
Como estava doente na cama (o médico diagnosticou-me um Catarro Vias Altas, CVA, do que mês e meio depois ainda nom estou totalmente recuperado) e nom tenho fax nem internet na casa (desde hoje e pola culpa do apagom analógico, quando chegue na casa, tampouco terei televisom), no mês passado (na terça-feira, 1 de dezembro de 2009) a amiga Belén Puñal chegou-se à minha morada para entregar-me em mão os Dias Soltos do Bieito Iglesias que, como cada dous meses, me tocava ilustrar.
Umha vez lida (em primícia) a colaboraçom mensal do escritor ourensano fixado em Compostela decidim usar, para ilustrá-la, umha ilustraçom que já tinha feita (ou a meio fazer).
Nom tenho anotada na minha caderneta (como ultima e sistematicamente costumo a fazer) a data em que me ocorreu a ideia para a elaboraçom desta (tudo seja dito) pouco elaborada imagem, mas deveu de ser por volta do mês de setembro. A ideia era simples: substituir, no nipónico cartaz do filme Mã Educação do Pedro Almodóvar, a cabeça do rapaz protagonista pola do mal-educado conselheiro galego de educaçom.
Na quarta-feira, 21 de outubro de 2009, e sem saber ainda o destino que finalmente lhe iria dar, figem umha primeira versom da mesma em que a cabeça do conselheiro Jesús Vázquez (recortada desta fotografia) era sensivelmente menor.
Já na terça-feira, 1 de dezembro de 2009, imediatamente após a leitura dos Dias Soltos, figem a segunda e definitiva versom (em que, para que fosse mais reconhecível no contexto dumha imagem tam pequena, aumentei ao conselheiro o seu cabeçom).
No dia seguinte (quarta-feira, 2 de dezembro de 2009) nom tivem mais remédio que sair da casa (fum à Biblioteca da Faculdade de Jornalismo) para poder enviar por correio eletrónico a minha ilustraçom (durante a minha convalescência cheguei a pensar que talvez fosse boa ideia pôr internet na casa).
Exatamente três semanas depois, na terça-feira 22 de dezembro, recebim na minha morada o número 151 da revista Tempos Novos, contendo na sua sétima página a minha ilustraçom.
Novembro 30
TANGUILLO DE RIBADAVIAXesús Vázquez (Jesú pró seu asesor andaluz e Gasús se vivise a súa tataravoa) denunciou a ignorancia da Axencia Europea das Linguas que vén de censurar a política idiomática de San Caetano. Que os europeus non saiban o que pasa en Ribadavia no bar do Papuxas xa é malo pero semella mais grave que Vázquez descoñeza a realidade suíza, belga ou catalá. Ao conselleiro chóvenlle rebimbas e el ensaia desplantes de Jesulín de Ubrique. As fans de Galicia Bilingë debían tirarlle bragas de rebolo despois de cada faena.
[Bieito Iglesias, Dias Soltos, Tempos Novos Nº 151 (Dezembro 2009), pág.7].
Escrito em 18-01-2010,
na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, Tempos Novos
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Convidado polo Joan Marc (que é solsoní ainda que mora em Barcelona), neste passado fim-de-semana fum a Solsona "observar" o referendo sobre a independência de Catalunha celebrado (entre outros 166 municípios catalães) na cidade natal do meu amigo. Acompanhou-nos o nosso comum amigo Jordi (barcelonês de toda a vida).
Apesar de que a Galiza (a mãe de todas as lusofonias) ainda nom tem sequer o estatuto de observadora na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) o meu amigo Joan-Marc nomeou-me observador da Cê-Cê-Cê! Pê-Pê-Pê, Pê-Pê! Lê-Lê-Lê, Lê-Lê! Pê-Pê-Pê! (A Lusofonia) e o meu amigo Ifrit encarregou-se de divulgá-lo no Chuza.
Eis umha breve crônica em imagens da vívida experiência vivida:

Joan-Marc & Jordi vinherom receber-me no Aeroporto cum simpático cartaz que polo lado de diante dizia "Sr. Suso Observador Internacional" e "Castelaaaao", polo de trás (SÁB, 12-DEZ-09, 00h15 GMT+1).

Como se nos fazia algo tarde, antes de chegar a Solsona decidimos parar num lugar chamado Su (comarca do Solsonès) para almoçar no Restaurante El Forn. Joan-Marc & Jordi insistirom em que tinha que retratar-me ao pé do (duplicado) sinal indicador de início de povoaçom, cousa que figem segurando o Avui do dia nas minhas mãos (SÁB, 12-DEZ-09, 14h30).

Joan-Marc, Jordi e mais eu (com umha estreleira sobre os ombreiros) partiticipamos na rápida descida com tochas desde o Castellvell à Plaça Major onde, como ato final da campanha polo referendo, se celebrou um comício express (havia que terminar logo para ir ao bar ver o Barça-Espanyol). (SÁB, 12-DEZ-09, 19h00 GMT+1).

À Alva de Glória do domingo 13-D enfeitamos com a estelada e a estreleira a varanda de Ca la Carme (2º andar).

Jordi (à esquerda), Joan-Marc (à direita) e mais eu (no centro) posando juntos à entrada do colégio eleitoral (DOM, 13-DEZ-09).

A presidenta da mesa em que votou o Joan Marc era a diretora do Instituto de Solsona... e é de Combarro!!! Visca l'Arantxa! Sentim-me mui orgulhoso dela! (DOM, 13-DEZ-09).

Como no dia a seguir tanto o Joan Marc como o Jordi como eu tínhamos que madrugar muito (eu para apanhar o aviom de regresso a Compostela) decidimos nom ficar para a apuraçom das votações em Solsona e regressar a Barcelona para viver a noite eleitoral em Vilaweb. Quando íamos de caminho recebemos umha mensagem do Martí dizendo que afinal os mui vilões-webões acordaram nom fazer festa aberta ao público que dias antes tinham valorado fazer. De todo modo passamos por alí para cumprimentarmos o nosso querido amigo, a quem tocava fazer horas extras (DOM, 13-DEZ-09, 22h30 GMT+1).
Confire as fotos do fim-de-semana (SAB 12 & DOM 13-D) em Solsona na Galería de o_creus no Flickr.
Escrito em 16-12-2009,
na categoria: VÁRIOS
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Eu nom estivem ali. Mas a Teresa sim (na terça-feira, 23 de junho de 2009, por volta das 20h45) e fijo estas fotos para e por mim.
Perguntei ao amigo Marcos Payno, estradense de pro, se sabia que rua era essa e o "grande" Payno respondeu (TER, 10-NOV-09): "Nom sei o nome da rua, mas creio que é a que vai desde a praça do concelho até a praça da Farola (praça de Galiza), no centro justo do povo".
Para além do susodito estabelecimento (Peluquería Suso) nas fotografias da Teresa podem ver-se (e ler-se) os letreiros de outros três estabelecimentos comerciais: Café-Bar A Cunca D'Ouro (foto superior-direita), Joyería-Relojería Benito Puente e Delegaçom El Correo Gallego / Galicia Hoxe (inferior-direita). Com isto devia avondar para geolocalizar a Peluquería Suso corretamente. Mas a cousa nom está a resultar assim tam fácil.
Segundo as Páxinas Galegas a Joyería-Relojería Benito Puente está no número 12 da rua Justo Martínez da Estrada.
Na mesma rua, dous números antes (R. Justo Martínez, 8), encontramos na internet nom um senom dous cabeleireiros diferentes (Campos Gómez, Josefina & Peluquería Alonso) que tenhem o mesmo número de telefone (986 570 309). Pode ser que essa informaçom esteja desatualizada e esse seja o local que atualmente ocupa a Peluqueria Suso.
Na outra mão, com efeito, encontramos umha cafetaria. Mas nom é o Café-Bar A Cunca D'Ouro senom a cafetaria VASAN (Justo Martínez, 9).
E, por último, a delegaçom na Estrada de El Correo Gallego / Galicia Hoxe encontramo-la em "Avenida de Benito Vigo Galerias avenida 47-49, local 7", nom na rua Justo Martínez. Mas estando numhas galerias comerciais como semelha estar, pode ser que tenha umha outra porta por aquela rua.
Como vedes, a soluçom a este enigma nom a vamos encontrar a nom ser que nos desloquemos à Estrada um dia ou que algum leitor ou algumha leitora estradense me dê umha mao. Antecipadamente, muitíssimo obrigado a ele ou ela!
Escrito em 03-12-2009,
na categoria: SUSODITOS EST. COMERCIAIS, Cabeleireiros Suso
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No post anterior publicávamos o design que figemos para ilustrar a secçom Dias Soltos, de Bieito Iglesias, no último número da revista Tempos Novos (TN Nº 149, nos quiosques).
Publicamos hoje a ilustraçom que figemos para a secçom do escritor ourensano fixado em Compostela dous números atrás, no Nº 147 da revista Tempos Novos.
O pre-texto para a publicaçom do nosso design encontramo-lo no seguinte dia solto (18 de julho):
Xullo 18
SECUELA DE ESPARTACO
Remanece o Instituto de Estudos Europeos e Autonómicos baixo a presidencia de Anxo Quintana. Suponse que este tanque de ideas será un estanque onde criar ras a partir de cágados –de cagar sentencias hai que pasar a propor alternativas– e un carro de combate blindado contra mísiles propagandísticos da direita cañí. A nómina dos estudosos recrutados prá presentación desconcerta un chisco pois tal parece que o criterio de selección non se funda nos saberes senón na admiración que profesan polo ex vicepresidente: os máis son cargos que o acompañaron no bipartito. Esperemos que non quede nun alpendre máis dos que andan sobros polo país nin nun grupo de notables que despois non chegan nin ao aprobado. O Instituto anuncia debates encol da financiación das autonomías e da lingua galega (pra “desdramatizar”), a máis da palestra dun “visitante ilustre” que nos alumee sobre as bondades do autogoberno. Deséxolle o mellor e ogallá que sirva pra armar ideoloxicamente a oposición ao PP e pra que os políticos nacionalistas non cheguen no futuro ás poltronas ceguiños como toupas. A idea quintanista de rachar a identificación do nacionalismo co elitismo semella correcta, sempre que non pase de elitista a populista.[Bieito Iglesias, Dias Soltos, Tempos Novos Nº 147 (Agosto 2009), pág. 7].
A nossa ilustraçom foi feita no Photoshop (na quinta-feira, 23 de julho de 2009) a partir destas três imagens encontradas no Google: ikea-logo.jpg, ikea.jpg (porta branca e carpete indepe) e Bienvenidos a mi casa (auto-retrato dum tal Francesc Esteve).
O "G" que substitui o "K" do logótipo original (dizendo IGEA onde antes dizia IKEA) é do tipo OL London Black.
Para pôr na nossa língua o texto que pode ler-se no carpete ("Bem-vindo à República Independente da Minha Casa") tivem de traduzi-lo (cortando e colando as letras) a partir do castelhano original. Aparentemente a campanha publicitária independentista da companhia sueca só se fijo em Espanha e em espanhol (em Portugal e em galego-português, nom).
No sábado 15 de agosto, três semanas depois de feita e enviada, recebim na minha morada o Nº 147 da revista Tempos contendo na sua sétima página a minha ilustraçom: IGEA, Bem-vindo à República Independente da Tua Casa.
Escrito em 27-10-2009,
na categoria: Tempos Novos
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Depois de mais de três meses de parom e sem que ainda conheçamos a resoluçom do júri da terceira ediçom do concurso Umha Imagem Para O Galego de Vieiros.Com (ao que nos apresentamos com o vídeo intitulado Café Español, publicado no post anterior) atualizamos esta a nossa Angueira para que nom se diga que caiu em desuso ![]()
E fazemo-lo publicando a paródia do logótipo eleitoral que o candidato Alberto Núñez Feijóo (na atualidade e para a nossa desgraça presidente da Junta de Galiza) empregou na campanha das últimas eleições autonónicas, celebradas no 1º de Março, Domingo de Pinhata.
A ideia ocorreu-me às 19h00 (GMT+2) da quinta-feira, 1º de outubro e, imediatamente depois de realizá-la (rápida e eficazmente no Photoshop), enviei-na a Tempos Novos para a sua publicaçom.
Nesta segunda-feira, 19 de outubro, ao sair da casa às 11h00 (GMT+2), encontrei no portal do meu prédio o último número da revista Tempos que o carteiro tinha botado por baixo da porta. E na sua sétima página, como cada dous meses, a minha ilustraçom.
Ilustraçom que, já agora, fai referência a este trecho dos Dias Soltos bieito-eclesiásticos:
Setembro 27
NORMALIZACIÓNPolanski non é uh home normal (...) Tampouco é normal Manuela Ferreira Leite (...) Nin semella normal un xefe superior de policía como García Mañá (...) En troques, Núñez Feijóo é un galego normal, segundo vén de proclamar nun mitin en Silleda. Porque o di el e porque é mal feito, sendo o feísmo -non só arquitectónico- o trazo identitario clave deste país no que case todos vimos daqueles devanceiros tan brutos como Urtain que levantaron monumentos megalíticos. Está probada polos xenetistas a endogamia enxendradora de exemplares feos que non valen un corno.
Escrito em 21-10-2009,
na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, Tempos Novos
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A diferença dos dous vídeos enviados a concurso nas duas edições anteriores o vídeo que neste ano enviei a Umha Imagem Para O Galego foi concebido e realizado para a ocasiom.
Nas duas edições anteriores o concurso de Vieiros servira-me de pretexto para a realizaçom de duas velhas ideias (Perigo Zona Escolar e The Invisible Man) que doutro jeito teria realizado ou nom.
Mas neste ano nom. Neste ano o processo criativo foi diferente. Como já digem, neste ano o vídeo nom foi apenas “realizado para” senom que a ideia, o roteiro, foi também “concebido para” o certame.
O momento e o lugar da concepçom do mesmo fica muito claro na minha mente (e na minha caderneta): Praia das Sinas (Conc. Vila Nova d'Arouça), sábado 20 de junho de 2009, entre 19 e 19h30 (GMT+2).
Há dous fins-de-semana fum fazer umha visita ao meu querido amigo Eugénio Outeiro a Vila Garcia. Mas em vez de ir direto para a sua morada passei antes pola Praia das Sinas, no vizinho concelho de Vila Nova d'Arouça, para dar um mergulho (o Eugeniote dixo que tinha trabalho na casa e que nom vinha). Após umha hora de carro desde Compostela e um relaxante mergulho no Mar d'Arouça, deitei-me na toalha e, enquanto me secava ao Sol, pugem-me a dar-lhe voltas ao assunto. Assim foi como me chegou a inspiraçom. Bom, nesta ocasiom seria melhor dizer que fum eu quem foi à sua procura.
Umha vez que tínhamos a ideia agora só restava pôr-se maos à obra na sua realizaçom.
Cinco dias depois de ter a ideia, na quinta-feira 25 de junho, e desde o Café-Bar Devagar (WiFi), baixei do YouTube o vídeo da demoliçom dum modernista Café Español que polos vistos havia na valenciana vila de Aiora e do Google imagens as fotografias de diferentes Cafés Espanhois que polo mundo adiante há.
No dia a seguir (sexta-feira 26 de junho), após o almoço na esplanada da cafetaria do Burgo das Nações e com a inestimável ajuda do Heitor (que me emprestou a sua câmara, melhor do que a minha) e do José Ramom (a mão que mexe a colher), gravei o segundo plano que aparece no vídeo (1/2). Editei o vídeo ao serao (primeira ediçom).
Na noite do domingo 28 figem algumhas mudanças no vídeo (mudei o primeiro plano que aparecia no vídeo, um zoom sobre esta foto fixa que nom me convencia, e o barulho de fundo também) e (por volta das 00h30-45, GMT+2, da segunda-feira 29) dei-no por terminado.
Há hoje umha semana, na segunda-feira 29 de junho (penúltimo dia em que era possível fazê-lo antes da prorrogaçom) enviei o meu vídeo para o concurso Umha Imagem Para O Galego de Vieiros.com. Acompanhei-no da seguinte descriçom:
"Como torrom (ou pacote) de açúcar num café com leite -¿con leche?- a doce e melodiosa fala galega vai-se dissolvendo a pouco a pouco no espanhol".
Ao que parece "problemas ténicos" estám a impedir a sua visualizaçom. Esperemos que as/os amigas/os de Vieiros encontrem logo umha soluçom.
Atualizado QUA, 08-JUL-09, 13h15 (GMT+2). Os "problemas ténicos" aos que fazíamos referência estám felizmente solucionados ao menos desde anteontem (segunda-feira, 6 de julho) à noite.
Atualizado QUA, 15-JUL-09, 19h55 (GMT+2). Esquecim dizê-lo mas, feliz ou infelizmente, na Galiza nom existe já nengum Café Español. De existir ainda lá teria ido eu câmara em riste gravar uns planos e fazer umhas fotografias em vez de baixá-l@s da internet. Nom existe nengum na atualidade mas em tempos sim que existiu. Segundo podemos ler na Galipédia (no verbete dedicado ao pintor Carlos Maside, concretamente) em tempos da II República Espanhola houvo em Santiago de Compostela um movimentado Café Español (nom sei se tanto quanto o Café Español de México D.F. que aparece no conto de Max Aub (podedes escolher: livro ou filme?), mas bom):
En 1932, na vida intelectual compostelana, conviven dúas tertulias , a do “café Derby” e a do “Español”. Na primeira xúntanse os galeguistas, profesionais de procedencia universitaria, a esta cita acude D. Ramón del Valle Inclán nas súas estadias temporais en Santiago, e ten acollida Carlos Maside que disfruta da amistade de varios contertulios e do escritor, de quen realiza varios apuntes e retratos do natural. A outra tertulia, a do “café Español”, caracterízase polo interese artístico e literario. Está formada por artesáns, empregados, estudiantes e artistas. Moitos son republicanos e de pensamento filomarxista. No eido da plástica Maside exerce unha especial influencia, e Luis Seoane destaca como futura promesa. No “Español” xéstase a constitución dun grupo local do Comité Cooperación Intelectual. Convídase a varios poetas para pronunciar conferencias. Un dos escritores invitados é García Lorca.
Estes som os vídeos que enviei ao concurso Umha Imagem Para O Galego nas suas duas anteriores edições:
Escrito em 06-07-2009,
na categoria: YO TUBE UN SUEÑO
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Apresentamos hoje um pequeno vídeo que começou a gestar-se há quase um ano.
Segundo consta na caderneta em que anoto as paridas (nem todas) que me vam ocorrendo, a primeira ideia para este vídeo ocorreu-me em 21 de julho de 2008, segunda-feira, enquanto passava pola Rua de Sam Roque:
-“Rua Sam Roque, pode passar” (dixo o semáforo)
- Como que “pode passar”?!? Tampouco está tam mal! (pensei eu)
Neste passado 17 de Maio, domingo, indo pola Rua da Porta da Pena de regresso à casa depois de passar a tarde inteira cuns amigos tentando tirar (a base de polvo à feira, churrasco, vinho com gasosa, licor café, 3 gin tônicos, 1 vinho de Aragom e várias cervejas) o mau sabor de boca que me tinha deixado a manifestaçom reintegracionista da manhã, olhei para a pétrea placa da rua e digem em voz alta:
“Rua da Porta, dá pena” [gargalhadas].
Liguei esta parida com aqueloutra que me tinha ocorrido dez meses antes e decidim fazer com as duas um pequeno vídeo que levaria ao início a seguinte questom:
“Porque a sinalética urbana compostelana, em vez de limitar-se a informar @ viandante sobre o objeto assinalado, se dedica a emitir sobre este juízos de valor?”
Anteontem, segunda-feira 29 de junho, por volta das 20h30 (GMT+2), gravei o vídeo na Rua da Porta da Pena. Comochoconto, da Rádio Kalimera, que por acaso naquela hora passava por alí, está de testemunha.
Ontem, terça-feira 30 de junho, por volta das 11h15 (GMT+2), gravei o vídeo na Rua de Sam Roque e vim para a casa editar. Quando às duas da tarde (GMT+2) terminei de editar o vídeo, cheguei-me a Sam Caetano para dar o meu apoio aos Companheiros do Metal.
Et voilà!
Escrito em 01-07-2009,
na categoria: YO TUBE UN SUEÑO
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Ampliamos a nossa coleçom de susoditos lugares com a publicaçom destas fotografias realizadas na Praia de Susinhos neste passado sábado, 13 e Junho de 2009, minutos antes do pôr-do-sol.
Na pedra da fotografia inferior-esquerda há duas placas. A placa branca di: "Camiño solidario ARIETE 1966 PRESTIGE 2002". E a de granito:
"Esta placa é unha homenaxe do Concello de Carnota á solidaridade [sic] e o esforzo dos voluntarios e participantes no programa "CASTILLA Y LEÓN SOLIDARIA" que recuperaron esta praia despois do vertido do petroleiro Prestige. Marzo de 2003"
Escrito em 16-06-2009,
na categoria: SUSODITOS LUGARES
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Polo terceiro ano consecutivo estamos a organizar, with a little help from my friends, o Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata (DdoOLeR'09).
O Dia do Orgulho Lusista e Reintegrata (DdoOLeR)celebra-se desde há três anos, em 25 de Maio, coincidindo com o Dia Internacional da Toalha (póstuma homenagem d@s suas/seus fãs ao saudoso Douglas Adams, criador d'O Guia do Mochileiro das Galáxias). No ano passado 25 de Maio caiu em domingo. Neste ano cai em segunda-feira.
Muitíssimo obrigado ao Eugeniote (por esse precioso blogue, a imagem do topo, etc), ao Zé Pequeno (por esses cintilantes banners), ao Gerardinho (polas notas de imprensa e por tudo um pouco), ao Berto (polos espaços publicitários gratuitos em Chuza.Org), ao Quico (por ceder-nos a sua imagem e obsequiar-nos com a sua palavra), à Mon (polo toalhístico vídeo do Quico), à Comba (por deixar-se enlear e enlear a toalha à cabeça)... Muitíssimo obrigado a tod@s elas/es pola sua inestimável e desinteressada ajuda.
Muitíssimo obrigado também a todas aquelas pessoas (lusistas e/ou reintegratas ou não/nom) que dalgum jeito participastes nas duas edições anteriores (DdoOLeR'07 e DdoOLeR'08) e às que ainda havedes participar.
Vemo-nos segunda-feira na Praça do Pão (Cervantes)!
25 DE MAIO, SAIMOS DO ARMÁRIO!!!
Escrito em 21-05-2009,
na categoria: VÁRIOS
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Para rompermos o nosso delongado silêncio publicamos hoje em Angueira de Suso a ilustraçom que figemos para ilustrar os Dias Soltos de Bieito Iglesias no penúltimo número da revista Tempos.
Por algumha estranha razom o penúltimo número de Tempos Novos (TN nº 143, Abril 09) nunca chegou à minha caixa de correio. Dia após dia ao meio-dia chegava à casa com a esperança de lá encontrá-lo à minha chegada... e nada! Assim foram passando os dias, as semanas, chegamos ao final do mês... e a revista Tempos que nom dava chegado!
Ontem, quinta-feira 14 de Maio, recebim na minha morada o último número da Revista Mensal de Informaçom para o Debate (TN nº 144, Maio 09) e, conjunta e inseparavelmente com ele, a Revista de Livros ProTexta nº 10 (Primavera 09). Neste número nom era a mim mas ao José Tomás a quem correspondia ilustrar os Dias Soltos (como sabedes, um mês ilustra-os ele e no outro sou eu a ilustrá-los).
Por acaso também ontem, quinta-feira 14, apanhei na Escola Oficial de Idiomas (aonde, a petiçom minha, a Belén Puñal mo tinha deixado) o exemplar da revista Tempos que me faltava. Belén, muitíssimo obrigado!
Um dia depois de conseguido, por fim, o anseiado exemplar publicamos aquí, em Angueira de Suso, a ilustraçom da nossa autoria que nele aparece e que concretamente fai referência a este dia solto bieito-eclesiástico:
Marzo 27
BURRACRÚA
Un tal Irigoyen publica un sisudo artigo na Voz pra censurar certa iniciativa do Bloque no parlamento madrileño, que logrou retirar do Dicionario da Real Academia Española a acepción de tonto na entrada correspondente a gallego. Razoa Irigoyen que, por esa regra de tres, deberían os reais académicos borrar a mesma acepción como un dos significados de beocio, a fin de que non se incomoden os naturais da rexión helénica de Beocia. Ignoro se o articulista é gallego, pero parvo é de raio. Admira a defensa da sinonimia galego=idiota no xornal máis difundido deste miserable país. Que se publique aquí semellante faltada indica que non temos media hostia. Merecemos que nolas boten fervendo, como barro á parede. Que contas botaría Irigoyen se os dicionarios galegos, acolléndose á autoridade poética de Ferrín (Unha salmántiga lisa e envisgada, isto é pra nós, irmao, Hespaña), definisen o Reino de Xoán Carlos como unha caste de píntiga especialmene repulsiva?[Bieito Iglesias, Dias Soltos, Tempos Novos Nº 143 (Abril 2009), págs. 6-7].
Como podedes ver a sua realizaçom foi bem simples. Só tivem que apanhar esta imagem do Escudo de Galiza no Google e apagar meia hóstia com o PhotoShop. Fácil, rápido e eficaz ![]()
Escrito em 15-05-2009,
na categoria: COLABORAÇÕES HABITUAIS:, Tempos Novos
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