Arquivos para: Janeiro 2009

26-01-2009

Link permanente 02:05:31, por José Alberte Email , 334 palavras   Português (GZ)
Categorias: Novas, Tal vez...

* * Conheça os produtos e empresas que deveriam ser boicotados para castigar ao Governo de Israel pola sua massacre em Gaza **

LISTA DE PRODUTOS A BOICOTAR: -

-FRUTAS: Mangas e melons CARMEL. Abacate ecológico Ecofresh-Carmel.
-TECNOTRON: Foto matom e outras instalações recreativas de rua.
-NANAS: Estropalhos ou buchas saponáceos.
-PATACAS: Variedade Mondial, LZR (Em Mercadona) variedade Vivaldi e Desiree.
-VINHO: Carmel Mizrachi Wines, vinhos de Israel.
-ESHET-EYLON: Classificaçom automática de frutas.
-NETAFIM: Equipas de rego.
-MILONOT: Pensos para o gando, Planta têxtil algodoeira, Central de mecanizaçom do algodom, Matadouro de aves, Envasado de frutas, Processado de frutas e hortaliças ou legumes, Maduraçom e envasado de bananas, Centro de processo de dados...
-DÁTILES CARMEL: Jordan Plains.
-ÁGUA MINERAL EDEN: Garrafas para fontes públicas.

-MENNEN: Sistemas de monitorizaçom de pacientes em cuidados intensivos.
-COSMÉTICOS REVLON: Em quase todas as drogarias e perfumarias.
-AHAVA: Cremas, sais, loçons.

- CALÇONS DE BANHO MAIÔS: GIDEON OBERSON e GOTTEX.
-ROUPA INTERIOR: VITÓRIAS SECRET, WARNACO, THE GAP, NIKE.
-APARELHOS DE AR ACONDICIONADO JOHNSON, WHITE WESTINGHOUSE, AIRWELL e ELECTRA.

-EPILADY: Máquinas de depilar e massagem.
-VEET: Cera de depilaçom.
-INTEL: O maior fabricante de micro processadores do mundo. Foi a primeira empresa estrangeira que abriu uma sucursal em Haifa em 1974.
-EMBLAZE: Esta companhia israelense pola primeira vez estará na prestigiosa pronta de companhias como Nokia e outras que desenvolvem telefones móveis. Emblaze actuará em conjunçom com a israelense Partner Communications, que opera com o nome de assinatura de Orange.
-RAFAEL: Sistemas de segurança para o lar.

-EMPRESAS ESTRANGEIRAS QUE APOIAM A ISRAEL: McDonald's, Timberland, Revlon, Garnier, Hugo Boss, Tommy Hilfiger, Calvin Klein, L'Oreal, Garnier.....
-JOHNSON & JOHNSON: No 50º Aniversário da Independência de Israel, a Johnson No 50º Aniversário da Independência de Israel, a Johnson & Johnson foi-lhe concedido o maior galardom, o Jubilee Award, em reconhecimento a seu apoio à economia israelense.
-TELEFÓNICA: Adquire grande parte de seus produtos em Israel entre eles, os multiplicadores de linhas, componentes para redes e sistemas de facturaçom de telefonemas.

25-01-2009

Link permanente 00:11:43, por José Alberte Email , 183 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

"BLITZKRIEG" PARA UM GENOCÍDIO

Alejandro Teitelbaum

O balanço de três semanas de “blitzkrieg” contra o povo palestiniano encurralado em Gaza sem possibilidades de fugir é de 1300 mortos, 410 deles meninos e 5300 feridos, dos quais 1630 meninos.

A “blitzkrieg” (onde se experimentárom novas armas, de efeitos devastadores sobre o corpo humano, fornecidas polos USA) esteve precedida por um ano e médio de rigoroso bloqueio imposto por Israel com a vénia das grandes potências. O bloqueio persiste após o cesse da agressom, salvo para a ajuda humanitária.

A qualificaçom de genocídio nom é um excesso de linguagem. O ocorrido em Gaza É UM GENOCÍDIO. Hitler nom o tivesse feito melhor.

Durante a “blitzkrieg” violaram-se sistematicamente a IV Convençom de Genebra de 1949, o Título IV do Protocolo Adicional I de 1977 às Convençons de Genebra e ademais os assaltantes cometérom os crimes previstos nos artigos 6 (Genocídio), 7 (Crimes contra a humanidade e 8 (Crimes de guerra) do Estatuto da Corte Penal Internacional. Os responsáveis principais som Ehud Olmert, Tzipi Livi, Ehud Barak e os chefes das forças armadas de Israel

24-01-2009

Link permanente 14:00:55, por José Alberte Email , 2844 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

QUE TÊM QUE VER OS JUDEUS COM O LOBBY SIONISTA?

Por Rodrigo Guevara y Manuel Freytas

IAR-Noticias

Israel não invadiu nem executou um genocídio militar no Líbano, em Gaza, com a religião judia, senão com aviões F-16, mísseis, bombas ácio, helicópteros Apache, tanques Merkava, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e uma estratégia e um plano de ataque militar. O lobby judeu que controla Casa Branca e a Reserva Federal não reza nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street. Um detalhe a ter em conta, para não confundir a realidade com o mito e o negócio.

A) O mito

O genocídio militar perpetrado por Israel em Líbano pôs novamente de moda a velha discussão sobre o "anti-semitismo" ou o "ódio racial" contra os judeus onde nem os considerados "anti-semitas" se põem de acordo sobre que é Israel e daí é "o povo judeu".

Como sempre, os pontos referenciais do "debate" giram ao redor da "raça" e da "religião" em termos "históricos", sem tocar para nada o envolvimento económico, social, política e cultural dos judeus como colectividade na realidade do mundo do presente.

Neste corte alienado e esnaquiçado da discussão, os próprios críticos de Israel terminam dividindo aos judeus entre "sionistas" e "não sionistas", como se a questão do sionismo fosse uma questão "racial" ou religiosa, e não um sistema de domínio imperial que abarca interactivamente o plano económico, político, social e cultural, superando a questão da raça ou das crenças religiosas.

E por outro lado, e em forma prática, nesta sociedade capitalista de valores individualistas quem se baseia na religião ou na raça para tomar decisões ou conviver em sociedade?

Hezbolá, por exemplo, não lhe propinou uma derrota militar a Israel com a religião islâmica, senão com uma guerra assimétrica, proposta com armas, logística, estruturas operativas, tácticas e estratégias de combate executadas no teatro de operações de Líbano

Israel não invadiu nem executou um genocídio militar em Líbano com a religião judia, senão com aviões F-16, mísseis, bombas ácio, helicópteros Apache, tanques Merkava, artilharia pesada, barcos, sistemas informatizados, e uma estratégia e um plano de ataque militar.

Então Que têm que ver Israel e Hezbolá com uma discussão racial e religiosa?

O curioso, é que são as próprias organizações religiosas islâmicas ("pacifistas" por natureza) que andam "explicando" desde o preconceito religioso que não são "anti-semitas" nem "anti judias, como se as sinagogas judias (e não um sistema mundial de poder que se expressa no económico, no político, no cultural e no militar) fossem o centro do mundo.

Com sozinho olhar com lógica e sentido comum os acontecimentos económicos, políticos e sociais a nível planetário, pode-se comprovar facilmente que o mundo não se maneja com religião senão com pragmatismo realista de causa e efeito.

Em era-a informática, em era-a das comunicações, em era-a da ciência aeroespacial, da robótica e da bio-genética, à religião já não a praticam nem os judeus, cuja maioria só a tem como referência vadia de seu pertence religioso como a têm os católicos, cuja maioria já nem frequenta as igrejas.

Então De que falam quando falam de "anti-semitismo" ou de "anti-judaismo religioso? Em que parámetros referenciais se baseia a condição de "anti-semita"? Quem é anti-semita? Quem critica aos judeus por sua religião ou por sua raça nas sociedades do mundo?

No máximo, aos judeus, como está provado na realidade social de qualquer país, não lhos critica por sua religião ou condição racial senão por sua apego excessivo ao status do dinheiro (também cultivado por outras colectividades) e a integrar estruturas ou hierarquias de poder dentro de um sistema injusto de opressom e de exploração do homem pelo homem, como é o sistema capitalista.

Historicamente, mais que por sua religião, em todos os países e sociedades da terra o judeu sempre esteve identificado na figura do "usureiro" e não do rabino, questão que se reflecte em massa nos chistes de judeus contados até pelos próprios judeus.

Isto é, aos judeus habitualmente não lhos critica por sua religião ou sua raça, senão por seus valores excessivamente "materialistas" que os leva rapidamente a escalar pirámides de poder dentro do sistema capitalista, o que lhes construiu o mito (alentado pelos próprios judeus) de "inteligência superior".

Salvo os grupos minoritários de fanáticos e racistas que só se representam a si mesmos, nas sociedades (salvo o nazismo alemão e algumas excepções) quase nunca teve "perseguição religiosa" do judeu, se não que teve uma associação do judeu com a "pior cara do capitalismo", representada no sistema económico-financeiro especulativo.

Quantos são os grupos de nazistas e fanáticos que perseguem "racialmente" aos judeus pelo mundo, em relação ao conjunto da humanidade? Atingem os dedos de uma mão para contá-los.

É mais, os "nazistas" que ficam, nem sequer são nazistas com "pureza doutrinaria", são lúmpens, marginais alienados do sistema capitalista, uma espécie de "tribo" urbana insignificante e idiota, que não representam um perigo para ninguém, e que habitualmente são utilizados para manter vivo o mito da "perseguição" e o "anti-semitismo

Em definitiva o mito da "perseguição religiosa", só serviu para gerar o mito do "anti-semitismo" como falsa corrente em massa, com a finalidade de tampar o que grupos minoritários de origem judia fazem em realidade: controlar e manejar os mecanismos estratégicos do sistema capitalista que governa o mundo por meio do poder económico.

B) O negócio

Quando alguém exercita uma investigação e uma análise estrutural do lobby judeu (e sua rede interactiva de lobbys locais em todos os países), não pesquisa nem analisa as sinagogas, senão os centros de planejamento e de decisão mundial do sistema capitalista que controla as estruturas económico-productivas em todos os países da terra.

O lobby judeu não controla o mundo com a religião: maneja-o com bancos, tras-nacionais, mercados, controle de preços e demanda, monopólio e hegemonia sobre os sistemas económicos-productivos, controle sobre os recursos naturais, controle da rede informativa e de manipulação social, manejo dos valores sociais através da publicidade, a cultura e o consumo estandardizado e globalizado pelos meios de comunicação, e controle financeiro mediante o dólar (a moeda patrom de todas as transacções comerciais e financeiras) etc.

O coração do lobby judeu estadunidense é o poderoso sector financeiro de Wall Street que tem directa implicância e participação na nomeação de servidores públicos finques da governação de EEUU e dos órgãos de controle de política monetária e instituições crediticias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

As principais instituições financeiras do lobby (Goldman Sachs, Morgan Stanley , Lehman Brothers, entre as primeiras cinco) e os principais bancos (Citigroup, JP Morgan and Merrill Lynch, entre os primeiros cinco), influem decisivamente para a nomeação dos titulares da Reserva Federal, o Tesouro, e a secretaria de Comércio, além dos directores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

Um exemplo desta ligaçom é a nomeação, no 2005, de Paul Wolfowitz, ex subsecretário de Defesa, considerado o "cérebro" do lobby judeu de Washington, como titular do Banco Mundial. Outro exemplo destacado, foi a recente nomeação de Henry Paulson, presidente executivo de Goldman Sachs como titular do Tesouro estadunidense.

O ex presidente da Reserva Federal, Alan Greenspan, como seu actual presidente, Ben Bernanke, foram impostos pelo lobby nova-iorquino dos grandes bancos, financeiras e corporações trasnacionais que se aglutinam no chamado Consenso de Washington, um foro de existência quase invisível desde o qual se lembram normas económicas-financeiras e políticas de regulação de mercados que transcendem as fronteiras de EEUU.

Por meio da utilização política de seu poder financeiro, de sua estratégica posição nos centros de decisão, os grupos financeiros do lobby judeu exercem influência decisiva na política interna e externa de EEUU, além de seu papel dominante no financiamento dos partidos políticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

À reunião anual do AIPAC, a mais poderosa instituição sionista do lobby (e não obstante que os judeus só representam menos de 5% dos votos em EEUU) assistem a maioria dos líderes do Congresso, os principais membros da Governação e mais da metade de todos os integrantes do Congresso, que identificam os interesses de Israel com os de EEUU.

Em definitiva, o lobby judeu não representa a nenhuma sinagoga nem expressão racial, senão que é a estrutura que maneja o poder mundial através do controle sobre os centros económicos-financeiros e de decisão estratégica do sistema capitalista expandido como civilização "única".

Antes que pela religião e a raça, o lobby e suas redes se movem por uma ideologia política funcional: o sionismo capitalista-imperial que antepor o mercado, a concentração de riqueza, a "política de negócios", a qualquer filosofia que roce as noções do "bem" ou do "mal" entendidos dentro de parámetros sociais.

O lobby judeu que controla Casa Branca e a Reserva Federal não reza nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street, onde a suprema religião são o dólar e os negócios entrelaçados por todo o planeta. Em Wall Street, o templo supremo do dinheiro sem fronteiras, não se reza senão que se cotam anualmente títulos, bonos e acções por mais de 12 biliões de dólares . Quase o equivalente a 2 vezes o PBI anual de 180 países em via de desenvolvimento.

É dinheiro volátil. Reproduzindo-se e concentrando-se a escala planetária. Mas com um ponto de regresso e refúgio preciso: a Reserva Federal norte-americana controlada por grupos minoritários judeus. O capitalismo não tem fronteiras. Mas o dólar, sua moeda patrono, só atende em EEUU, mais precisamente em Nova York, onde reside o patriciado financeiro judeu que sai nos ranking de Forbes ou de Fortune.

Os três principais bancos e as três primeiras instituições financeiras do lobby receberão uma taxa de benefícios superior aos 50.000 milhões de dólares em 2006, equivalente a mais de 35 orçamentos anuais de um país como Bolívia.

As três principais correntes televisivas de EEUU (CNN, ABC, NBC e Fox) , os três principais diários (The Wall Street Journal, The New York Times e The Washington Pós) estão controlados e administrados (através de pacotes accionários ou de famílias) por grupos do lobby judeu, principalmente nova-iorquino.

Assim mesmo como as mais três influentes revistas (Newsweek, Time e The New Yorker), e consórcios hegemónicos de Internet como Time-Warner (fusionado com América on Line) ou Yahoo, estão controlados por gerência e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

Colossos do cinema de Hollywood e do espectáculo como The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox, entre outros, fazem parte desta rede interactiva do capital sionista imperialista.

Conseqüentemente, o sector maioritário hegemónico da informação, a cultura e o espectáculo difundidos a escala em massa (que marcam tendências e valores sociais, e são finques para o controle ideológico e o direccionamento de conduta colectiva) estão em mãos do lobby judeu que, a sua vez, controla os mecanismos básicos do poder económico e político do Império estadunidense.

A combinação do superpoder militar de Estados Unidos com o superpoder económico-financeiro de Wall Street em mãos do lobby judeu, deu como resultante o Império único , cujo rádio de influência e domínio directo abarca a 121 países nos quais Estados Unidos tem presença directa ou influência militar, ou no resto dos países controlados a partir de se apoderar dos seus sistemas económico-productivos.

Tanto as "quatro grandes" contratistas do complexo militar-industrial (Lockheed Martin, Boeing, Raytheon, General Dynamics ), como as "quatro irmãs" ( Exxon-Mobil, Chevron-Texaco, Royal Dutch Shell e BP) que monopolizam a extracção e comercializaçom do petróleo a escala mundial, não falam de religião nem de sinagogas, senão de negócios e de acções que se capitalizam na carteira de Wall Street.

Citigroup, Goldman Sachs, IBM, Microsoft, Coca-Cola, por exemplo, não falam de religião nem de sinagogas: falam de mercados, valores, negócios e utilidades.

Desde Homero Simpson a Spielberg, desde Bill Gates à CNN, desde a mega-indústria da música e o espectáculo de Hollyvood, ao templo mundial das finanças de Wall Street, desde Exxon a Locked Martin, tudo o que se respira no mundo está regulado e controlado pela exclusiva família do lobby judeu ramificada pelo planeta.

Não trata-se de uma afirmação meramente analítica, senão de uma realidade estatística, verificável, e comprobável.

Quando se pesquisa a fundo qualquer sistema económico produtivo de qualquer país da terra, em seu sistema económico-financeiro, nas câmaras industriais, comerciais e de serviços, nos grandes consórcios da comunicação e da cultura, no negócio do entretenimento, quase sempre dominam pacotes accionários controlados por judeus, quem ademais ocupam os postos finques de decisão e gerência.

Quando falamos de lobby judeu, não falámos de religião ou de sinagoga senão de um poder mundial controlado em seus mecanismos decisivos por grupos minoritários de origem judia, e conformado por uma estrutura de estrategas e tecnócratas que operam as redes industriais, tecnológicas, militares, financeiras e mediáticas do capitalismo trasnacional estendido pelos quatro pontos cardinais do planeta

Quando falamos de lobby judeu, falámos de um desenho estratégico de poder mundial , interactivo e totalizado, que se concreta mediante uma rede infinita de associações e vasos comunicantes entre o capital financeiro, industrial e de serviços que converte aos países e governações em gerências de encrave.

Quando falamos de lobby judeu falámos de um poder mundial sionista imperialista que é o dono do Estado de Israel tanto como do Estado norte-americano, e do resto dos Estados com seus recursos naturais e sistemas económico-productivos, singelamente porque controla o capital e os meios de produção que movem a esses países.

A complexa rede de "vasos comunicantes" entre o capitalismo financeiro, tecnológico, industrial, de serviços, informático e comunicacional (controlado maioritariamente por grupos do lobby judeu) revela um grau incrível de concentração, diversificaçom, e interesses comuns das megacorporacions multinacionais que se dividem o planeta como um grande mercado.

A redes do sistema capitalista globalizado, cujas filiais e casas matrizes podem estar em Europa, Ásia, ou em qualquer continente, têm seu terminal em Wall Street ou no Complexo militar-industrial de EEUU, controlado pelo lobby judeu desde Washington e Nova York.

O que queira o comprovar, não tem nada mais que pesquisar a composição accionaria, os níveis gerênciais, e os vasos comunicantes empresariais dos bancos, financeiras, empresas, meios de comunicação (os famosos "monopólios"), que hegemonizam a actividade económico-productiva da maioria dos países do mundo.

E como sucedeu sempre no sistema capitalista, o que controla o sistema económico de um país (a infra-estrutura), também controla à governação e a suas ferramentas administrativas (a superestrutura).

O lobby não somente está na Casa Branca senão que abarca todos os níveis das operações do capitalismo trasnacional, cujo desenho estratégico está na cabeça dos grandes charmans e executivos de bancos e consórcios multinacionais que se sentam no Consenso de Washington e se repartem o planeta como se fosse um pastel.

Quando falámos do lobby judeu, não falámos de religião senão do sistema capitalista, cuja existência e modus operandi de exploração do homem pelo homem escondem os meios de informação, comunicação e cultura, em mãos do lobby judeu, cuja existência se pode verificar em cada país sozinho com pesquisar os pacotes accionários e os níveis gerênciais das empresas que monopolizam o sistema económico-productivo.

Em resumem. Que querem dizer com isso da perseguição racial e religiosa dos judeus?

23-01-2009

Link permanente 21:09:03, por José Alberte Email , 802 palavras   Português (GZ)
Categorias: Novas

Obama já deu sinais de que pretende manter a política de concessões ao lobby sionista estadunidense

Brasil de fato

Gaza é a prova dos nove de Barack Obama. Que estratégias o presidente eleito dos Estdos Unidos vai adotar sobre a “questão palestina” e, mais precisamente, sobre o desafio representado pelo governo do Hamas, que conta com a provação da vasta maioria dos quase dois milhões de habitantes da miserável Faixa de Gaza? Manterá o apoio incondicional ao Estado agressor sionista, como fizeram os presidentes estadunidenses a partir de Ronald Reagan, nos anos 1980? Não é uma questão menor, muito ao contrário: a relação entre Estados Unidos, Israel e Autoridade Palestina configura o ponto nevrálgico da conjuntura mundial contemporânea, pois reflete, entre outras coisas, a política adotada por Washington para controlar os recursos energéticos do planeta (em particular, o petróleo).

Obama já deu sinais de que pretende manter a política de concessões ao lobby sionista estadunidense (representado, em particular, pelo Conselho de Relações Públicas Estados Unidos - Israel). Várias vezes, afirmou reconhecer Jerusalém como a capital una e indivisível de Israel, assim descartando liminarmente as reivindicações históricas e religiosas do povo árabe palestino. A nomeação de Hillary Clinton ao cargo de secretária de Estado é um claro aceno a Israel. Em 2006, quando Israel horrorizava a opinião pública mundial, ao lançar todo o seu poderio militar contra a população civil do sul do Líbano (como fez agora em Gaza), a mulher do ex-presidente Bill Clinton, então senadora, chegou a participar de passeatas em apoio ao “direito de defesa” de Israel. O senador Joe Biden, vice de Obama, é conhecido por suas posições francamente sionistas (além der ter sido o autor, em 1999, de uma resolução que autorizava o ataque aéreo dos Estados Unidos ao Kossovo).

Mas a história não está escrita. Barack Obama foi eleito como resultado de uma grandiosa crise do capitalismo. Não será necessário, aqui, analisar detidamente a complexidade da crise, amplamente noticiada e comentada ao longo dos últimos meses. Seu governo será marcado pela transição de uma ordem instituída nas duas últimas décadas, conhecida como neoliberalismo, para uma nova ordem, cujos contornos ainda não estão delineados. Os Estados Unidos terão que enfrentar o funeral de seus sonhos hegemônicos. Obama será obrigado a negociar com outras potências capitalistas, ao contrário do que fizeram os facínoras neoconservadores que ocuparam a Casa Branca sob George Bush (que Deus o tenha). Isso tudo se refletirá, necessariamente, na política dos Estados Unidos para o Oriente Médio, pois todas as potências querem o seu petróleo. O jogo se tornará mais complexo.

Há, ainda, os aspectos ideológicos e culturais que a eleição de Obama mobilizou. Os eleitores estadunidenses deixaram bastante claro o seu anseio por mudança (lema principal da campanha de Obama). Não suportam mais a atmosfera opressiva do neoliberalismo, emoldurada pela demencial “guerra ao terror”, fábrica permanente de um pânico artificialmente criado contra um suposto inimigo universal – de preferência, identificado como árabe e/ou islâmico. O desemprego, a perplexidade de uma parte da classe média vitimada pela ganância dos banqueiros e especuladores, a sensação de decadência – tudo contribuiu para criar um clima importante de agitação política e cultural nos Estados Unidos, como não se via desde as grandes mobilizações contra a Guerra do Vietnã. O governo Obama é um reflexo desse processo. O problema é saber como ele reagirá às expectativas nele depositadas, e a “questão palestina” é um bom termômetro – certamente o principal, em se tratando de análise da política externa dos Estados Unidos.

Se Obama se inclinar à “esquerda”, rompendo com o establishment absolutamente reacionário que tomou conta de Washington nas duas últimas décadas, cumprirá com o seu programa de reformas sociais, atenderá às demandas de milhões de jovens, trabalhadores e desempregados e, nesse caso, imprimirá uma outra lógica à sua política externa, mais aberta às negociações e ao diálogo, incluindo os palestinos. Claro: não será nenhum Lênin, não é absolutamente disso que se trata, mas poderá abrir espaços para a luta política. Ou poderá, ao conatrário, agir como um John Kennedy da vida: comandou um governo com muito brilho e maquilagem, enquanto promoveu a fracassada tentativa de invasão da Baía dos Porcos e a escalada da Guerra do Vietnã. Será, então, a frustração generalizada de todos os que nele depositaram o voto e a confiança.

Em nenhum outra região do planeta Obama será posto à prova de modo tão explícito, claro e direto: Gaza será sua prova dos nov

22-01-2009

Link permanente 21:11:35, por José Alberte Email , 481 palavras   Português (GZ)
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Genocídio por outras vias: A estratégia da fame.Israel rodeia Gaza e pressiona um plano final contra Hamás

IAR Noticas

A estratégia consiste em mudar os bombardeios polo cerco e seguir estrangulando à Faixa com o bloqueio fronteiriço para obrigar a Hamás a negociar umha trégua duradoura e garantir o fim dos disparos de foguetes contra território israelita. Algo bem como mudar o extermínio militar pela profundizaçom do extermínio económico-social.
As forças israelitas terrestres realizarom umha retirada táctica de Gaza e permanecem na fronteira esperando umha nova ordem de entrada, enquanto a força aérea e a marinha completam o dispositivo de controle sobre a Faixa.
Como sustentam observadores e corresponsais na área, a Faixa de Gaza, destruída e com suas fronteiras bloqueadas, se converteu mais que nunca em um campo de concentraçom de Israel que digita quem ingressa e quem nom à Faixa de 360 Km2.
Paralelamente, o Estado judeu, como método para seguir isolando e deteriorando a Hamás, impede o rendimento de ajuda humanitária, a tal ponto, que na quarta-feira a Uniom Europeia solicitou a Israel que abra os passos fronteiriços de Gaza e permita a entrada de alimentos, medicinas e água, para umha populaçom que já se encontra no limite de sua sobrevivência.
Depois do cesse o fogo, e
n a Faixa de 360 km2 onde se amoream um milhom e médio de palestinianos dentro de um regime de apartheid, seus habitantes carecem de tudo: Já quase nom há luz por falta de combustível, a pouca comida que fica só lha encontra nos raleados depósitos da ONU e das organizaçons humanitárias que foram branco das bombas israelitas.
Segundo a Cruz Vermelha, os hospitais, as morgues e os cemitérios encontram-se colapsados, e os mortos enterram-se nas tumbas de outros mortos. E estám os "efeitos colaterais": Águas contaminadas, resíduos orgânicos em descomposiçom (incluídos os cadáveres) que ameaçam com focos generalizados de epidemia e doenças, segundo as organizaçons médicas.
A nova estratégia consiste em mudar os bombardeios polo cerco militar com operaçons pontuas de extermínio como o que sucedeu nesta quinta-feira quando unidades navais israelitas abriram fogo contra um grupo de pescadores deixando 5 palestinianos feridos
Nas presentes condiçons, o Estado judeu se vê ante duas alternativas: A) Se contínua com o massacre militar, sua imagem segue-se desmoronando e enfrenta o perigo de um bloqueio internacional, B) Se retira-se de Gaza, concede-lhe umha vitória aberta a Hamás.
Neste palco, a cúpula israelita elegeu umha terceira opçom: Seguir matando, continuar com o massacre por outras vias, substituindo aos bombardeios com o bloqueio à sobrevivência de Gaza.
Algo bem como mudar a estratégia de soluçom "militar" pela estratégia de soluçom por "fome".
Massacres diferentes, mas massacres ao fim, que o Estado judeu segue aplicando brutalmente em Gaza.

Link permanente 00:47:26, por José Alberte Email , 952 palavras   Português (GZ)
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Sionismo, o novo nazismo

Eles som os terroristas. Israel deve recordar sua origem "terrorista"

JOHANN HARI
Dramaturgo e jornalista galardoado britânico

Os pais de Tzipi Livni, ministra do Exterior israelense, e do Primeiro ministro, Ehud Olmert pertenceram a um grupo terrorista chamado Irgún que operou nas décadas dos 30 e 40
Enquanto as forças israelenses davam morte a mais de 300 civis e expulsavam de seu lar a meio milhão de pessoas em aras de erradicar o "terrorismo", uma pequena e amarga ironia histórica passava inadvertida na semana passada em Israel.
Os veteranos de outra organização "terrorista" reuniram-se em frente aos narizes das forças israelenses, para celebrar a matança de 91 pessoas, entre elas 28 britânicos, num hotel de Jerusalém. Recordarom com carinho nos dias em que plantavam bombas que voaram em pedaços a civis em ónibus, mercados e cafés, introduzindo essas tácticas no tango de Meio Oriente. Evocaram quando rodearam a todos os moradores e uma aldeia -251 homens, mulheres e meninos- e os mataram a balaços. Inclusive celebraram a captura de soldados do bando inimigo aos que mantiveram em cativeiro durante semanas até que finalmente os aforcam.
E esta organização terrorista, foi castigada com um bombardeio da força aérea israelense? Para nada.
O grupo chamava-se o Irgún, e estava formado por nacionalistas judeus cujos filhos agora fazem parte da elite dirigente israelense. Durante as décadas de 1930 e 1940 plantou bombas por toda Palestina, tomando como alvos tanto a soldados britânicos como a civis palestinos. Tinha dois objectivos: expulsar aos imperialistas britânicos e abeirar mediante o terror à população palestina a aceitar incondicionalmente a criação de Israel.
É duvidoso que Ehmud Olmert, o primeiro ministro israelense que declarou a "guerra ao terror", chegasse a condenar ao Irgún. Passou três anos de sua vida em seus campos de adestramento, enquanto seus pais contrabandeavam armas para a organização. Tzipi Living, a ministra do Exterior a quem muitos consideram a próxima primeira ministra, é filha do director de operações militares do Irgún e organizador de matanças de civis.
Enquanto a guerra em Líbano passava ao primeiro plano de atenção na semana passada, os combatentes do Irgún sobreviventes descubrírom uma placa que marca o 60 aniversário de sua decisão de voar o hotel Rei David. Se Olmert, Livni e o público israelense pudessem recordar sua própria história familiar de "terrorismo", seriam capazes de ver o inúteis que são suas actuais campanhas militares contra os "terroristas" em Gaza e Líbano.
Quando o povo israelense carecia de um Estado, uma secção de sua população tomou as armas e lutou pelo ter... com freqüência com tácticas terríveis. Alguns inclusive tiveram sonhos dementes de limpeza étnica. O povo palestino está exactamente na mesma situação hoje, alimentada e financiada por Hamas e Hezbolhah.
Faz três verãos conheci, num frio e austero departamento de Gaza, a um grupo de jovens que se adestravam para ser atacantes suicidas. Enquanto falava com esses jovens cheios de raiva, estremecia-me o conhecidas que me soavam suas palavras. Nesse tempo lia A revolta, as memórias de Menajem Begin, o comandante do Irgún que chegou a ser Primeiro ministro de Israel pelo partido Likud. "O sangue deu vida a nossa revolta", escreveu. "Só quando estás preparado a te enfrentar ao mesmo Zeus para levar o fogo à humanidade poderás atingir a revolução do fogo." Os supostos assassinos suicidas diziam: "Criaremos Palestina a sangue e fogo. Os judeus só entendem o sangue e o fogo".
Olmert e Livni precisam perguntar-se como teriam respondido seus pais, decididos combatentes terroristas, ao bombardeio aéreo que Israel inflige nesta semana. Os membros do Irgún não deixaram de voar civis árabes em pedaços porque os aplanaram barcos de guerra britânicos e helicópteros Apache: detiveram-se porque o mundo deu-lhes um anaco do que queriam. Não tudo: eles queriam toda a terra que se estende entre o rio Jordám e o Mediterráneo, mas transigírom para ter um Estado próprio dentro de fronteiras mais limitadas.
Hamas e Hezbolhah não podem ser silenciados por meios militares. Pode que neste ano lhes destruam seu arsenal de foguetes, mas a renovada ferocidade de seu ódio garantirá que o reconstruam no ano próximo. Não ficarão observando como seus filhos são reduzidos a níveis de desnutriçom próximos aos de África, como ocorreu em Gaza, ou enquanto a taxa de morte é de 10 a um em sua contra, como em Líbano.
A única forma de silenciá-los alguma vez será dar-lhes algo do que querem, não tudo. Os dois lembraram que se dá uma solução real de dois estados ao longo da fronteira de 1967, não voltarão a lançar um disparo para Israel. Querem toda a terra, limpada etnicamente de seus inimigos, tal como os pais de Olmert e Livni queriam faz 60 anos... mas conformar-se-ão com menos.
No entanto a governação israelense não elegeu esta rota de decrescer o conflito e negociar com o fim de ter dois estados para dois povos no estreito cacho de terra que estão condenados a compartilhar. Elegeu a guerra.
E por isso, de aqui a 60 anos, combatentes libaneses e palestinos reunir-se-ão com orgulho na cidade de Gaza e em Beirut para descobrir placas em honra dos "terroristas" que mataram e morreram combatendo a Israel nesta semana. A este ritmo, enquanto Meio Oriente afasta-se ainda mais da única solução sensata, a ironia histórica voltar-se-á a perder.

Link permanente 00:43:10, por José Alberte Email , 328 palavras   Português (GZ)
Categorias: Ossiam

Gaza: Primeiro o holocausto, agora o silêncio

Iar.noticias

A estratégia do silêncio

Para Israel e o sionismo, após o massacre militar, o mundo segue andando. O segredo, é o "silêncio": seguir a vida como se nada. A dirigencia, a sociedade israelita e as comunidades judias do mundo seguem a mesma dinâmica das potências e da imprensa imperial: Gaza nunca existiu.

A matança de milhares de meninos, mulheres e homens palestinianos, a destruiçom de um país empobrecido, martirizado e em catástrofe humanitária, foi só um episódio.
A diferença da derrota no Líbano, desta vez nom há críticas nem autocríticas: O aparelho militar israelita saiu de casa, matou seres humanos durante 22 dias consecutivos, e voltou a sua rotina habitual como se tivesse estado de férias.
Os pilotos judeus que arrojaram bombas de racemo e fósforo branco sobre meninos, mulheres e idosos, regressaram a seu rotina diária, a suas famílias e a seus filhos, quase sem despeitares.

Sem comentários: Os cadáveres de Gaza som etéreos e nem tam sequer pesam sobre as consciências.

Desta vez a estratégia parece ser "em boca fechada nom entram moscas". E a dinâmica parece estender às potências sionistas "protectoras" que agora andam preocupadas pola "reconstruçom" de Gaza e por um novo "processo de paz".

Por suposto, que nom inclua a Hamás nem ao resto das organizaçons da resistência que ficárom moídas mas em pé e sem renunciar à guerra contra o invasor.

Consigna é ao parecer: Se há morridos que nom se notem, e se há derrota que passe o mais desapercebida possível.

Israel perdeu a guerra por uma razom singela: Após assassinar e massacrar a civis indefesos durante 22 dias consecutivos, nom conseguiu os dous objectivos centrais da operaçom militar de extermínio: Descabeçar a Hamás e terminar com os arsenais e foguetes da resistência palestiniana.

19-01-2009

Link permanente 14:14:04, por José Alberte Email , 355 palavras   Português (GZ)
Categorias: Novas, Ossiam

* * Conheça os produtos e empresas que deveriam ser boicotados para castigar ao Governo de Israel pola sua massacre em Gaza **

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LISTA DE PRODUTOS A BOICOTAR: -

-FRUTAS: Mangas e melons CARMEL. Abacate ecológico Ecofresh-Carmel.
-TECNOTRON: Foto matom e outras instalações recreativas de rua.
-NANAS: Estropalhos ou buchas saponáceos.
-PATACAS: Variedade Mondial, LZR (Em Mercadona) variedade Vivaldi e Desiree.
-VINHO: Carmel Mizrachi Wines, vinhos de Israel.
-ESHET-EYLON: Classificaçom automática de frutas.
-NETAFIM: Equipas de rego.
-MILONOT: Pensos para o gando, Planta têxtil algodoeira, Central de mecanizaçom do algodom, Matadouro de aves, Envasado de frutas, Processado de frutas e hortaliças ou legumes, Maduraçom e envasado de bananas, Centro de processo de dados...
-DÁTILES CARMEL: Jordan Plains.
-ÁGUA MINERAL EDEN: Garrafas para fontes públicas.

-MENNEN: Sistemas de monitorizaçom de pacientes em cuidados intensivos.
-COSMÉTICOS REVLON: Em quase todas as drogarias e perfumarias.
-AHAVA: Cremas, sais, loçons.

- CALÇONS DE BANHO MAIÔS: GIDEON OBERSON e GOTTEX.
-ROUPA INTERIOR: VITÓRIAS SECRET, WARNACO, THE GAP, NIKE.
-APARELHOS DE AR ACONDICIONADO JOHNSON, WHITE WESTINGHOUSE, AIRWELL e ELECTRA.

-EPILADY: Máquinas de depilar e massagem.
-VEET: Cera de depilaçom.
-INTEL: O maior fabricante de micro processadores do mundo. Foi a primeira empresa estrangeira que abriu uma sucursal em Haifa em 1974.
-EMBLAZE: Esta companhia israelense pola primeira vez estará na prestigiosa pronta de companhias como Nokia e outras que desenvolvem telefones móveis. Emblaze actuará em conjunçom com a israelense Partner Communications, que opera com o nome de assinatura de Orange.
-RAFAEL: Sistemas de segurança para o lar.

-EMPRESAS ESTRANGEIRAS QUE APOIAM A ISRAEL: McDonald's, Timberland, Revlon, Garnier, Hugo Boss, Tommy Hilfiger, Calvin Klein, L'Oreal, Garnier.....
-JOHNSON & JOHNSON: No 50º Aniversário da Independência de Israel, a Johnson No 50º Aniversário da Independência de Israel, a Johnson & Johnson foi-lhe concedido o maior galardom, o Jubilee Award, em reconhecimento a seu apoio à economia israelense.
-TELEFÓNICA: Adquire grande parte de seus produtos em Israel entre eles, os multiplicadores de linhas, componentes para redes e sistemas de facturaçom de telefonemas.

Link permanente 14:02:56, por José Alberte Email , 304 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

1400 Mortos e 6500 feridos depois

resistir.info

Depois de 22 dias de bombardeamento da força aérea, que em 2500 raids despejaram 1000 toneladas de bombas e fósforo branco sobre o martirizado povo palestino (sem contar o que foi lançado pela artilharia, tanques, infantaria e canhoneiras), o estado nazi-sionista anuncia que vai suspender o seu ataque. Mas reserva-se o direito de reinicia-lo quando muito bem lhe apetecer. Os 1400 mortos e 6500 feridos na Faixa de Gaza ainda não satisfizeram o governo sionista. É apenas uma suspensão para não constranger Obama no dia da sua posse como presidente.
Desta guerra genocida contra um povo indefeso já se podem fazer algumas constatações:
1) A bravura, dignidade e coragem do governo legítimo do Hamas e das demais organizações democráticas e progressistas do povo palestino, como a F.D.L.P., que não se renderam ao agressor sionista.
2) O papel vergonhoso desempenhado pela Autoridade Palestina encabeçada pelo sr. Abbas, que se comportou como o cúmplice amestrado do imperialismo e do governo sionista.
3) A atitude dúbia ou conivente de muitos países árabes, particularmente o governo egípcio.
4) O papel hipócrita dos governos europeios (e da UE) pondo em pé de igualdade o criminoso e a vítima; mostrando assim o caracter de colónia norte-americana que é a UE
5) O dever moral das instituições internacionais de levar a julgamento os responsáveis pelos crimes de guerra israelenses.
6) O facto de que o povo de Gaza, agora com as suas infra-estruturas destruídas, continua submetido a um cerco que visa dizimá-lo pela fome, pela falta de assistência médica e de tudo o mais.
7) A realidade de que o problema continua por resolver e que continua a ser indispensável a criação de um Estado Palestino, autónomo, livre e democrático.

18-01-2009

Link permanente 23:32:26, por José Alberte Email , 401 palavras   Português (GZ)
Categorias: Outros, Dezires

Doze regras infalíveis para a redacçom de novas sobre Oriente Próximo nos grandes meios de comunicaçom

1)Em Oriente Próximo som sempre os árabes quem atacam primeiro, e sempre é Israel quem se defende. Essa defesa chama-se “represália”.

2)Nem árabes, nem palestinos nem libaneses têm direito a matar civis. A isso se lhe chama “terrorismo”.

3) Israel tem direito a matar civis. Isso se chama “legítima defessa”.

4) Quando Israel mata civis em massa, as potências ocidentais pedem que o faga com maior comedimento. Isso se chama “reacçom da comunidade internacional”.

5) Nem palestinos nem libaneses têm direito a capturar soldados israelenses dentro de instalaçons militares com sentinelas e postos de combate. A isso há que o chamar “sequestro de pessoas indefesas”.

6) Israel tem direito a sequestrar a qualquer hora e em qualquer lugar a quantos palestinos e libaneses que tenha por antolho. A sua cifra actual rodada os 10 mil, 300 dos quais som meninos e mil, mulheres. Nom se precisa prova alguma de culpabilidade. Israel tem direito a manter sequestrados presos indefinidamente, já sejam autoridades democraticamente eleitas polos palestinos. A isso se lhe chama “encarceramento de terroristas”.

7) Quando se menciona a palavra “Hezbollah”, é obrigatório acrescentar na mesma frase “apoiados e financiados por Síria e por Irám.

8) Quando se menciona “Israel”, está terminantemente proibido acrescentar: “apoiados e financiados polos EEUU”. Isso poderia dar a impressom de que o conflito é desigual e de que a existência de Israel nom corre perigo.

9) Em informaçons sobre Israel, há que evitar sempre que apareçam as seguintes locuçons: “Territórios ocupados”, “Resoluçons da ONU”, “Violaçons dos Direitos Humanos” e “Convençom de Genebra”.

10) Os palestinos, o mesmo que os libaneses, som sempre “covardes” que se escondem entre uma populaçom civil que “nom os quer”. Se dormem em casa com suas famílias, isso tem um nome: “covardia”. Israel tem direito a aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde dormem. A isso se lhe chama “acçom cirúrgica de alta precisom”.

11) Os israelenses falam melhor inglês, francês, castelhano ou português que os árabes. Por isso merecem ser entrevistados com maior frequência e ter mais oportunidades que os árabes para explicar ao grande público as presentes regras de redacçom (da 1 à 10). A isso se lhe chama “neutralidade jornalística”.

12) Todas as pessoas que nom estám de acordo com as mencionadas Regras, som, e assim deve se fazer constar, “terroristas anti-semitas de alta perigosidade”.

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