às vezes penso isto

    • Aquilo que sou não é derrota nem fracasso daquele que creio que sou. (20-02-2014)
    • Os esqueletos não têm sexo, mas na mesma fazem amor quando nós fazemos. (20-10-2012)
    • Salvação é uma palavra gorda e avelhentada. (23-09-2012)
    • Comemos com a fome dos nossos avós. /  Estudamos com a vontade de aprender / dos nossos pais. Será... (19-07-2012)
    • A realidade é a memória da existência (26-05-2012)
    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)

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Unidades

Também podia ter intitulado esta entrada:
INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA A SUPREMACIA DO CASTELHANO

Em qualquer caso, tudo consistiria em colocar na boca do indivíduo político chamado Espanha estas palavras:

"Se eles a reclamam estão a a fazer uma imposição infame. Se a reclamamos nós, é porque somos um amável ponto de encontro."

A boca que se achega para beijar-nos quer mas é comer-nos... Nojento.

P.S.: Coloco como exemplo da unidade da nossa língua o tema do Eu-Návia. Nem que dizer tem que a unidade em geral da língua galego-portuguesa também entra no saco... Estamos, em qualquer caso, numa situação tão fraca que mesmo dentro do estado espanhol a nossa língua conhece duas normas oficais. Repito mais uma vez: NOJENTO.

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