privatizaçom da sanidade e as suas conseqüências. O modelo PFI fundamenta-se na construçom e gestiom dum hospital por grandes empresas privadas, a quem o Sergas paga um canon anual por "alugar-se" as instalaçons durante duas ou tres décadas. O resultado é que os custos se multiplicam por sete, imponhendo umha pessada hipoteca a umha geraçom de galegas e galegos, que tributarám para garantir ainda mais ganhos de construtoras, asseguradoras e bancos. Da Revira esigimos ao governo do PP que detenha a sua ofensiva neoliberal contra os serviços públicos, desde à sanidade até o ensino, os serviços sociais ou o agro. Tampouco esquecemos que a porta da privatizaçom foi aberta no 97 por umha lei estatal, consensuada com o PSOE, que deve ser derogada para garantir permanentemente o carácter público da sanidade, independentemente dos interesses económicos que amparem a um governo determinado. Em Ponte Vedra, a 16 de abril de 2010
O galego nom se borra! A A.C Revira fronte à proposta desgaleguizadora do PP
Da Associaçom Cultural A Revira queremos denunciar a intençom do PP de recurtar ainda mais espaço ao galego no sistema educativo, em coerência coa sua política global de destruiçom programada da nossa língua e da nossa cultura. Em contra do propugnado polos grupos galegófobos e aparentemente assumido polo indigno governo autonómico, o galego conta cumha defesa legal –emanada em linhas gerais da Lei de Normalizaçom Lingüística de 1983- raquítica, altisonante mas insuficiente, que pode ser avaliada como um fracasso global, já que propiciou que nos últimos anos viviramos a maior perda de falantes da história. No caso concreto do ensino, a presença da nossa língua nacional nom só nom é a veicular, como corresponderia a umha naçom normalizada, senom que nem sequera garante que a mocidade galega adquira um domínio semelhante ao da língua de substituiçom. Depois de décadas de extermínio “harmónico”, o PP pretende agora acelerar este processo de lingüicidio por meio dum novo recurte sobre um decreto –o que estabelecia um 50% de materias em galego- que era tam só umha proposta de mínimos que nunca chegou a cumprir-se. -ao enmascarar o auténtico conflito lingüístico galego –a secundarizaçom e absorçom da língua própria pola imposta polo Estado- sob a adquisiçom individual de outras línguas, em particular o inglés, por medio de pautas inaplicáveis e antipedagógicas. -ao pretender aplicar às linguas –de utilizaçom coletiva e social por excelência- umha versom renovada do liberalismo individualista que obvia a muito desigual situaçom de partida, tanto em quanto à conhecemento como em relaçom aos prejuizos que ainda pessam sobre o galego. Assim, o governo autonómico ampara-se numha suposta “liberdade de eleiçom” de impossível aplicaçom, que nom existe no resto do sistema educativo (nem no relativo às matérias nem aos horários, por exemplo) nem vai ser real, já que umhas exiguas maiorias poderiam decidir a lingua de todo um centro. Da A.C. A Revira, que leva já seis anos a exercer activismo social em defesa da língua, unimos à nossa voz a de todos os agentes sociais que rexeitam esta nova ofensiva, e comprometemonos a continuar a desenvolver um trabalho de base na comarca de Ponte Vedra que construa espaços para acadar mais galego, no ensino e em todos campos, e avance no difícil mas ilusionante caminho cara ao monolingüismo social numha Galiza liberada.
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