às vezes penso isto

    • Aquilo que sou não é derrota nem fracasso daquele que creio que sou. (20-02-2014)
    • Os esqueletos não têm sexo, mas na mesma fazem amor quando nós fazemos. (20-10-2012)
    • Salvação é uma palavra gorda e avelhentada. (23-09-2012)
    • Comemos com a fome dos nossos avós. /  Estudamos com a vontade de aprender / dos nossos pais. Será... (19-07-2012)
    • A realidade é a memória da existência (26-05-2012)
    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)

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Sem título - 2

Sem Título 2

Mais um bocado do mesmo. Encontrei estes desenhos há pouco, fazendo limpeza, e decidi ir colocando-os por aqui. Correspondem a uma época em que tencionava que a minha vida estivesse guiada totalmente pelo Budismo Zen. Estes desenhos eram qualquer coisa como pinturas Sumi-e. O processo criativo era simples: primeiro faz-se uma linha, depois outra, depois outra, até que se intui que está acabado. O importante era que o que se fizesse não se podia apagar, e havia que saber quando parar, além de muitas outras coisas, como o estado de consciência ou a postura corporal.

1 comentário

Esta manhã vim este gajo (http://www.usc.es/theo/profesorado/otero.htm) a falar das Missões Pedagógicas (http://www.secc.es/ficha_actividades.cfm?id=1177) na TV (La2) e, não sei porquê, me lembrei de ti ;-)
23-02-2007 @ 12:42

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