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    Revista A Malha Nº 1

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        Contra a exploraçom e o espólio agroindustrial. Surexport fora da Galiza!

        Contra a exploraçom e o espólio agroindustrial. Surexport fora da Galiza!

        17-08-21

        Comprometidas coa urgência de pôr fim de jeito imediato à escravitude agroindustrial que a empresa onubense de recoleçom de fruitos vermelhos
        SUREXPORT pretende instalar no nosso pais, amanhá, quarta-feira 18 de agosto, as organizaçons ADEGA, Asociación Espazo Agroecolóxico ?A Estruga?, Comisións Obreiras - CC.OO, Confederación Intersindical Galega - CIG, CS Madia Leva!, Central Unitaria de Traballadoras - CUT, Ecoloxistas en Acción, Federación Rural Galega - FRUGA, Sindicato Labrego Galego - SLG, ativistas da luita contra a megaminaria, movimentos sociais, vizinhança da zona, ex-trabalhadoras e vizinhas/os da contorna onde se está a instalar esta agroindústria iniciaremos umha campanha de denúnica a pé de rua.

        - Às 10.30h. juntaremo-nos na Carvalheira de Castro para proceder à distribuiçom de médio milheiro de pasquins informativos na feira de Castro Ribeiras de Lea
        - Ás 12.00h. convocamos concentraçom diante da sede de Surexport em Castro de Rei (Lugo), onde serám proporcionadas declaraçons à imprensa e informará-se sobre a denúncia registada também o mesmo dia 18 na Subdelegación do Goberno.

        Desde meados do passado mês de julho diversas organizaçons galegas vimos artelhando umha frente comum para denunciar as graves práticas que a empresa
        Surexport está a levar a cabo na Terra Chá. As testemunhas relatam pressons constantes -dirigidas especialmente contra as pessoas migrantes-, ameaças de
        despedimento se non se recolhem ?quantidades desorbitadas de arando em jornadas de 12 horas?, incumprimento das condiçons salariais -as horas extra som pagadas a 6? em lugar de a 12?-, amoreamento de trabalhadoras/es sem distáncia de seguridade nem máscara durante a pausa da comida, limitaçom da remuneraçom do tempo de descanso a só 15 minutos ao dia ou a escasseza de água que dificulta ter umhas condiçons higiénico-sanitárias mínimas.
        As práticas nefastas desta empresa também se concretam na contaminaçom de águas e solos vinculada ao seu modelo de produçom agroindustrial, sustentado no emprego de abundantes produtos químicos, assim como no acaparamento de terras agrárias para expandir os seus monocultivos, realizando competência desleal, provocando o abandono da atividade agrária e acelerando o despovoamento do rural.
        Fai umhas semanas, a posta en conhecimento da Consellaría de Emprego e Igualdade assim como da Consellería de Medio Rural na Galiza da possível exploraçom laboral infringida por esta empresa originária de Huelva e integrante dum potente conglomerado agroindustrial, coincidiu no tempo ca contundente denúncia realizada a nivel internacional por parte de observatórios dos direitos humanos como Danwatch -que
        motivou a suspensom de contratos con cadeias de supermercados danesas-, e meios de comunicaçom como Politiken ou o portal de novas Al Jazzeera. Segundo dados da própria empresa, Surexport acapara o setor da produçom privada de fruitos vermelhos -framboesas, amorodos, arandos, moras-, com plantaçons na Kenia, Marrocos, Portugal e o Estado espanhol.

        Escrito ?s 22:22:00 nas castegorias: album
        por SCMadiaLeva   , 431 palavras, 325 views     Chuza!

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