A poesia
é ridícula: escreve-a,
orgulha-te,
ufana-te ao espelho
e acredita que sabes.


Ikkyu Sojun

às vezes penso isto

    • Decir ‘amor’ es fácil, pero expresarlo… (19-05-2012)
    • É difícil seguir a natureza, mas continuá-la é inevitável. (10-05-2012)
    • A verdadeira compreensão é uma expressão (11-04-2012)
    • Esta euforia não me pertence (18-03-2012)
    • nem o amor nem deus nem a beleza: nada que eu crie é maior que eu próprio (11-03-2012)
    • Apartar a vista da verdade nunca é bonito (09-03-2012)
    • either the good and the bad thing about the body is it has so little memory (27-04-2011)
    • si la corteza no nos deja ver el árbol y el árbol no nos deja ver el bosque, ¿que es lo que el... (20-02-2011)
    • deus pai deve de ser, por toda lógica, etéreo-sexual (13-02-2011)
    • Um beijo é tanto mais intenso quanto mais se achegue a uma ameaça de mordida que nunca chega. (28-01-2011)
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Sem título - 2

Sem Título 2

Mais um bocado do mesmo. Encontrei estes desenhos há pouco, fazendo limpeza, e decidi ir colocando-os por aqui. Correspondem a uma época em que tencionava que a minha vida estivesse guiada totalmente pelo Budismo Zen. Estes desenhos eram qualquer coisa como pinturas Sumi-e. O processo criativo era simples: primeiro faz-se uma linha, depois outra, depois outra, até que se intui que está acabado. O importante era que o que se fizesse não se podia apagar, e havia que saber quando parar, além de muitas outras coisas, como o estado de consciência ou a postura corporal.

1 comentário

Esta manhã vim este gajo (http://www.usc.es/theo/profesorado/otero.htm) a falar das Missões Pedagógicas (http://www.secc.es/ficha_actividades.cfm?id=1177) na TV (La2) e, não sei porquê, me lembrei de ti ;-)
23-02-2007 @ 12:42

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