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A Revira apoia a sanidade públicaA Revira apoia a sanidade pública
A Associaçom Cultural A Revira, que desenvolve as sua actividades dentro do movimento popular da comarca, quer somar a sua voz a de todas e todos os vizinhos e movimentos que rexeitam a decissom da Junta de privatizar a atençom hospitalária na área sanitária de Ponte Vedra. A primeira conseqüência desta medida, que só quer favorecer os aliados do PP no grande patronato, é perder os investimentos públicos já previstos para a ampliaçom de Montecelo. Nada menos que 100 milhons de euros esbanjados por meio do incumprimento dos acordos assumidos pola administraçom autonómica -com convenios assinados entre todas as instituiçons implicadas-, aos que haveria que engadir os quase 60 milhons de euros que já se investirom nos últimos anos em Montecelo. A segunda conseqüência é que tardaremos mais em contar com as novas instalaçons, cujas obras já deveriam ter começado no ano passado. Outra das desvantagens do novo empraçamento tem a ver com os acessos e condiçons para a futura expansom. Montecelo já conta com os serviços precissos para um hospital mais grande (ou estám em execuçom) mentres que na proposta do PP haveria que implantá-los, o que repressenta um novo custo. No PXOM da cidade existe umha reserva de 300.000 m2 anexos a Montecelo que garantem facilidades numha futura ampliaçom. Mas sem dúvida o principal problema -e o que no fundo explica semelhante despropósito- é a privatizaçom da sanidade e as suas conseqüências. O modelo PFI fundamenta-se na construçom e gestiom dum hospital por grandes empresas privadas, a quem o Sergas paga um canon anual por "alugar-se" as instalaçons durante duas ou tres décadas. O resultado é que os custos se multiplicam por sete, imponhendo umha pessada hipoteca a umha geraçom de galegas e galegos, que tributarám para garantir ainda mais ganhos de construtoras, asseguradoras e bancos. Da Revira esigimos ao governo do PP que detenha a sua ofensiva neoliberal contra os serviços públicos, desde à sanidade até o ensino, os serviços sociais ou o agro. Tampouco esquecemos que a porta da privatizaçom foi aberta no 97 por umha lei estatal, consensuada com o PSOE, que deve ser derogada para garantir permanentemente o carácter público da sanidade, independentemente dos interesses económicos que amparem a um governo determinado. Em Ponte Vedra, a 16 de abril de 2010
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