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Plantemos cara a esta Reforma Laboral ; Organiza-te e LuitaPlantemos cara a esta Reforma Laboral ; Organiza-te e Luita
![]() O 29 de Março de 2012 viveremos a terceira greve geral no nosso país e a segunda no conjunto do estado espanhol em apenas 2 anos. No ano 2010 o PSOE aprovou umha reforma laboral que facilitou a saída da empresa abaratando o despedimento, assim como no 2011 aumentou a idade de jubilaçom passando de 65 para 67 anos. Hoje no 2012 o Partido Popular aprova mais umha reforma laboral que empobrecerá ainda mais a classe trabalhadora cedendo às exigências dos empresários. Os pontos em que se centra esta reforma laboral som no despedimento barato, a contrataçom precária, aumentar unilateralmente por parte do empresário a flexibilidade interna e no desmantelamento da negociaçom colectiva para provocar umha baixa geral dos salários. Com anterioridade, o PP aprovara a reduçom do gasto público, a suba do IRPF e a congelaçom do Salário Mínimo Interprofesional cumprindo fielmente as directrices mandadas desde Europa. Se olharmos o panorama mundial vemos como o capitalismo precisa de mais guerras imperialistas para conquerir novos mercados, para a obtençom de mais recursos e manter a competitividade mundial, saqueando os países do chamado terceiro mundo e atacando os chamados paises nom alienados coma antes o Iraque ou Líbia e atualmente Síria. Também está presente umha guerra mediática prolongada em contra dos países de carácter progresista e socialista organizados em mercados alternativos como o ALBA em Latinoamérica, por exemplo. Desde a Associaçom Cultural Revira somos conscientes que temos o direito e o dever de sairmos à rua, plantarmos cara aos governos neoliberais e as medidas que nos empobrecem, temos o direito de exigir umha vida melhor, umha vida digna, em definitiva temos a necessidade de construirmos um outro sistema que garanta a soberania da nossa naçom e de todos os povos do mundo, que garanta o acesso da populaçom aos serviços públicos e aos direitos mais básicos como a educaçom, à cultura, à saúde, à jubilaçom e às prestaçons sociais. Esse sistema só pode ser o socialismo. Sendo umha Associaçom de carácter juvenil apelamos a todos os moços e moças independentemente de estudarem, trabalharem ou estejam no paro a que saiam à rua a se manifestar neste 29 de Março, a reivindicar os direitos que lhe correspodem para construir um futuro digno, ao ser um dos sectores de populaçom mais afectados. Por último queremos fazer umha reflexom animando a todos os trabalhadores e trabalhadoras a participarem da greve geral, ainda sabendo que será um grande esforço para a sua economia já depauperizada. Sabemos que é um esforço, mas se umha pessoa nom pode permitir-se perder o soldo dum dia, menos poderá permitir-se que lhe baixen o salário permanentemente, aumentem a idade de jubilaçom, ou que implantem despedimentos cada dia mais baratos, etc. Por último apontar que a convocatória dum dia de greve geral por si soa nom solucionará nada, sabemo-lo, mas a greve é o direito mais poderoso que temos os trabalhadores e trabalhadoras para responder a umha agressom, e quem nom participa nela está nom só afectando os direitos dele mesmo senom do conjunto da classe obreira. Em resumo é o começo dumha serie de mobilizaçons que tenhem que ser permanentes e contundentes: as jornadas laborais de 8 horas diárias, a prestaçom por desemprego, o salário mínimo, a negociaçom colectiva, férias pagas, indemnizaçom por despido, permiso por maternidade ou lactáncia e em resumo qualquer dos nossos dereitos conqueridos, que nom som tantos todo seja dito, som graças às mobilizaçons, às greves e a luita dos trabalhadores ao longo do tempo, e nom graças ao esforço no posto de trabalho. Se a sociedade galega, o conjunto do estado espanhol, e os trabalhadores e trabalhadoras ao redor do mundo pronunciam-se contra a crise em que nos meteu o capitalismo, estes terám a obriga de escuitar e obedecer. Esta greve é de todos e todas, desde os trabalhadores e trabalhadoras, do estudantado, desempregados e desempregadas, trabalhadores/as no fogar, jubilados/as ou consumidores. Por isso temos o dever de sairmos à rua o 29 de março com os sindicatos nacionais e de classe.
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