A nossa Terra
Numha ENTREVISTA na CNN
Rosa Díez: 'Zapatero poderia ser gallego no sentido pexorativo da palavra'
M. O. . Numha entrevista concedida à corrente CNN, a líder de UpyD, Rosa Díez, define o presidente do Governo central, José Luís Rodríguez Zapatero, como 'gallego'. A seguir, acrescentou, 'no sentido pejorativo da palavra'.
A porta-voz de UpyD, Rosa Díez, considera os galegos “parvos”, mesmo “tatejos”. Depois de que o jornalista Iñaki Gabilondo lhe pedisse à política que definisse o presidente do Governo espanhol, José Luís Rodríguez Zapatero, com umha palavra, Díez apontou “gallego”, “no sentido pejorativo”, acrescentou. Empregou deste modo as definiçons de raiz xenófoba, pejorativa e vexatória que contém o dicionário da Real Academia Espanhola (RAE).
Depois de ser questionada acerca de Zapatero, o jornalista perguntou à líder de UpyD pola sua opiniom sobre o presidente do PP, Mariano Rajoi. Díez também contestou a pergunta com um conciso “gallego”, desta vez sem acrescentar-lhe nengumha outra valoraçom.
A RAE ainda contém “tonto” “falto de entendimento o razón” ou “tartamudo? como definiçons de "gallego", mália os reiterados pedidos parlamentares do BNG para modificá-lo. Até a segunda metade do século XX, a RAE nom suprimiu a entrada como sinónimo de “bruto”. Ainda na actualidade, "gallego" aparece definido como língua na sétima aceitaçom da retórica.
A porta-voz de UPyD vem sendo desde os últimos meses o político mais valorado polos enquisados nos inquéritos sobre intuito de voto.
por The Economic Collapse
Muitas pessoas estão inquietas quanto ao rápido crescimento actual da dívida nacional dos EUA e estão a pedir uma solução. O que elas não percebem é que simplesmente não há solução sob o actual sistema financeiros estado-unidense. Agora já é matematicamente impossível para o governo dos EUA liquidar a sua dívida nacional. A verdade é que o governo dos EUA agora deve mais dólares do que os realmente existentes. Se o governo actuasse hoje e tomasse todos os centavos de todos os bancos, negócios e contribuintes americanos, ainda assim não seria capaz de liquidar a dívida nacional. E se assim fizesse, obviamente a sociedade americana cessaria de funcionar porque ninguém teria mais dinheiro para comprar ou vendar fosse o que fosse.
E o governo dos EUA ainda estaria com uma dívida maciça.
Então porque o governo estado-unidense simplesmente não acciona as impressoras e imprime um bocado de dinheiro para liquidar a dívida?
Bem, por uma razão muito simples.
Porque não é assim que o nosso sistema funciona.
Como se verifica, quanto mais dólares entrarem no sistema, mais aumenta a dívida do governo dos EUA.
O governo dos EUA não emite a divisa dos EUA – quem o faz é o Federal Reserve.
O Federal Reserve é um banco privado possuído e operado com o objectivo do lucro por um grupo muito poderoso da elite dos banqueiros internacionais.
Se tirar uma nota de dólar da carteira e der uma olhadela notará que no topo ela diz "Federal Reserve Note".
Ela pertence ao Federal Reserve.
O governo dos EUA não pode simplesmente criar novo dinheiro sempre que quiser sob o nosso sistema actual.
Ao invés disso, ele deve obtê-lo do Federal Reserve
Assim, quando o governo dos EUA precisa tomar mais dinheiro emprestado (o que acontece um bocado nestes dias) ele vai ao Federal Reserve e pede-lhe mais alguns pedaços de papel verde chamados Federal Reserve Notes.
O Federal Reserve permuta estes pedaços de papel verde por pedaços de papel rosa chamados Títulos do Tesouro dos EUA. O Federal Reserve então vende estes Títulos do Tesouro ou mantém os títulos consigo (o que acontece muito actualmente).
É este o modo como o governo dos EUA obtém mais pedaços de papel verde chamados "U.S. dollars" a fim de colocá-los em circulação. Mas aos fazer isso, ele incide em ainda mais dívida pela qual terá de pagar ainda mais juros.
De modo que todas as vezes em que o governo estado-unidense fez isso, a dívida nacional torna-se ainda maior e passa a dever ainda mais juros sobre aquela dívida.
Começa a perceber o quadro?
Enquanto está a ler isto, a dívida nacional dos EUA é de aproximadamente US$12 milhões de milhões (trillion), embora cresça tão rapidamente que é realmente difícil estabelecer um número exacto.
Então quanto dinheiro realmente existe nos Estados Unidos de hoje?
Bem, há vários meios de medir isto.
A oferta monetária "M0" é o total de notas físicas, mais o dinheiro nos cofres dos bancos e todos os depósitos que aqueles bancos têm em bancos de reserva. Em meados de 2009, o Federal Reserve disse que esta quantia era cerca de US$908 mil milhões.
A oferta monetária "M1" inclui toda a oferta monetária "M0" bem como todo o dinheiro possuído em contas à ordem nos bancos, além de todo o dinheiro contido em travelers' checks. Segundo o Federal Reserve, isto totalizava aproximadamente US$1,7 milhão de milhões em Dezembro de 2009, mas nem todo este dinheiro realmente "existe" como veremos em momentos.
A oferta monetária "M2" inclui toda a oferta monetária "M1" mais a maior parte de outras contas de poupança, contas do mercado monetário, mercado monetário a retalho dos fundos mútuos e depósitos a prazo de pequenos valores (certificados de depósitos inferiores a US$100 mil). Segundo o Federal Reserve, isto totalizava aproximadamente US$8,5 milhões de milhões em Dezembro de 2009, mas, mais uma vez, nem todo este dinheiro realmente "existe" como veremos dentro de momentos.
A oferta monetária "M3" inclui toda a oferta monetária "M2" mais todos os outros Certificados de Depósito (depósitos a longo prazo e saldos dos fundos mútuos do mercado monetário institucional), depósitos de eurodólares e acordos de recompra. O Federal Reserve já não mantém registo do M3, mas segundo o ShadowStats.com ele está actualmente em torno dos US$14 milhões de milhões. Mas, mais uma vez, nem todos este "dinheiro" realmente "existe".
Então por que é que ele não existe?
É porque o nosso sistema financeiro está baseado em algo chamado reserva fraccionária da banca.
Quando você entra no seu banco local e deposita US$100, eles não mantêm os seus US$100 no banco. Ao invés disso, mantêm apenas uma pequena fracção do seu dinheiro ali no banco e emprestam o restante a alguém. Assim, se aquela pessoa deposita o dinheiro que acabou de ser tomado emprestado no mesmo banco, esse banco pode emprestar a maior parte desse dinheiro outra vez. Mas realidade, apenas US$100 realmente existem. O sistema funciona porque não corremos todos ao banco e exigimos todo o nosso dinheiro ao mesmo tempo.
Segundo o New York Federal Reserve Bank, a reserva bancária fraccionária pode ser explicada deste modo...
"Se a exigência de reserva for de 10%, por exemplo, um banco que recebe um depósito de US$100 pode emprestar US$90 daquele depósito. Se o tomador do empréstimo então preencher um cheque para alguém que deposita os US$90, o banco que recebe aquele depósito pode emprestar US$81. À medida que o processo continua, o sistema bancário pode expandir o depósito inicial de US$100 para um máximo de US$1000 de dinheiro: (100+90+81+72,90+... = 1000)".
Grande parte do "dinheiro" não padrão hoje é basicamente feito a partir do ar.
De facto, a maior parte dos bancos não tem de todo exigências de reservas sobre depósitos de poupanças, Certificados de Depósito e certas espécies de contas do mercado monetário. Basicamente, as exigências de reservas aplicam-se só a "transacções de depósitos" – essencialmente contas à ordem.
A verdade é que os bancos hoje são mais livres do que nunca para "multiplicar" dramaticamente as quantias neles depositadas. Mas todo este dinheiro "multiplicado" está apenas no papel – ele realmente não existe.
A questão é que as medidas mais vastas da oferta monetária (M2 e M3) exageram amplamente quanto "dinheiro real" realmente existe no sistema.
Assim, se o governo dos EUA exigisse hoje todo dólar dos bancos, negócios e indivíduos nos Estados Unidos ele não conseguiria arrecadar US$14 milhões de milhões (M3) ou mesmo US$8,5 milhões de milhões (M2) porque estas quantias são baseadas na reserva fraccionária da banca.
De modo que o resultado é isto...
1) Se todo o dinheiro possuído por todos os bancos, negócios e indivíduos dos Estados Unidos fosse reunido hoje e enviado ao governo dos EUA, não haveria suficiente para liquidar a dívida nacional estado-unidense.
2) O único meio de criar mais moeda é incidir em ainda mais dívida, o que torna o problema ainda pior.
Como se vê, isto é o que todo o Sistema Federal de Reserva foi concebido para fazer. Foi concebido para vagarosamente drenar a riqueza maciça do povo americano e transferi-la para a elite dos banqueiros internacionais.
Trata-se de um jogo concebido de modo a que o governo dos EUA não possa vencer. Tão logo eles criem mais moeda pela assunção de empréstimos, o governo dos EUA deve mais do que foi criado por causa dos juros.
Se você deve mais dinheiro do que alguma vez foi criado você não pode reembolsá-lo.
Isto significa dívida perpétua enquanto o sistema existir.
É um sistema concebido para forçar o governo estado-unidense a montantes de dívida sempre crescentes porque não há escapatória.
Naturalmente, se houvéssemos escutado o nosso muito sábio pai fundador, Thomas Jefferson, poderíamos ter evitado esta confusão colossal...
"Se o povo americano alguma vez permitir aos bancos privados que controlem a emissão do seu dinheiro, primeiro pela inflação e depois pela deflação, os bancos e corporações que crescerão em tornos deles (em torno dos bancos) privarão o povo da sua propriedade até que os seus filhos acordem sem lar no continente que os seus pais conquistaram".
Mas nós não os ouvimos, não é?
Nós podíamos resolver este problema encerrando o Federal Reserve e devolvendo o poder de emitir a divisa estado-unidense ao Congresso dos EUA (o que é aquilo que a Constituição dos EUA estabelece). Mas os políticos em Washington D.C. não estão prontos para fazer isso.
Assim, a menos que esteja desejoso de mudar fundamentalmente o sistema actual, você pode bem deixar de se queixar acerca da dívida nacional dos EUA porque agora é matematicamente impossível liquidá-la.
O original encontra-se em theeconomiccollapseblog.com
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
Alfredo Jalife-Rahme - La Jornada, México
Tanto o estadunidense Paul Krugman (de The New York Times) como o alemám Wolfgang Munchau (de The Financial Times) coincidírom correctamente em que a bomba de tempo do euro se encontra em Espanha, mais que no resto dos PIIGS.
Pudemos dizer: mais que em Espanha, o epicentro da crise do euro se localiza no Banco Santander: banco de palha de suposta propriedade da família real britânica e baixo hipotético controle do insolvente Royal Bank of Scotland (RBS), que se consagrou de jeito tolo à especulaçom de bens raízes.
Banco Santander serviu de cavalo troiano dos interesses financeiros da Gram-Bretanha para penetrar nas entranhas de Latinoamérica, em particular no Brasil, onde capturou o jugoso negócio da dívida governamental que paga os interesses mais elevados do planeta entre as economias respeitáveis.
Grupo Santander foi atrapado no suposto branqueio de dinheiro nas suas transacçons delictivas com o defraudador universal Bernie Madoff, um instrumento do sionismo financeiro global quando o banco espanhol "perdeu" em forma estranha quase 4 mil milhons de dólares.
Nos anos 2007 e 2008 Grupo Santander recebeu umha em massa injecçom de fundos polo Banco Central Europeu (BCE), que representou um resgate encoberto da banca espanhola e que beneficiou em última instância a Gram-Bretanha (G
.O BCE nom sabe para quem trabalha. Cabe recordar que GB nom adoptou o euro e hoje os seus principais palafreneiros multimediáticos festejam a sua acertada decisom.
Grupo Santander governa e controla Espanha como Goldman Sachs a EU?
Santos González, "capo" da Associaçom Hipotecaria Espanhola, admitiu que a dívida das imobiliárias de bens raízes, por quase 500 mil milhons de dólares constitui o principal problema da banca espanhola: bem mais que as impagáveis hipotecas delinquênciais
Santos solicitou que se permitisse aos credores ser compensados com os activos das hipotecarias praticamente avariadas com o fim de nom danara " qualificaçom (sic) creditaria" de Espanha nem prejudicar aos bancos. Santos, que parece um aldeao ígnaro da globalizaçom financeira anglosajona, nom entende que o problema som os bancos "globais" do G-7 que urge domar dantes que aniquilem o género humano.
Santander, com pretensons de converter-se no maior banco da euro zona, perdeu na semana passada 16 por cento do seu valor e ostenta a maior exposiçom dos créditos imobiliários em Espanha. Em datas recentes foi degradado pola qualificadora Fitch em dous dos seus fundos,"assegurados" polos empréstimos dos insolventes consumidores e por compra-a de automóveis impagáveis... ¡Demencial!
A ministra de Finanças (estivemos a ponto de escrever "Fianças") Helena Salgado, viajou a Londres, acompanhada do seu segundo da bordo, o "secretário de Estado de Economia", José Manuel Campa, para suplicar aos portadores de dívida espanhola continuar o seu martírio de seguir comprando mais dívida.
O mais interessante radicou em que Salgado, duplamente seqüestrada pola banca londinense e por Grupo Santander (a final de contas o verdugo bicéfalo é o mesmo), se reuniu com os editores de The Financial Times (rotativo que também tem estado hiperactivo para desquartizar ao euro), quiçá para implorar benevolência e/ou tranqüilizar aos "mercados" teledirigidos.
Dous do que denominamos a banca negra, Santander e Citigroup, além do britânico Barclay, organizaram um encontro de Campa desalmado neoliberal, "professor" (¡supersic!) do Grupo Santander, e com fortes laços com Goldman Sachs, JP Morgan e Citigroup com 150 especuladores, perdom, "inversionistas", onde se humilhou a grau tal de prometer medidas draconianas de austeridade (mais) para defender ao euro e que vam desde o selvagem recorte orçamentário passando polo seqüestro dos fundos de pensons até em massa despedimentos trabalhistas com diminuiçom de salários quando proliferam 4 milhons de desempregados em Espanha . ¡Puro etnocídio financeiro!
Campa, quem nom se imuta dos seus obscenos conflitos de interesses actua e, mais que salvar a Espanha, procura a redençom de Grupo Santander.
A verdadeira pandemia global nom é a influenza H1N1 montada polo charlatanismo da OMS (financiada pola Fundaçom Rockefeller: membro conspícuo do sionismo financeiro global), senom o tóxico vírus financeiro anglosajom de carácter quádruplemente especulativo, depredador, parasitário e antihumhano.
Iarnoticias
Finalmente os bilhonarios fundos públicos utilizados para salvar aos mega-consórcios bancários e industriais terminaram gerando umha dívida impagável e um vermelho crónico nas contas fiscais das naçom capitalistas centrais (principalmente EEUU e a UE). A nova crise, como o assinala The Financial Times, já está a ser exportada desde EEUU mediante o endividamento sem respaldo que explode o dólar como "refúgio seguro" para os especuladores internacionais
Chegou o impacto que faltava: O custo (económico e social) que demandará aos Estados capitalistas (começando por EEUU e as economias centrais) o salvataje (com dinheiro público de todos os contribuintes) dos grandes conglomerados bancários e empresariais que figeram estalar a "borbulha" do colapso financeiro a escala global. Segundo o emblemático vozeiro do mundo financeiro imperial europeu, The Financial Times, a crise grega traspusso as barreiras da euro zona e já chegou a EEUU, de onde partiram originalmente as suas causas.
A crise fiscal, assinala o Financial, "Começou em Atenas e estendeu-se a Lisboa e Madrid, mas seria um grave erro achar que a crise de dívida soberana afectará somente às economias mais débeis da euro zona. O problema nom se limita ao Mediterráneo. Estamos ante umha crise fiscal do mundo ocidental. As suas ramificaçons bem mais profundas do que a maior parte dos investidores crêem".
Chamemo-lhe geometria fractal da dívida, sublinha o Financial: o problema é basicamente o mesmo em Islândia, Irlanda, Reino Unido ou EEUU; o único que varia é o tamanho
O Fundo Monetário Internacional publicou recentemente um relatório sobre os ajustes fiscais que as economias desenvolvidas precisariam acometer. Os pior localizados, segundo o FMI, resultaram ser Japom e Reino Unido, com um ajuste fiscal de 13% do PIB, seguidos de Irlanda, Espanha e Grécia, com um 9%. Em sexto lugar aparecia EEUU, que, segundo os critérios do FMI, precisaria ajustar a sua política fiscal um 8% do PIB
Ossiam/Insurgente
Vostede terá que pagar 35 (TRINTA E CINCO)anos para cobrar umha pensom; os quenta-cadeiras (parlamentares), apenas 7 (SETE).
Se tem menos de 51 anos, vostede aposentar-se-á aos 67. Isso desde que tenha cotado durante 35 anos. Os espanhóis nascidos entre mediados dos 50 e os 70 serám os “paganinis” pois terám que pagarr mais anos para poder cobrar o 100% de suas pensons. A casta política tê-lo-á bem mais fácil: basta-lhes com jurar o cargo e acumular sete anos de exercício para poder obter a pensom máxima por jubilaçom. Os “curros”, a pagar toda a vida. Os quenta-cadeiras (parlamentares), só 7 anos, chanchulhos e negocietes, aparte.
As pensons perigam, porém os políticos nom estám dispostos a se desprender das suas prebendas. Nom contemplam outra medida de austeridade que nom seja lhes exigir aos espanhóis trabalhar dous anos mais para cobrar menos nas suas pensons.
Estes som os escandalosos privilégios dos que goza a casta política enquanto os espanhóis pagam do seu peto os pratos rachados da política de dilapidaçom, corrupçom e saqueio dos governos e parlamentares da monarquia bourbonica.
Somar até três pensons
Para os altos cargos institucionais (ministros, deputados, secretários de Estado, etc) existe a possibilidade de compatibilizar duas e até três tipos de pensons como recompensa polo árduo trabalho realizado.
O cidadao da pé nunca poderá perceber dous salários do erário público, o ministro, o senador, deputado, secretário, etc., poderám perceber dous e três salários.
Todos os contribuintes devem tributar por seus rendimentos, mas um terço do salário dos deputados ou senadores nom está sujeito a IRPF porque se considera como indemnizaçom para gastos de seu cargo.
Pensom parlamentar
Todos nós devemos pagar durante 35 anos para cobrar a totalidade da base reguladora da pensom à que tenhamos direito, no entanto aos membros do Governo lhes basta com jurar o cargo e acumular sete anos de exercício para poder obter a pensom máxima de jubilaçom.
Indemnizaçom por cesse
Quando o ministro cessa em seu cargo, tem direito a umha indemnizaçom de 80% de seu salário até dous anos como máximo e tal perceçom de quantidades podê-la-á compartilhar com a remuneraçom por deputado ou senador e quando cesse no cargo de deputado ou senador também terá direito a umha indemnizaçom por cesse que será umha mensalidade por ano de cargo e ademais terá assegurada a base máxima da pensom de jubilaçom se tem estado no cargo parlamentar ao menos sete anos.
Insurgente
Num mundo onde um meninho menor de dez anos morre a cada cinco segundos por fame; mais de 60 milhons de mulheres dam a luz sem assistência médica; 2,400 milhons de pessoas carecem do acesso a serviços sanitários básicos; umha terceira parte do planeta, segundo a OMS, nom tem acesso aos medicamentos essenciais e mais de 10 milhons de meninos morrem anualmente por doenças para as que existem tratamentos; a poderosa indústria farmacêutica, concentrada num punhado de empresas de países altamente desenvolvidos e que monopolizam mais de 85% do valor da produçom mundial de fármacos, em boa parte protegidos por um sistema de patentes totalmente injusto, arbitrário e fora de controle, gera utilidades superiores aos 446 mil milhons de dólares anuais.
por Ossiám
A razom funda polo que a Obama lhe dérom o Prémio Nobel da Paz: assegurar a sua liderança mundial em momentos de debilidade relativa do USA-império. Com este gesto, as elites europeias mostram a sua verdadeira política: subalternidade e dependência do "amigo americano". Nada de autonomia, nada de critérios próprios.
Efectivamente, se enfocamos o assunto desde a crise dos anos 70, observamos bem nídio que a contra-revoluçom neo-liberal da economia e a chamada globalizaçom som parte, também, da resposta Usamericana para reafirmar a sua hegemonia. Esta resposta conseguiu todos os objectivos esperáveis e até os inesperados, como a dissoluçom do Pacto de Varsóvia e a posterior desintegraçom da Uniom Soviética. O projecto político e ideológico da globalizaçom neo-liberal aparece como o fundamento de um novo ordem económico e militar ao serviço da recuperada hegemonia da hiperpotencia
É que a construçom europeia (com ou sem Tratado de Lisboa) está feita para desmantelar o Estado Social, organizar as condiçons para fazer irreversível o modelo neo-liberal; impedir a construçom dumha Europa democrática e federal e fazer inviável qualquer tentativa dumha política independente e soberana: o da política internacional e o dos novos palcos geopolíticos é cousa de Usamérica. A guerra dos Balcáns é prova inequívoca desta política, onde os Estados Europeus, incluído o Vaticano, jogárom as suas baças como satélites USA para desintegrar a antiga Jugoslávia. Hoje por hoje, a Uniom Europeia nom deixa de ser outra cousa que um protectorado dos USA.
Costas Douzinas/Rebelión
Grécia está a se converter num experimento para a nova fase da correcçom de curso que o neoliberalismo se propom realizar aproveitando o rastro da crise económica e financeira.
Paul Bremer, o primeiro virrei norte-americano, impós num estragado Iraque políticas económicas que o Economist qualificou como um regime "de capitalismo de sonho". Dificilmente acha-se umha locuçom melhor para descrever as medidas do plano de "estabilidade" submetidas por Grécia à aprovaçom da Comissom Europeia, e aprovadas ontem. O plano contempla umha reduçom do deficit orçamental grego, que passaria do actual 12,7% do PIB ao 2,8% em 2012, prometendo, ademais, imediatamente, um recorte de 10% no orçamento ministerial, umha congelaçom das contrataçons de servidores públicos, a ABOLIÇOM de diferentes IMPOSTOS DIRECTOS e um INCREMENTO da FISCALIDADE INDIRECTA. E por se isso nom bastasse, o primeiro ministro socialista George Papandreu anunciou ontem, num dramático discurso televisado à naçom, ulteriores medidas de austeridade sem precedentes, entre elas, o aumento imediato dos impostos aos combustíveis, o AUMENTO DA IDADE DE JUBILAÇOM e recortes na remuneraçom dos empregados públicos que significárom umha diminuiçom de 10% do salário para a maioria de servidores públicos do Estado, e de 40% no caso dos académicos. Como em Gram-Bretanha, as universidades recebem o primeiro golpe; a tám cacareada "economia do conhecimento" nom é óbice para as considerar um luxo de todo ponto secundário.
E todo isso se vai pôr por obra no país mais pobre da velha Europa, que conta com um desemprego juvenil de 25%, com um crescimento estancado e com seus tradicionais sectores da indústria naviera, o turismo e a construçom submetidos a umha indecível pressom. Essas medidas fechárom o círculo vicioso de crescente desemprego, menguantes rendimentos fiscais e políticas económicas submetidas ao capricho da especulaçom nos mercados financeiros. Empurrárom a um país que se acha já em profunda recessom ao abismo de umha depressom duradoira e sem saída.
por Ossiám
A razom funda polo que a Obama lhe dérom o Prémio Nobel da Paz: assegurar a sua liderança mundial em momentos de debilidade relativa do USA-império. Com este gesto, as elites europeias mostram a sua verdadeira política: subalternidade e dependência do "amigo americano". Nada de autonomia, nada de critérios próprios.
Efectivamente, se enfocamos o assunto desde a crise dos anos 70, observamos bem nídio que a contra-revoluçom neo-liberal da economia e a chamada globalizaçom som parte, também, da resposta Usamericana para reafirmar a sua hegemonia. Esta resposta conseguiu todos os objectivos esperáveis e até os inesperados, como a dissoluçom do Pacto de Varsóvia e a posterior desintegraçom da Uniom Soviética. O projecto político e ideológico da globalizaçom neo-liberal aparece como o fundamento de um novo ordem económico e militar ao serviço da recuperada hegemonia da hiperpotencia
É que a construçom europeia (com ou sem Tratado de Lisboa) está feita para desmantelar o Estado Social, organizar as condiçons para fazer irreversível o modelo neo-liberal; impedir a construçom dumha Europa democrática e federal e fazer inviável qualquer tentativa dumha política independente e soberana: o da política internacional e o dos novos palcos geopolíticos é cousa de Usamérica. A guerra dos Balcáns é prova inequívoca desta política, onde os Estados Europeus, incluído o Vaticano, jogárom as suas baças como satélites USA para desintegrar a antiga Jugoslávia. Hoje por hoje, a Uniom Europeia nom deixa de ser outra cousa que um protectorado dos USA.
Resistir.info
A directora-geral da UNESCO, Irina Bokova, pediu dia 29 ao Conselho de Segurança da ONU que faça uma resolução a proibir provisoriamente o comércio de objectos de arte haitianos "a fim de não encontrá-los amanhã à venda em leilões da Christie". A sra. Bokova pediu também ao secretário-geral da ONU que as suas forças no terreno vigiem sítios culturais a fim de evitar pilhagens.
A história repete-se: após a criminosa invasão do Iraque, as riquezas culturais do seu Museu Nacional e de sítios arqueológicos da Mesopotamia e Babilónia foram saqueadas a fim de serem vendidas no ocidente. Atrás da tropa estado-unidense chegam os saqueadores de tesouros.