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        X Aniversário. 2007-2017 Dez anos de independência.

        X Aniversário. 2007-2017 Dez anos de independência.

        20-03-17

        X Aniversário. Dez anos de independência.
        Um ano depois de termos criado o Mádia Leva!, publicavamos umha editorial na nossa primeira revista co título "Quem dixo que nom merecia a pena?" Nesse artigo enumeravamos as muitas atividades que tinhamos feito em só um aninho. Hoje , com dez anos às costas, o relatório cronológico ocuparia umhas quantas páginas.
        Dez anos de independência, porque erguemos neste tempo a bandeira da Galiza ceive que sonhamos. Também pola nossa capacidade para fazer o que queriamos por nós mesmas sem o apoio de qualquer instituiçom e co silenciamento dos médios locais. Nom envejamos esse funcionamento, acreditamos na autogestom. Graças a ela vivemos muitas boas experiências boas como montar o nosso posto no festival de Pardinhas todos estes anos. O que começou como um jeito de financiamento logo se convertiu num ponto de encontro da nossa gente.
        Também trabalhamos por impulsionar a organizaçom do povo, intervir naqueles conflitos locais que entendemos afetam a todas, porque a nossa aposta é cultural mas também política.
        Muitos esforços dedicamo-los a abrir e manter o centro social, primeiro na rua Amor Meilam que nos levou um verao intenso de trabalhos para inaugurar em setembro de 2007. Estivemos nele até janeiro de 2012. No mês seguinte, o 14 de fevereiro inauguramos o atual local na rua Serra de Ancares. Dez anos nos que mantivemos aberto um espaço de construçom nacional coas nossas maos e o nosso trabalho e luita militantes. Um espaço que também serviu ao movimento associativo comarcal.
        Defendemos a nossa língua e luitamos por umha Galiza na que poidamos viver no nosso idioma. Para isso esta o nosso espaço servindo a normalizaçom do galego. Reconhecemos os nossos vínculos coa lusofonia e empregamos o galego reintegrado recolhendo o legado doutros coletivos locais reintegracionistas como Alto Minho e doutros centros sociais da Galiza.
        Mas o nosso espaço sempre foi a rua, apoiando os conflitos em defesa da Terra que se derom nesta comarca como o das obras no Parque Rosalia, a luita contra a megaminaria ou o mais recente do dique no rio Minho. Somos um coletivo feminista, combatemos atitudes machistas tanto fora como dentro do coletivo. Somos também um espaço de reflexom, criando o grupo de estudos para melhorar a nossa formaçom.
        Somos positivos e optimistas embora aos embates soubemos seguir em pé. Em dez anos conhecimos gente boa e aprendimos o verdadeiro valor da solidariedade. Temos a Antom e Maria na cadeia dispersados desde 2011, muitas companheiras do nosso coletivo sofrerom repressom polo seu compromisso co país, isso marcou-nos mas nunca nos escondimos.
        Continuamos dez anos depois criando coletivamente umha realidade alternativa. Para nós o centro social é um lugar para produzir encontros emocionais, de cara a cara, um lugar que nos compromete, no que sementamos a irmandade. Contruimos um pequeno contra-poder, umha escola para aprender juntas práticas de resistência frente ao deserto que significam Espanha e o capitalismo.
        Seguiremos fazendo por nós mesmas

        Escrito ?s 16:44:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 481 palavras, 152 views     Chuza!

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