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        Homenagem aos Mártires de Carral

        Homenagem aos Mártires de Carral

        25-04-18

        O vindeiro sábado 28 de abril novamente o soberanismo da cidade juntamo-nos como Convocatória Faraldo para fazer a tradicional homenagem à Revoluçom Galega de 1846 e aos Mártires de Carral. O ato começará na praça dos Mártires de Carral coa leitura do manifesto e a presença da associaçom Abril de Lume e Ferro que interpretarám algumha peça teatral na praça. Logo sairemos de roteiro histórico pola cidade lembrando aqueles feitos transcendentais para o nascimento do nacionalismo galego.

        A seguir deixamos um texto de Faraldo sobre a censura da revista El Porvenir. Estamos diante dum dos primeiros casos de perseguiçom dumha publicaçom do galeguismo nascente. Do mesmo jeito que acontece hoje a repressom e as ameaças contra os defensores da Galiza vem de longe. Mais info

        MANIFESTO CONTRA A INTERDIÇOM DO PORVENIR

        A Galiza nom tem capital ... e neste lance se assemelha às tribos ibéricas ligadas pela vontade dos reis, já que todos sabem que "Madrid nom é a capital da Espanha" - "Se Crunha e Santiago nom tiveram umha pequena diferença...
        Á mesma populaçom, a capital seria fixada em umha delas, e aquela que contava mais número de habitantes seria para sempre, ainda se opunher a isso "todo o poder dos reis de Madri", porque tinha em si o direito e a força para alcançá-lo, a saber: concorrência, riqueza, influência, poder.

        EL PORVENIR


        Quando os galegos verdadeiramente iluminados concederam às nossas tarefas um alto propósito literário e social a favor dessa província malfadada; quando o eco da emancipaçom da juventude sacudiu o silêncio para que a condenaram , e o Porvenir foi recebido pola imprensa e literárias notáveis ​​com os títulos de original, grande, criador ..... quando estávamos ensaiando na Galiza um vasto plano de fundações humanitárias e filantrópicas que formulam os colaboradores Romero, Rua e mais o autor destas linhas, o brigadeiro Don José Martínez suprimiu a publicaçom da revista da juventude galega.

        - O público perguntará, no que separaramos da lei, que somos expulsos da imprensa: nom somos nós que podemos responder. O senhor prefeito desta cidade se opôs fortemente à transcriçom do cargo acusador do delegado do governo (1), faltando-lhe as formalidades governamentais e ás considerações que merecemos como escritores.

        Saiba a província, conheçam disso os nossos co-religiosos (1). Nós só foram entregues apenas depois de dezesseis dias de reivindicações ao vivo, eis um testemunho com selo municipal autorizado, que diz: =
        Francisco Varela e Sarmiento, secretário do conselho ilustre cidade constitucional da cidade de Santiago. Certifico: Em conformidade com a decisom do prefeito de 2 do corrente: que o chefe de política da província para a comunicaçom do primeiro, entre outros indivíduos, diz o seguinte: "Eu decreto a suspenssom publicaçom do Porvenir, revista da juventude qallega, e sejam removidas todas as cópias que estiverem no escritório.

        E a pedido de D. Antolin Faraldo, diretor do referido jornal, = assino, etc. = Francisco Varela e Sarmiento.

        Nessa situaçom, e presos pelo círculo estreito e inflexível do decreto de impressom, ainda poderíamos escrever mudando o título para o nosso jornal. Mas o que aconteceria? Como nom luitamos com outra espada que a caneta, a lei a quebraria no primeiro golpe quantas vezes nos apresentássemos na arena. E isso seria uma luta nem apenas fatal, mas desigual, estéril, sem sentido ...

        Que outro caminho nos resta? Coloque o futuro na esfera humilde de outros jornais literários, renuncie à propagaçom, entre nossos comprovantes, das idéias de dramatizaçom exterior que nos renderam aplausos, e apague do nosso escudo o lema da "anarquia literária".

        Mas isso seria humilhante e desonroso para os jovens que se consagram ao culto da liberdade, e nós nom sucumbimos apesar dessas forcas caudas de censura; nós preferimos o silêncio ... que é um apelo a todos os pensadores e um protesto eloqüente no exame livre, mesmo nos governos absolutos da Alemanha.

        Nosso silêncio deve ser breve, transitório, momentâneo ... temos a certeza de que o partido progressista virtuoso logo recuperará o poder, e entom nos apresentaremos organizados, mais ricos em ciência, e determinados a luitar até vermos as cores da nossa bandeira nas ruínas de tudo que deve ser destruído.

        Enquanto isso, nos aposentamos satisfeitos desde o início de nossa cruzada.

        O jovem rapaz morava em umha, glacial, atmosfera enervante e pesada, comprimindo os sentimentos e imaginaçom murchas, e a voz do Porvenir tem despertado nobres e ricas ambições , as suas doutrinas deixaram crentes e apóstolos.

        O que foi apenas teoria em seu nascimento subiu ao auge de uma opiniom com os seus representantes na imprensa: o cocar de um serve apenas como umha bandeira para muitos: os guerrilheiros se tornaram um exército.
        A partir de hoje mais, a Galiza pode reivindicar um assento na assembléia dos sistemas, já que as doutrinas de Porvenir já som conhecidas, na Espanha e além, com o nome de A NOVA ESCOLA DE SANTIAGO.

        Em vista, temos um jornal da Alemanha em que é considerado o princípio que defendemos como a característica mais notável e avançada das tendências filosóficas da Península, e como um fenômeno que deve chamar a atençom de todos que estudam o progresso da pensamento humano.
        Devemos pintar a sensaçom que nossa pobre revista teve, quando todos puderam observá-la naquela ansiedade que precedeu o aparecimento de cada número? Nom som as coleções de El Porvenir pesquisadas com tanto interesse que devem satisfazer os jovens iluminados que nos deram seu apoio e cujos nomes somos obrigados a publicar?

        Ouçam o que diz das margens do Sena Mr. Don Ramon de la Sagra: leiam a carta tirada na grande oficina de anarquia, e vai dar à luz convencido de que, por qualquer motivo, devemos privá-lo de nossos leitores amigáveis .

        Sua voz profética é para o Porvenir, nesta ocasiom, como a última cançom do cisne ... santo, sublime!

        Nós também tivemos a oportunidade de anunciar em voz muito alta que tanto quanto foi escrito contra da nossa.

        Por exemplo, um único erro literário ou científico nom foi formalmente indicado nos artigos que publicamos (embora reconheçamos muitos); nem havia um, daqueles adversários conscienciosos, que apresentassem razões, que provocassem umha discussom real, em uma palavra, que analisasse declamações vulgares, epigramas, sátiras, às vezes insultos tabernarios, que é a profunda crítica e dialética grave que fez a imprensa de oposiçom facciosa.

        É por isso que nom guardamos ressentimento contra dos sábios editores do Posdata, do Esperanza, do Conciliador, do Globo, do Heraldo e de outros jornais que nos descendem de regiões tam altas; porque, além de seus ataques e provocações eles som muito divertidos para nós ficar incomodados, como diz o poderoso SUE na conclusom do Judeu Errante-deram celebridade para El Porvenir, e popularizaram as suas doutrinas, que era o que desejavamos.

        E quem vai nos disputar a honra de ter sido o primeiro a tentar infundir nos habitantes deste belo país com o conhecimento de seu poder, revelando através de alegorias corajosas como os escravos podem se tornar cidadãos?

        Assim, conquistamos a opiniom do bom povo galego, reunindo uma audiência tam grande quanto nenhum jornal tinha no antigo reino.
        Seria o Porvenir em nossas mãos a vida de energia, eficiente, transcendental ... porque o seu misterioso lema era o elo que uniu todos os jovens liberais e os seus princípios escitaban os instintos fecundos dos amantes da Galiza, insensivelmente estavam fazendo o nosso jornal umha tribuna aberto a todos, o que era um verdadeiro oásis no meio deste deserto literário, ... e chegaria um momento em que poderíamos convocar os galegos de ilustraçom e consciência para umha solene reuniom científica, para umha reuniom provincial, na qual iríamos falar, significa que a julgamos mais seguro para dar umha outra vida, uma vida nova para o país infeliz de nossa nacença.-tudo isso alarmou os homens de autoridade oficial, e o jornal foi luitando contra de regras inúteis, professores opressores e as escolas de estéreis que morreram nas mãos da censura.

        TUDO PARA GALIZA.- Tínhamos escrito na frente de El Porvenir; e este slogan, novo e ousado, este grito de guerra contra aquela impudente Babilônia, que em umha única festa consome os produtos de dous milhões de galegos ... foi ao mesmo tempo umha fórmula e um símbolo: fórmula do que deveria ser proposto pensando homens em nossa província, símbolo de umha luita, nom pacífica, doutrinal, lento mas forte, implacável, mexendo, propaganda ... fingimos nom imitar O'Connell, como afirma com sarcasmo o Conciliador, mas seguirmos os passos de Spartaco.

        -IRLANDA só precisa que um abalo do continente leve a perplexidade à metrópole e afogar o colosso com os seus braços fortes. -Galiza ouviu pola primeira vez, as palavras de emancipaçom de toque em seus ouvidos harmoniosas como umha oraçom, um poderoso hino ... Quando a convicçom de um grande mal era popular .... iria desmoronar como a poeira que é a antiga fortaleza construída polas mãos de Leovigildo.

        Abrimos o caminho e abrimos um caminho para todos: o prólogo da literatura galega está escrito.

        A juventude surge à medida que os doutrinários descem ao sepulcro; Aqueles que nos chamam de covardes porque sofrem, os que maltratam porque silenciosos, aqueles nem vam sentir a tempestade até que o feixe sobre das suas cabeças explodir ... nom está longe apropriado dia, a juventude, a cadeira do tribuno e a imprensa, tudo corre atrás; riqueza, conhecimento, génio, heroísmo ... como a Europa do XI século depois de Pedro, o Eremita! -24 setembro.- O que escreve, Antolin Faraldo". (El Clamor Público, 1845/10/19) .

        Dirigido para La Esperanza (Esperanza, 1845/10/21) ASDO ANTOLIN FARALDO.

        TEXTO derradeiro , um epitáfio:
        "Como resultado de umha entrevista do nosso amigo Faraldo, editor do jornal El Porvenir, com o chefe político da Corunha, o jovem escritor foi obrigado a impedir o ataque de surpresa, ausentando de Santiago.

        Pois o chefe Senhor da política, de acordo com notícias que lhe disse se ele continuasse a defender nos jornais a anarquia literária, iria trancá-lo no castelo San Antón da Crunha, e depois enviá-lo para a Ceuta, tal é a independência que os jovens têm hoje para expressarem livremente as suas idéias, e o Sr. Faraldo deve se orgulhar de ser o alvo da perseguiçom dos representantes de um governo assim.

        Governo tal que se considera um defensor dos princípios constitucionais.

        (Eco del Comercio, 8-11-1845).

        Escrito ?s 18:29:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 1666 palavras, 83 views     Chuza!

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